14 de novembro de 2017

Crónica "Precisa-se Voluntário"


Precisa-se voluntário

Calor leitor,

Pedimos desde já desculpa pela ousadia, mas a pergunta impõe-se, É VOLUNTÁRIO?

Não precisamos saber a instituição ou a associação à qual dedica uma parte do seu tempo com alguma regularidade, perguntamos apenas se é voluntário?

Infelizmente, uma esmagadora parte de pessoas dirá que não, pois, segundo alguns estudos, nós somos dos países da europa que menos fazemos voluntariado. Parece-nos no mínimo irónico, que nós portugueses, que somos conhecidos pela nossa união sempre que a causa é nobre, sejamos dos países com uma taxa de voluntários muito inferior à média europeia. Então, por esse motivo, entendemos que estamos culturalmente ensinados a ser solidários apenas em certos momentos, como por exemplo no natal que se aproxima. Dentro de alguns dias irão, certamente, começar as campanhas solidárias na porta dos supermercados, quer a pedir bens alimentares, quer brinquedos, para que todos possam celebrar o natal em condições adequadas. Outra situação é a dos bombeiros. Temos, neste momento, quarteis sem mais capacidade de armazenamento, devido à ajuda de todos depois das últimas catástrofes nacionais. No entanto, em ambos os casos, falamos de uma ajuda sazonal e demasiado centralizada. Ainda bem que  esta ajuda acontece, não nos interprete mal, mas será que as famílias só precisam de ajudas alimentares  no natal, e as crianças também só são merecedoras de presentes no natal? Será que é só depois de uma grande catástrofe  que os nossos bombeiros precisam de bens?

As respostas são óbvias e prova disso é a atual campanha dos Bombeiros Voluntários de Braga “Ajude-nos a Ajudar” onde pretendem aumentar o número de associados e por consequência o número de ajudas financeiras.

É precisamente, por ser um trabalho contínuo, que as organizações precisam de voluntários. Desengane-se quem julga que ser voluntário, poderá gerar a diminuição de postos de trabalho ou até que este seja um gerador de trabalho gratuito, pois não é nisso que assentam os valores do trabalho voluntário. Falamos de trabalhos em organizações sem fins lucrativos, trabalhos em prol da uma sociedade melhor, sempre com um bem comum. Para que esses projetos tenham vida, e acima de tudo continuidade, é sempre necessário ajudar, mais um voluntário nunca é demais, acaba sempre por fazer a diferença. Essa diferença acontece não só na vida da organização, mas também na vida do voluntário, que se vai sentir útil para a sociedade. Ao longo do tempo verá que realmente faz a diferença e que isso também o muda e molda enquanto ser humano, ajuda-o a relativizar problemas, a desenvolver competências num ambiente não formal, mas acima de tudo coloca-o num desafio de superação constante, pois quanto mais longe vai, mais longe ambiciona chegar.


Não faltam áreas em que haja oportunidade de ser voluntário, que vão muito além do voluntariado social, temas como a cultura, a natureza, a saúde, o património e muitos outros, são alvo de associações como, por exemplo, a JovemCoop, o ReFood ou a Cruz Vermelha que fazem, durante o ano, um constante apelo por voluntários. Assim, desafiamo-lo a si, caro leitor, a sair da sua zona de conforto e a celebrar connosco o dia cinco de dezembro, dia a voluntário, e nada melhor do que celebrar este dia juntando-se a um novo projeto. Depois irá ler este texto com outros olhos, os olhos de quem sabe o que é dar uma parte de si, sem esperar nada em troca, apenas ajudar a dar mais um passo para mudar o mundo.

26 de outubro de 2017

Braga Assombrada - IV edição




O dia 31 de outubro, o chamado Dia das Bruxas, é uma data frequentes vezes associada a superstições e vivências paranormais. Em Braga não faltam histórias que abonam a existência de fenómenos sem explicação, boatos de estranhos ruídos associados a habitações de grandes dimensões e incomensurável valia de âmbito patrimonial.

De forma a explorar a história do Palácio do Raio, as associações Braga Mais e JovemCoop vão organizar a IV edição do Braga Assombrada, no próxima terça-feira, 31 de Outubro, uma visita noturna a um dos edifícios mais significativos do património bracarense e da arquitectura barroca que outrora albergou a morgue do antigo Hospital de São Marcos. O ponto de encontro é às 21h30, junto à entrada principal deste palácio que agora é o Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga.
Durante a visita vamos ficar a conhecer as personagens mais relevantes que fizeram parte da história do Palácio do Raio, que se vão apresentar de forma criativa e adequada ao dia.

Inscrições gratuitas mas obrigatórias e limitadas em:

17 de outubro de 2017

Crónica "Estará Braga Assombrada?"



Estará Braga Assombrada?

Em primeiro lugar, endereçamos os nossos agradecimentos ao Bombeiros que estiveram no combate aos incêndios, sobretudo aqueles que deflagraram no passado dia 15 e que, com esforço, evitaram que a desgraça se abatesse sobre a cidade.

Com o aproximar do dia das bruxas, um dia tipicamente americano, acreditamos que deveríamos refletir sobre as “assombrações” que pairam sobre a nossa cidade de Braga.

Com mais de dois mil anos de história, a cidade foi crescendo desenfreadamente, encontrando-se verdadeiramente amaldiçoada pelo granito e pelo cimento. Desde o século XX que a política da cidade parece ser favorável a transformar espaços verdes em urbanizações de betão que cresceram sem qualquer controlo, ou rigor. É certo que o crescimento da cidade abrandou muito, também devido à crise que se fez sentir na construção civil, mas é também certo que pouco se faz para a criação de espaços verdes, espaços frescos onde se possa descansar. Hoje em dia, quase todas as cidades vizinhas como Famalicão, Guimarães, Ponte de Lima e até Chaves, têm um parque da cidade ou um jardim público de grandes dimensões. E Braga? O que faz a política da cidade para combater esta “assombração” que pinta a cidade em tons de cinzento?

O Parque Verde das Sete Fontes voltou a ser bandeira de campanhas eleitorais, será que nestes quatro anos teremos, finalmente, o tão sonhado parque? Aquele Parque da Cidade de Braga que já está projetado, mas que teima em não sair do papel? Esperamos que os agentes políticos da cidade se foquem em valorizar este Monumento Nacional, bem como toda a sua envolvente e, em simultâneo, combater este que é um dos maiores e mais antigos “fantasmas” da cidade, mas que, infelizmente não é o único.

Também a Casa das Convertidas parece ter sido assombrada pelo esquecimento. Os anos passam e aquela casa que preenche a esquina da Rua de S. Gonçalo com a Avenida Central não vê forma de abrir as suas portas. Esforça-se por sobreviver ao longo dos anos, mas aquela que já foi uma casa cheia de vida é agora um espaço fechado de memórias. O Recolhimento das Convertidas merece ser valorizado pelo Imóvel de Interesse Público que é, e não basta arranjar o telhado ou pintar a fachada. É importante combater a deterioração do edifício, mas tendo sempre em vista o objetivo final de abrir as suas portas e não de adiar a solução para este edifício. Para nós, esta poderia ser uma excelente casa da cultura, pois se Braga ambiciona ser Capital Europeia da Cultura em 2027 é importante começar por valorizar e reconhecer a importância de muitos edifícios históricos da cidade.

A Fábrica Confiança é outro edifício com grande valor histórico na cidade, que merece ser reconhecido. Braga teve, em tempos, uma vida industrial muito ativa que foi literalmente desaparecendo ao longo dos tempos. Sobrevivendo até aos dias de hoje, apenas o edifício da Saboaria e Perfumaria Confiança. Muito se tem falado acerca do futuro deste local, mas haverá futuro para o último “pedaço” de história industrial vivo na cidade? Recentemente, o edil da cidade falou publicamente sobre a alienação da fábrica, o mesmo que fez questão de abrir as portas do edifício em 2014, no âmbito da comemoração dos 120º aniversário da fábrica. Será que em três anos a Confiança perdeu o valor cultural que lhe foi reconhecido?

Para a JovemCoop está na hora de limpar as teias da cidade, de livrar Braga destas “assombrações”, afinal quando questionados sobre doçura ou travessura, todos escolhemos as doçuras.  Aproveitamos ainda para o convidar, a celebrar o dia 31 de Outubro, com a JovemCoop e a Braga+, na quarta edição da Braga Assombrada, desta vez no Palácio do Raio.


19 de setembro de 2017

Crónica "A importância de VOTAR"


A importância de VOTAR

Vivemos em tempos de campanha eleitoral, tempos esses de grande azáfama política gerada por todos os partidos, que pretendem distinguir-se, nesta corrida pelas autárquicas. Neste período, todos os partidos políticos querem expressar-se nos debates, espalham cartazes por toda a cidade, chegam até pela caixa do correio, nunca esquecendo, claro, o poder dos media que nos dão a conhecer as propostas dos candidatos. Arriscamos dizer que os períodos de campanha eleitoral não passam indiferentes no nosso quotidiano, falando-se de política, falando-se de votos, mesmo que na realidade, terminada a campanha, fiquemos alheios a tudo isso. É nesta última parte que acreditamos estar o problema. Fora o período de campanha, há um distanciamento entre os cidadãos e a política que não deveria existir. Afinal, se pensarmos nas últimas eleições autárquicas, em 2013, a taxa de abstenção rondou os 47%, a mais alta desde as primeiras eleições. Não deveria ser criada, quase nesse imediato, uma união de forças partidárias cujo objetivo fosse exclusivamente combater a abstenção? Talvez haja uma preocupação centrada na autopromoção de cada um, em vez se de promover política, de se promover o voto, seja ele qual for.

Será que é transmitida a importância de ir votar? Não deveriam os nossos agentes políticos, acima de tudo, ter o papel de consciencializar para a responsabilidade cívica que é votar?

Na opinião da JovemCoop é fundamental apostar num processo de consciencialização do que é o direito de votar. Hoje, a maioridade dá-nos o direito de votarmos em todas as eleições existentes no nosso país, no entanto nem sempre foi assim, apenas depois do 25 de Abril de 1974 é que o direito ao voto se tornou como hoje o conhecemos, universal. Durante o início do século XX, o voto era apenas concedido aos homens, chefes de família. Só em 1931 é que o voto é concedido a algumas mulheres (dizemos algumas pois existiam muitas limitações legais que inibiam grande parte da população de votar,) e só em 1933 é que o voto é aberto às mulheres solteiras. Já imaginou, cara leitora, não poder dirigir-se às urnas, no dia 1 de Outubro apenas porque nasceu mulher? Ou por não ser casada? Só na segunda metade do século, em 1968, existiu o direito de votar sem qualquer discriminação em função do género, sendo impossibilitado aos cidadãos que não soubessem ler. Em suma, foram precisos muitos anos, mais de meio século, e uma revolução para que todos os cidadãos portugueses tivessem o igual direito de votar, sem qualquer discriminação. Por esse motivo, e de forma a honrar todos aqueles que lutaram pela igualdade, parece-nos fundamental não esquecermos a nossa identidade, a nossa história e votarmos em todas as eleições. Não falamos apenas das autárquicas que se avizinham, mas em todas as eleições que ocorram no nosso país.


Votar é um direito, é certo que todos temos a liberdade de escolher exercê-lo ou não, mas será que quando optamos por não o fazer estamos verdadeiramente conscientes daquilo do que abdicamos? Ao escolhermos não votar, devemos estar todos conscientes de que o nosso voto é a nossa forma de nos expressarmos sobre os futuros governantes do nosso país, da nossa câmara e da nossa junta de freguesia, e que estamos a inibirmo-nos de dar essa opinião. Não colocamos em questão a escolha sobre quem votar, mas sim na necessidade de inverter a abstenção. Apenas pretendemos refletir sobre o afastamento dos cidadãos das urnas, um afastamento que não honra nenhum país, pois só mostra que alguma coisa estará errada. Por isso acreditamos que é urgente consciencializar a população para a importância do voto, e que esse trabalho não pode ser feito apenas em época de campanha, ou seja, em vésperas de eleições. Deixamos esta reflexão esperando, encontra-lo, a si, caro leitor, nas próximas eleições dia 1 de outubro. Seja qual for a sua escolha, VOTE!

16 de agosto de 2017

Feliz Aniversário JovemCoop


Todos sabemos que existem momentos na vida que não se explicam...apenas se sentem. A JovemCoop é tal como esses momentos, faz-se sentir nas nossas vidas de um modo que não conseguimos explicar.
É certo que podemos contar toda a história da JovemCoop, ou até descrever a passagem de cada um de nós pela associação, mas ficará sempre algo por dizer. Há sempre uma essência que apenas quem vive a JovemCoop consegue sentir. Essa essência é única em cada um de nós, pois do mesmo modo que cada pessoa é única no mundo, também a JovemCoop se torna única na vida de cada um de nós. 

Os 38 anos da JovemCoop simbolizam anos de muitas vitórias, de muitas metas alcançadas, mas também são muitos anos de aprendizagem e de superação de obstáculos. Assim, reconhecendo como pode ser difícil a vida associativa, esta longevidade só nos pode deixar felizes. 

Poderemos tomar sempre novos rumos, mas temos a certeza que os valores e a essência da JovemCoop serão sempre os mesmos!!




Parabéns JovemCoop 



#parabensJovemCoop #38

17 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 11




Olá :)

Hoje, no 11º dia do "O Nosso Património", visitamos o Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes. Após uma curta caminhada, chegamos ao Complexo. Para quem ainda não sabe, as Sete Fontes localizam-se na freguesia de São Victor, cidade e concelho de Braga. Constituem-se num sistema de abastecimento de água à cidade, construído no século XVIII.
No entanto, sabe-se que também a vida de Bracara Augusta passava por lá, pois os romanos deixaram os seus vestígios perto daquele local. O que nos leva a pensar que por aqueles lados existisse uma espécie de "zona industrial" romana.
Durante a visita tivemos o prazer de sermos acompanhados pelo Senhor Joaquim Peixoto que nos mostrou e explicou tudo o que era importante para aprendermos mais sobre este belo local. Para  o mim, Manuel, que fui pela primeira vez, foi uma visita extraordinária que mostrou um outro lado da nossa cidade, que me era desconhecido. Já eu, Sofia, como já conhecia o espaço, fiquei a conhecer melhor o espaço e a achá-lo um bom ponto geográfico para integrar o Parque Natural da Cidade. É importante mostrar à população que as Sete Fontes existem e que deviam ser melhor aproveitadas. 

Manuel Ferreira e Sofia Afonso.

14 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 10




Boa tarde a todos,

Hoje, o décimo dia da atividade “o nosso património” dirigismo-nos para o auditório na junta de freguesia. Começamos por realizar uma atividade que consistia em responder a perguntas de sim ou não em função dos gostos da pessoa à esquerda. Quando o que respondíamos estava errado, a pessoa do nosso lado esquerdo dizia “psiquiatra” e como estávamos organizados em roda tínhamos que trocar de posição.

Depois de concluída a atividade, dirigímos-nos à capela de Nossa Senhora de Guadalupe  onde demos continuidade a uma atividade em que cada grupo trabalha numa construção com materiais reciclados.  Esta atividade é importante não só poer termos de apelar à nossa imaginação, mas também porque nos consciencializa para reutilizarmos materiais. Além disso dá-nos a oportunidade de nos conhecermos melhor enquanto trabalhamos em grupo. Chegada a hora de partir regressamos à junta de freguesia e terminámos mais um grande dia desta atividade.

Vasco Cruz Teixeira, “João” Afonso Faria.

13 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 9






Ola,

Hoje, dia 13 de Junho, como habitual, os participantes na atividade da JovemCoop encontraram-se pelas 09h30 na Junta. 
Após a chamada e a troca das primeiras palavras, seguimos para o Museu D. Diogo de Sousa que, para alguns dos participantes, já é familiar. 
Mal chegamos, fomos recebidos pelo Guia que nos ia acompanhar na visita.
Seguidamente, vimos um vídeo de introdução e apresentação do museu e, depois disto, fomos encaminhados para os laboratórios de recolha e conservação dos objetos achados.  Fomos recebidos por uma senhora especializada nesta área que nos explicou alguns dos processos pelos quais um vestígio passa até este se tornar uma peça exposta no museu. Procuraram também sensibilizar-nos para a importância desses mesmos processos na nossa cultura e conhecimento da nossa história. 
No tempo restante tivemos a oportunidade de conhecer algumas das deusas romanas e divindades mais específicas da cidade de Braga, como a fortuna com a sua cornocópia, ou a deusa Minerva no cimo do seu pedestal, mas a mais bonita, para mim foi a Cibele, protectora da cidade. 
Assim passamos mais um dia no "Nosso património" visitando um dos grandes tesouros da nossa cidade e que deve ser mais valorizado.

Praça

12 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 8







Boa tarde a Todos,

Hoje, quando chegamos à junta, fomos divididos em grupos e cada um destes decidiu o seu nome, tendo sido estes alguns dos escolhidos: Esquadrão do Património e Relíquias Vitorianas, alguns grupo ainda não decidiram.
Depois de disto fomos para o Parque da Capela da Nossa Senhora de Guadalupe, retomando o nosso protejo de reutilização de materiais, que tem como objetivo tornar o parque de Guadalupe mais bonito para uma ocasião especial.
Foi um dia agradável, onde nos divertimos na companhia dos nossos amigos cooperantes.

André

11 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 7




Olá,

Hoje como o habitual, reunimo-nos na junta de freguesia onde ficamos a saber que iríamos passar a manhã no parque da rodovia, e que iríamos participar no "projeto rios". Quando lá chegamos explicaram--nos como é que devíamos preencher as fichas e logo de seguida dividimo-nos em 3 grupos , onde cada grupo tinha uma função, no meu grupo tivemos que entrar na água para poder analisar o rio, vegetações e animais pertencentes a ele,mas os outros grupos tiveram a função de explorar o parque. Terminamos fazendo algumas dinâmicas, uma delas sendo o jogo do telefone estragado.



steph soares

10 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 6




Olá!
Hoje, dia 10 de julho, reunimo-nos na junta, como habitualmente, por volta 9:30h para mais um dia no nosso património. Inicialmente a monitora Margarida fez a chamada, e seguidamente falou-nos do que iríamos visitar neste dia - a indústria bracarense.
Primeiramente visitamos o local onde previamente existira a “Fábrica Pachancho”, edificado a outubro de 1829, e onde atualmente se encontra o Pingo Doce. Foi o monitor Pedro Belo quem nos apresentou a história desta fábrica, começando por se referir à data de abertura e fecho da fábrica, o que era fabricado na mesma e explicou-nos a principal razão pela qual se tinha tornado tão ilustre, que era o facto de esta fábrica produzir os seus próprios componentes para os motores.
Seguidamente fomos até à Rua da Taxa onde antecipadamente se encontrava a “Fábrica Taxa”.
Ulteriormente deslocámo-nos até ao edifício da “Fábrica Saboaria e Perfumaria Confiança” que atualmente se encontra devoluta. Mais uma vez, o monitor Pedro Belo falou-nos da história desta Fábrica, e posteriormente preenchemos um ficha de sítio acerca desta Fábrica. Após a conclusão das fichas, regressamos à junta.
Por volta das 12:30h finalizamos mais um dia do “Nosso Património”.

Catarina



9 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 5


Sexta-feira, dia 7 de Julho, a Jovem Coop realizou uma atividade chamada de “peddy paper”. O que nós tínhamos de fazer era, em equipas, responder a algumas perguntas sobre certos lugares da cidade de Braga enquanto nos dirigíamos a esses lugares. Começamos todos na Avenida Central, onde os monitores nos disseram as regras do jogo. depois, passamos pelo Jardim de Santa Bárbara onde tínhamos de tirar uma foto junta às letras "BRAGA"; pela Praça do Município; pelo Campo das Hortas onde tiravamos uma foto nas máquinas TOMI; pelo Largo do Paço onde tínhamos de dizer algumas medidas para poupar água e pelo Campo Novo. No fim, juntámo-nos todos e realizamos alguns jogos. Foi muito divertido! Este foi mais um dia da atividade da Jovem Coop, onde conseguimos conhecer melhor a cidade ao mesmo tempo que "brincamos" entre todos.

Ricardo


6 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 4





Hoje, no quarto dia do Nosso Património, não nos reunimos no auditório como de costume, mas na sala do último andar. Após lermos os textos que foram escritos nos dias anteriores, estivemos a decidir quem iria escrever o de hoje e, com a minha sorte, calhou-me a honra de o fazer. 
Neste quarto dia do Nosso Património continuamos a conhecer melhor a história de S. Victor. Desta vez com uma visita à Capela de S. Victor o Velho.
Lá dentro, ouvimos o monitor Nuno a explicar-nos a história do sítio, que foi construído no local onde S. Vítor foi degolado. Estivemos pouco tempo no local, por já estarmos um pouco atrasados, mas deu para apreciarmos a capela por dentro. A imagem que mais chamou a atenção foi a de S. Víctor morto, que tinha uma relíquia do santo no peito. 
Quando saímos da capela regressamos à junta e preenchemos a ficha de sitio sobre a capela lá, usando a informação que recolhemos antes de voltarmos. 
Durante uma parte da manhã fizemos uma dinâmica, onde os monitores mandaram-nos escrever num papel o que queríamos que uma certa pessoa fizesse, como um desafio. Depois de todos escrevermos, o monitor Nuno trocou as regras todas e fez com que as pessoas que escreveram os próprios desafios os realizassem. Isto criou um montão de risota.
Na minha opinião, foi um dia muito engraçado e interessante, mais um para juntar à coleção.

Até breve,
Lucena

5 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 3



Hoje, quarta feira, foi mais  um dia de atividades e conhecimento no " Nosso Património". Por volta das 9h30, como é hora habitual, juntamo-nos todos na junta de freguesia de S. Victor para dar início a mais um dia. 
Quando chegamos,  começamos por ver 3 vídeos que pertencem à websérie S. Victor de Portas Abertas. Esses vídeos eram sobre a lenda de S. Victor e sobre a Igreja dedicada ao santo.
Depois de termos concluído a visualização dos mesmos, fizemos umas dinâmicas de grupo que consistiam em adivinhar qual a pessoa em quem se tinha falado no grupo depois de alguns elementos terem dito o que essa mesma gostaria de fazer. Acabando esta atividade seguimos para a igreja paroquial de S. Victor. Foi neste local onde nos dividimos por grupo e preenchemos as chamadas " fichas de sítio " e "fichas móvel". Estas fichas são muito importantes, pois desse modo várias entidades conseguem acompanhar o inventário e também as alterações realizadas em cada local. Com uma análise bem feita, conseguimos alertar para as imagens, ou os locais que precisam de intervenção. Após isto fizemos mais uma atividade e  seguimos novamente para Junta de freguesia.
E foi assim, mais um dia divertido e enriquecedor, na companhia de todos os elementos do "O nosso Património " :)
Para os mais curiosos deixo o vídeo da igreja de S. Victor :)

Filipa 

4 de julho de 2017

O Nosso Património - Dia 2

Hoje foi o nosso segundo dia no "Nosso Património", quando chegamos a junta de freguesia fomos organizados em grupos de 3 ou 4 pessoas e, de seguida, dirigimo-nos à Capela De Nossa Senhora de Guadalupe para realizar as fichas de sítio e de móvel.
Aprendemos várias coisas sobre a Capela desde o período em que foi construída (séc. XVIII) até à sua classificação (Imóvel de interesse público).
Quando terminamos de preencher as fichas começamos então a trabalhar no nosso projeto para a Noite Branca a partir da reciclagem de iogurtes. 
Foi um dia muito agradável visto que pudemos apreciar não só a companhia uns dos outros como também a vista lindíssima para a cidade que a Capela nos oferece.

Ana Vicente