16 de agosto de 2016

37 anos a Cooperar


37... já lá vão 37 anos desde que a JovemCoop nasceu para mudar a vida de centenas de jovens. ora vejamos...
Em 37 anos vários jovens levaram o nome da JovemCoop mais longe com os inúmeros intercâmbios por nós realizados.
Em 37 anos vários Jovens de outras nacionalidades vieram conhecer Braga e quem os recebeu foi a JovemCoop.
Em 37 anos ensinamos os jovens a gostar da sua própria cidade, e percebemos que mais do que conhecer o mundo lá fora importava conhecer a nossa casa, a nossa identidade, a nossa cidade.
Em 37 levamos muitos jovens a acampar pela primeira vez, connosco aprenderam a montar uma tenda, a cozinhar, a lavar a loiça, a conviver no meio da natureza.
Em 37 anos ensinamos os adultos a serem mais tolerantes e a aprenderem a colaborar com os jovens que não dizem coisas assim tão disparatadas.
Em 37 anos percebemos que realmente o futuro está nas mãos dos mais novos, e que essa era realmente a geração com que precisavamos de trabalhar. Percebemos que não se vive só de passado, nem só de futuro, mas que ambos têm de andar interligados para que tudo faça sentido.
Em 37 anos apostamos em juntar o património, a cultura, o desporto e a natureza. Com atividades para todas as idades e para todos os gostos, apostamos num trabalho de educação não formal continuo.
Em 37 anos, conseguimos mudar o rumo da cidade de Braga. Salvaguardamos as Sete Fontes, abraçamos o Parque de Guadalupe, lutamos pelas Convertidas, mas acima de tudo em 37 anos contribuímos para uma cidadania mais viva em Braga.

No fundo foram 37 anos de muito trabalho por parte de todos os que um dia passaram pela JovemCoop e resolveram dedicar-lhe um pouco do seu tempo. Foram 37 de Cidadania Ativa, em prol de jovens mais conscientes e de uma cidade melhor.

Foram 37 anos vitoriosos mas que não podem ficar por aqui. Hoje comemoramos o nosso 37º aniversário, mas comemoramos também os muitos que virão e que nos fazer sermos cada vez mais e melhores.

"As coisas só têm sentido, se dermos sentido às Coisas", e quem passa pela JovemCoop percebe que há um sentido que fica para a vida, uma consciência critica, competências exploradas e muitas vezes adquiridas, que nunca esqueceremos de onde vêm.

Parabéns a todos nós, que um dia aceitamos o desafio de pertencermos à JovemCoop!!

Parabéns minha querida JovemCoop, e que contes muito mais do que os próximos 37!!

22 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 15


Olá a todos,
Hoje, começamos por ir à Casa das Convertidas. No átrio explicaram-nos para que é que servia esta casa. Este sítio tinha sido construído por iniciativa do Arcebispo de Braga, D. Rodrigo Moura Teles, para acolher "mulheres pecadoras convertidas a Deus". Neste momento encontra-se abandonado e em degradação. 
Depois, fomos à Igreja de Montariol que pertence ao Seminário de Montariol em Braga. Por ter sido construída sobre o Monte Calvelo, tornou-se um dos miradouros da cidade. Ela foi comprada pelos jesuítas para aí construírem a sua Casa de Formação. 
De seguida, fizemos um almoço partilhado onde cada um levava a sua especialidade. Algum tempo mais tarde fizemos um passeio pela mata até a um miradouro e tiramos uma foto de grupo.
Depois, preparamos as nossas coisas e fomos embora.

Este, foi um dia da atividade "O nosso património".


Ricardo


Olá!
Hoje,dia 22 de Julho de 2016,"o nosso património" ,realizou uma visita ao antigo recolhimento de Santa Maria Madalena e São Gonçalo das Convertidas e um almoço partilhado,na parte de tarde, em Montariol.
O Recolhimento das Convertidas foi mandado construir por D. Rodrigo de Moura Telles, no século XVIII,arcebispo de Braga. 
Neste momento o Recolhimento das Convertidas é aberto ao público apenas três dias do ano.
O Recolhimento servia para acolher as mulheres que queriam converter-se a Deus,uma vez que  estavam arrependidas dos erros cometidos.
Nós visitamos a capela ,o átrio e vimos também a "Roda". 
De seguida,reunimos na junta de freguesia,e dirigimo-nos para Montariol.
Visto que ainda era cedo para almoçar fomos visitar a Igreja de Montariol.
A Igreja de Montariol possui um estilo arquitectónico denominado de "neoclássico", lá podemos ver um órgão de tubos e um Jesus Cristo com uma altura de 5 metros. Ela está situada no Monte Calvelo.
A Igreja foi comprada por jesuítas no início de 1562, passando, depois para a ordem dos franciscanos até 1911, de seguida para o estado e por último para a ordem dos franciscanos.
Depois fomos almoçar, onde partilhamos as nossas especialidades.
Ao fim de almoçarmos, fomos ate ao cruzeiro, onde tiramos uma foto de grupo.
De seguida voltamos para a junta.
Para mim foi um dia excelente,porque podemos conviver e descontrair um pouco com os nossos colegas/amigos.
Luís Barbosa

21 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 14




Olá a todos,

Hoje, na junta de freguesia, a Gui esteve a falar-nos do que íamos fazer . Explicou que a Jovemcoop está envolvida no Projeto Rios, em projeto original de Espanha e que Braga adoptou. O Projeto Rios consiste em adotar um troço de um rio, neste caso do Rio Este, e monitoriza-lo , isto é, fazer algumas ações de limpeza, verificar o estado da água, e acima de tudo sensibilizar as pessoas para a proteção do ambiente.
De seguida fomos para a rodovia preencher fichas sobre uma parte do rio este, que vai desde o centro de nano tecnologia até o fim do complexo desportivo da rodovia .
Nas fichas falava sobre animais e plantas que existem junto ao rio. Depois fomos fazer descobertas dentro do rio como por exemplo medir a temperatura da água ,ver a que velocidade corre e tentar identificar algumas espécies que por lá habitam. 
Quando terminámos , voltamos todos para a junta e fomos embora .

Raquel 




20 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 13





Boa Tarde,


Hoje no Nosso Património fomos até à Capela de S. Victor o Velho. A capela do século XIX está localizada no lugar onde S. Victor foi degolado. A história do Santo Mártir remonta aos tempos romanos durante as comemorações à deusa Ceres. Ao passarem onde estava S. Victor, perguntaram-lhe se queria juntar-se a eles. Ao negar, professou a sua fé a Deus e, furiosos, levaram-no a um juiz. Quando ele negou novamente, foi sentenciado a tortura. Depois de negar uma terceira vez, os populares protestaram e pediram a morte. Então, S. Victor foi degolado numa ponte no rio Este, na zona onde chamamos a zona das Goladas.
Depois de nos contarem esta lenda, vimos a capela por dentro e, de seguida, preenchemos as fichas móveis e de sitio. No final, voltamos à junta para terminar o dia. 
Eu gostei muito deste dia porque fomos conhecer uma capela  que provavelmente nunca iria ter conhecido e saber o sitio onde foi martirizado o santo que dá nome à freguesia.

André Lucena


Bom dia, 

começamos este dia na junta de freguesia onde realizamos uma dinâmica de grupo.  
De seguida dirigimo-nos para a capela de S. Victor o Velho que se localiza na zona das Goladas, o nome desta área da freguesia vem da história de S.Victor um santo martirizado que teria sido degolado numa ponte que estaria nesta zona. A história do santo foi explicada pelo monitor Eduardo, que de seguida nos mostrou o interior da capela.
Após preencher-mos as fichas património móvel e imóvel dirigimo-nos de volta a junta onde fizemos outra dinâmica.

Duarte Oliveira

Hoje, juntamos ao nosso habitual diário o quarto episódio da websérie sobre S. Victor. Uma excelente alternativa para quem quiser saber mais um pouco sobre a nossa freguesia e que se encontra à distância de um click. 


19 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 12

Olá jovens cooperantes,

Hoje visitamos a Fonte do Ídolo e lá explicaram-nos as suas origens e respetiva história. No início disseram-nos que a Fonte do Ídolo é datada do século I d.C., ou seja, início do período romano. A Fonte do Ídolo foi mandada construir por Celicus Fronto. Era um “santuário” de adoração aos Ídolos (deuses) dos bracaros. São eles: Nabia Fortuna e Tongoe Nabiagoi (que significa: junto à fonte eu juro, eu prometo). A fonte considera-se num razoável estado de conservação.
Visitamos também as Termas Públicas do Alto da Cividade, onde assistimos a um vídeo sobre a estrutura, as suas alterações ao longo dos tempos e também o circuito de banhos em cada uma das fases (1ª, 2ª, 3ª e 4ª). Depois saímos para ver as ruínas das termas e do teatro. No final voltámos para a junta de freguesia.
E assim acabou mais um dia.


Guilherme e Tiago



18 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 11



Olá!

Hoje, dia 18 de julho, como habitual, encontramo-nos na junta pelas 9:30h, para mais um dia no “Nosso Património”.
Inicialmente foi realizada a chamada, pelo monitor Filipe, e foi-nos dito quais os locais que iriamos visitar nesse dia.
Saímos da junta por volta das 10h, e dirigimo-nos para antiga fábrica “Saboaria e Perfumaria Confiança”. O monitor Antunes fez uma pequena apresentação sobre a fábrica, nomeadamente, quem a construiu, em que ano se realizou a sua abertura e o seu fecho, etc.
De seguida, cada grupo de participantes, preencheu uma ficha de sítio da fábrica, visto que esta é bastante antiga e se encontra quase destruída.
Quando todos finalizamos as fichas, seguimos para a Casa das Goladas, onde o monitor Filipe apresentou a mesma dizendo onde ficava, de onde vem o seu nome, quem é o proprietário e falou de várias características, que infelizmente não conseguimos ver, pois o estado de conservação da mesma é mau, impossibilitando-nos de entrar.
Os grupos voltaram-se a reunir e preencheram mais uma ficha de sítio desta habitação. Voltamos para a junta e aí foi proposto aos grupos que escrevessem um texto sobre um ou os dois sítios que tínhamos visitado com o objetivo de conseguirmos voltar a dar “uso” aos mesmos. Assim concluímos mais um dia do “Nosso Património”.

Carla e Catarina

15 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 10

A Maria e a Mariana foram as participantes encarregues de fazer o texto do dia de hoje, aqui ficam os seus testemunhos.

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Maria

Olá,
Hoje dia 15/07/2016 o "Nosso Património" foi visitar as Sete Fontes, um monumento que está avaliado como património nacional desde maio de 2003.

A construção das Sete Fontes deu-se quando o Arcebispo de Braga, D. José de Bragança, perguntou à Câmara sobre o funcionamento da água em Braga. E então em 1744 foram construídas as duas primeiras "mães d'água" sendo a última construída em 1752. 

Em 2014 foram feitas obras de restauro, deixando-as muito mais bonitas. 

A construção das "mães d'água" trouxe muitos benefícios para a população.

Ainda hoje há casas onde a água das 7 Fontes chega.

Eu gosto muito de visitar as Sete Fontes porque além de ser ao ar livre podemos entrar dentro das minas e ver as "nascentes". Por isso aproveitem todos para visitar as Sete Fontes com os vosso amigos ou com a vossa família.

E assim acabou mais um dia com uma excelente companhia.

Até amanhã.
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Mariana

Olá!
Hoje, dia 15 de Julho, como habitual, reunimo-nos na junta por volta das 9.30h, para mais um dia no “Nosso Património”.

Após um breve diálogo e a chamada, feita pela monitora Margarida, iniciámos a nossa caminhada com destino às Sete Fontes. 

Durante a caminhada fizemos uma pequena paragem na capela de S. Vitor-o-Mártir, da qual apenas resta a fachada. A monitora Margarida fez uma apresentação da mesma e alertou-nos para a importância da preservação do nosso património, uma vez que esta capela está praticamente toda destruída o que nos impede de a visitarmos.

Quando chegamos às Sete Fontes fomos recebidos pelo Sr. Joaquim, que nos fez uma breve introdução sobre a construção das mesmas pelo Arcebispo D. José de Bragança e nos apresentou, em primeiro lugar, as mães d’água gémeas, sendo que este nome se deve ao facto de ambas terem sido construídas no mesmo ano, em 1744.

Na primeira mãe d’água entramos em grupos pequenos, uma vez que o seu espaço também é reduzido, para ver o seu interior. Para entrar na segunda mãe d’água fomos divididos em dois grupos e enquanto um grupo seguia o Sr. Joaquim pelo túnel da direita, o outro seguia o monitor Francisco pelo túnel da esquerda. No final do túnel da direita observamos uma pequena cascata que se encontrava a 4 metros de altura, no final do túnel da esquerda foi feita uma pequena explicação sobre a função do respiradouro pelo monitor Francisco.

14 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 9


Olá!
Hoje, dia 14 de junho, reunimo-nos na Junta as 09:30, como habitual, para mais um dia na atividade "O nosso património".
Quando chegamos, a monitora Gui anunciou que íamos fazer um peddypaper pelo centro histórico de Braga, por grupos. O peddypaper começou com o grito de guerra de cada um dos grupos e seguiu em direção ao largo da Senhora-a-Branca.
Este peddypaper foi muito educativo e interessante pois permitiu-nos conhecer a cidade de Braga um pouco melhor, de uma forma diferente e única. Também nos alertou para o facto de bastantes edifícios/monumentos desta não estarem devidamente sinalizados e muitos sem placas informativas, uma coisa essencial para a boa imagem de uma cidade. Para além disto, fizemos uma análise aos monumentos visitados esta semana e refletimos sobre aqueles que necessitavam de restauros ou de cuidados extra.
No final, voltámos à Junta para concluir a manhã.
Foi um dia muito divertido, do qual gostámos muito e esperamos que se repitam mais como este.

Até à próxima,

Kika e Mariana


13 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 8

Boa tarde a todos,

Hoje, dia 13 de Julho, como de costume, todos os jovens cooperantes encontravam-se na junta pelas 09.30h.

Após a conversa inicial e a chamada, pusemos pés a caminho para o Palácio do Raio, uma estreia no "Nosso Património".
Quando chegamos, fomos recebidos por duas senhoras e fomos divididos em dois grupos e enquanto que um grupo iniciou a visita na sala 4, o outro começou na sala 1.
Sobre este monumento, restaurado recentemente e inaugurado a 28 de dezembro de 2015, ficamos a saber que se trata de um imóvel de interesse público, construído em 1754-55. Desenhado por André Soares, é do estilo barroco e inicialmente servia de habitação à família de João Paulo Faria, sendo mais tarde transformado em Hospital . Depois, fizemos a ficha de sítio sobre o monumento visitado.
Assim passamos mais um dia bem passado no "nosso património" onde tivemos a oportunidade de ir visitar um monumento interessante e nunca antes visitado.

Praça






Olá cooperantes,
Hoje, dia 13 de julho, na atividade ‘’O Nosso Património’’, fomos visitar o Palácio do Raio.
O Palácio do Raio, também conhecido como Palácio dos Granginhos ou Casa do Mexicano, é um exelente exemplo de arquitetura barroca. Foi mandado construir por João Duarte Faria e foi uma obra arquitectónica de André Soares.
Na primeira sala conhecemos a história do próprio Palácio e de todo o processo de recuperação a que foi sujeito. A partir daqui, fomos convidados a conhecer a história da Misericórdia de Braga, com ênfase no papel desempenhado no assistencialismo e no apoio aos mais necessitados. Seguidamente, conhecemos artigos ligados à botica e utensílios médicos do antigo hospital de S. Marcos, juntamente com alguns documentos que guardam o passado dos cuidados de saúde prestados neste Hospital. Depois, subimos uma imponente escadaria com painéis de azulejos e ninguém ficou indiferente ao ‘Turco’, uma escultura situado no topo da escadaria, que tanto servia para dar as boas vindas aos convidados, como também era o protetor da casa. De seguida, vimos várias salas dedicadas à liturgia, a ex-votos, às procissões, uma enorme escultura de terracota e, por último, uma sala dedicada a retratros de Provedores e Benfeitores da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
Quando a visita terminou dirigimo-nos para a junta, onde terminou mais um dia patrimonial.
Sofia Afonso

12 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 7



Boa tarde,

Hoje, dia 12 de Julho, terça-feira, visitamos a capela de Santa Tecla, cuja construção data do ano de 1720, séc. XVIII. 
Quando chegamos ao local, foi-nos apresentada uma breve introdução sobre a história desta capela pela  monitora Gui.
 Inicialmente, esta capela foi construída segundo um estilo barroco que não perdura até aos dias de hoje, visto que, em meados de séc. XIX, a capela sofreu alterações de estilo, adotando agora um traço mais simples. Apesar de ser um espaço de reduzida dimensão, é notória a sua beleza.´
  Como de costume, preenchemos as fichas de sítio e móvel e tiramos a tradicional foto de grupo no jardim.
De regresso à Junta, cantamos os parabéns ao Luís e tivemos direito a bolo.
Saudações,    
Manos Pires

11 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 6


Boa noite a todos, 

Estamos na segunda semana do património e hoje fomos ao Parque da Ponte, onde vimos e visitamos a capela de S. João da Ponte, o coreto e outros monumentos em redor da capela.
Em seguida a monitora Joana falou-nos sobre história da capela, depois fomos preencher as fichas de sítio e as fichas de móvel.
Quando acabamos de preencher as fichas, os grupos reuniram-se e debateram ideias para melhorar, promover e restaurar os monumentos da cidade de Braga.
Quando cada grupo acabou de debater as suas ideias voltamos para a Junta de Freguesia de S. Vitor.

E assim foi nosso primeiro dia da segunda semana do património.
  

Tiago Loureiro





Olá! 

Hoje dia 11 de julho fomos ao Parque da Ponte ou também conhecido como Parque de São João da Ponte.
Quando lá chegamos foi-nos contada a história do uso inicial do parque até ao uso atual. É um parque urbano que é dividido em quatro partes, que recebeu intervenções dos arquitetos Sérgio Borges e Carlos Amarante, sendo premiada com o IHRU de 2011. Este, é limitado a norte pelo rio Este que juntamente com os jardins e lagos tornam o local bastante agradável.
Lá, podemos encontrar a capela de São João Batista e vários elementos decorativos do antigo convento dos Remédios que foi destruído no séc XX.
Preenchemos, como sempre, as fichas de sítio e móvel e, concluído a manhã, fizemos um projeto para melhorar / divulgar os locais anteriormente visitados nesta edição do património.
Gostei bastante desta manhã, pois a historia deste parque é bastante interessante e diferente.

Até amanhã,
Rita

8 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 5





Olá,

Hoje no quinto dia da atividade "O Nosso Património" fomos visitar o museu D. Diogo de Sousa. Lá fomos recebidos pela Carina, mas antes de iniciarmos a visita, vimos um filme sobre o trabalho que o museu realiza. Depois de vermos o filme, fomos divididos em dois grupos. Para começar a visita fomos ao laboratório do museu onde nos explicaram o trabalho feito no laboratório e a importância da conservação dos objetos encontrados. Lá, explicaram-nos um processo de conservação e de limpeza dos objetos e observamos a limpeza minuciosa de uma moeda. 
Acabada a visita ao laboratório fomos a um espaço onde vimos várias peças desde a idade da pedra até à idade do ferro. Neste espaço a Carina falou-nos de vários aspetos dos materiais utilizados nos objetos e, que os objetos em cerâmica encontram-se em melhor estado do que os objetos em ferro devido à resistência à acidez dos solos. Depois passamos para outra época onde vimos objetos provenientes do tempo dos romanos, de Bracara Augusta. Em seguida contemplámos o tesouro encontrado nas ruínas da casa romana das Carvalheiras. Depois desta parte da visita descemos para outro espaço para ver uma miniatura do que seriam as termas e outra da Domus das Carvalheiras. Também vimos uma pata de um cavalo feita em ferro que ,possivelmente, era proveniente de uma estátua e vários utensílios criados pelos romanos. De seguida vimos a coleção de marcos miliários que o museu tem. Os marcos miliários serviam para marcar as milhas, vimos dois túmulos de cremação e outro em que colocavam o corpo inteiro. Logo de seguida contemplámos as ruínas de um mosaico que foi encontrado durante a construção do museu. Possivelmente, o mosaico pertenciao ao jardim interior de uma domus ali existente. E assim terminou a visita ao Museu D. Diogo de Sousa.

Gostámos muito desta atividade e esperamos voltar lá outra vez!

Vasco Teixeira e Pedro Soares





Olá a todos,

Hoje, dia 7 de julho, o quinto dia do "nosso património", dirigímo-nos ao Museu D. Diogo de Sousa.
Em primeiro lugar, assistimos,no auditório, a um video que nos introduziu no tema que nos explorado no museu. De seguida iniciamos a visita ao museu.  A primeira sala começava na Idade da Pedra e terminava na Idade do Bronze. 
Passamos também por áreas dedicadas ao período romano.Vimos ainda a coleção de marcos miliários do museu, e algumas sepulturas juntamente com os objetos encontrados dentro das mesmas.Observando também vestígios de uma habitação que foi encontrada durante as escavações arqueológicas onde hoje se encontra o museu.
Por ultimo,seguimos viagem ate ao laboratórios, onde os artefactos encontrados nas escavações são estudados e restaurados para exposição,assistimos a um pouco do percurso que estes sofrem ao longo da sua evolução, ou seja,até serem identificados e poderem ser expostos no museu.
Com a visita terminada dirigímo-nos à junta, chegando assim ao fim de mais um dia.
Esta visita permitiu nos ter noção da vida dos nossos antepassados nomeadamente dos habitantes da antiga Bracara Augusta.

Filipa e Bia

7 de julho de 2016

O Nosso Património - dia 4


Bom dia a todos,

Para nós (Rafael e João), é o nosso primeiro ano n' "O Nosso Património", no entanto esta primeira semana está a ser muito divertida.
Hoje foi o nosso 4º dia no  património.
Começamos por nos reunirmos na junta de freguesia de S. Victor, como de costume.
Quando chegaram todos saímos da junta e andamos um pouco até à Capela da Nossa Senhora de Guadalupe. 
No início, o monitor Nuno começou por nos falar sobre a história desta capela. Mais tarde, foram distribuídas tarefas para todos os grupos preencheram as suas fichas.
Após  termos terminado as fichas, fomos divididos por grupos para que cada um inventasse o seu grito de equipa.
A seguir, fizemos uma corrida de estafetas. quem ganhou foram os CR7. Para acabar o dia fizemos um jogo de bolas de papel em que consistia em que os participantes jogassem ao jogo do sério.
Depois voltámos  para a junta e fomos embora.
E assim foi mais um dia de divertimento!!!!

Rafael Machado e João Valente




O Nosso Património - Dia 3




Olá,

cá estamos nós para contar mais um dia da actividade do nosso património. Começamos o dia na Junta de Freguesia de S.Vitor e dirigimo nos à Igreja de Senhora -à-Branca. Lá abraçamos a iniciativa "São Victor de Portas Abertas" e fomos recebidos por dois guias que nos fizeram uma breve e esclarecedora apresentação sobre a Igreja anteriormente mencionada. A parte inferior da igreja obedece ao estilo neoclássico e a parte de superior ao estilo barroco, os azulejos que decoram o interior da igreja são do início do século XX. O sacrário e a tribuna foram concebidos por André Soares e em 1783, o entalhador João Bernardo da Silva executou as alterações no retábulo, concedendo-lhe um aspecto neoclássico. No tecto desta Igreja permanece o brasão do arcebispo D. Diogo de Sousa. No Largo onde se situa a Igreja, o Largo da Senhora à Branca encontra se o Palacete Matos Graça, este infelizmente é poucas vezes mencionado e conhecido pelos habitantes Bracara Augusta. Nesta cidade milenar e pela zona onde se encontra a igreja passava a via XVII que ligava Braga(Bracara Augusta) a Asturica Augusta (Astorga). Por fim, voltamos para a Junta e assim acaba mais um episódio do 'nosso património'.

Não percam o próximo episódio porque nós também não :)

Carina e joana

6 de julho de 2016

Julho o mês do Património e da Cidadania



Hoje deixamos que estas notícias falem por si e mostrem como é o mês de Julho numa freguesia que se preocupa com o património, com a sua preservação e divulgação. Hoje as portas de S. Victor mantêm-se abertas para quem quiser conhecer, quer a freguesia, quer a cidade de Braga. Sabemos que o desafio é ousado, mas faremos de tudo para estar à altura.
"O Nosso Património" - um papel de cidadania ativa é o mote da XII edição desta atividade que pretender despertar nos mais jovens consciências mais cívicas, e ativas. Pode acompanhar diariamente as atividades deste grupo de jovens, dos 10 aos 18 aqui no blog.

"As coisas só têm sentido, se dermos sentido às coisas", vamos dar sentido à nossa freguesia, protege-la, preserva-la e acima de tudo partilha-la.