8 de dezembro de 2015

Crónica "Solidariedade...todos os dias do ano!"

"Correio do Minho" de 08/12/2015


Solidariedade…todos os dias do ano!

No passado dia 5 de Dezembro, a JovemCoop reuniu-se com outras entidades para, finalmente, ver o Projeto Rios atingir a sua forma plena. Para quem ainda não ouviu falar, o projeto Rios nasceu em Espanha e baseia-se na adoção de um troço, de aproximadamente 500 metros, de um rio. Esta adoção, na prática, significa que cada entidade deverá estar sempre atenta ao que se passa no troço do Rio, fazendo duas visitas obrigatórias durante o ano para analisar e comparar o estado não só da água, verificando o seu ph e dos seus componentes, mas também as suas margens, registando as espécies arbóreas que nelas existem e a sua limpeza. 

Contudo, para que toda esta análise seja realizada com o devido rigor, existe um kit de apoio ao projeto que todas as entidades devem adquirir, pois só assim conseguirão realizar as suas visitas com sucesso. Até à data, todas as visitas que a JovemCoop realizou no seu troço do rio foram com a condicionante de termos um kit emprestado. No entanto, desde do dia 5 de Dezembro essa condicionante, que nunca foi para nós um entrave, deixou de existir, pois recebemos, pelas mãos das entidades superioras do projeto o nosso próprio kit. Para nós, foi como uma verdadeira prendinha de natal deixada no sapatinho. O kit, que só foi possível receber devido ao apoio que a Junta de Freguesia de S. Victor nos deu, é, para nós, um instrumento que nos ajudará a melhorar um pouco a nossa cidade, mais propriamente os 500 metros de Rio por nós adotados.

De ano para ano, o Projeto Rios vai ganhando força e forma, e acreditamos que, tal como aconteceu com outras missões, dentro de uns anos não só o Rio Este, como os restantes rios do país terão a merecida atenção e proteção por parte de todos os voluntários deste projeto.

O Banco Alimentar, por exemplo, é um excelente modelo de como um projeto pode crescer e atingir proporções nunca antes imaginadas. Com dois peditórios anuais, este é um dos projeto que mais pessoas consegue mover por todo o país, desde os voluntários que vão entregar os sacos aos supermercados, passando por quem recolhe os bens alimentares oferecidos, por quem os arruma organizadamente e nunca esquecendo quem dá, em cada peditório mais ao Banco Alimentar, principalmente na campanha de Dezembro, em que a época natalícia adoça e amolece o coração de todos, fazendo-os pensar nos mais necessitados.

Na verdade, é no Natal que surgem as mais variadas missões de solidariedade, quer a nível nacional, quer a nível local para a todos poder ajudar. Há imensas recolhas de bens alimentares, com as mais variadas tarefas, há recolha de brinquedos, de bens de higiene, há campanhas para adultos e crianças.
Salvaguardando que todas essas missões são meritórias e fundamentais, acreditamos que o Natal devia ser todos os dias! Não é só em Dezembro que há necessidades essenciais, é durante todo o ano e a nossa ajuda não termina quando deixamos um bem alimentar no saco. Claro que faz toda a diferença na vida de alguém que terá uma ceia de natal mais composta, mas com o natal a aproximar-se e com um novo ano quase a começar, deixamos o desafio de que em 2016 dispense algum do seu tempo e que se junte a uma causa. Hoje em dia, podemos ajudar nas mais diversas áreas, só é necessário ter vontade de ajudar.

Caso ainda não tenha tido oportunidade de contribuir para uma causa, lembramos que, tal como já vem sendo habitual, o Grupo Coral de Guadalupe leva a bom porto as missões “Põe Azeite” e “Sobre a Manjedoura”, visando recolher garrafas de azeite e bens infantis que podem ser entregues, todos os domingos, a partir das 11h, na Capela de Guadalupe. Todos os bens angariados servirão para reforçar os ideais de Natal da Comissão Social da Freguesia de S. Victor. Esta Comissão tem tido um papel preponderante na vida dos cidadãos, com o exemplo de no passado dia 07 ter entregado material ortopédico a todas as Escolas da Freguesia de S. Victor.

Não deixe de ajudar, porque a melhor prenda não se recebe…dá-se!


A todos os nossos amigos e leitores do Correio do Minho, fazemos votos de um Santo e Feliz Natal.

10 de novembro de 2015

Edifícios bracarenses – que futuro?



Edifícios bracarenses – que futuro?


Caro Leitor,
Quem anda por Braga de cabeça erguida e com uma mente aberta para a imaginação e criatividade cruza-se com inúmeros edifícios aos quais daria um outro destino, uma outra função. Referimo-nos não só a edifícios devolutos mas também aos edifícios que estão em “funcionamento” e que ninguém compreende ao certo o que são ou fazem. Falamos especificamente no antigo edifício Francisco Sanches e no famoso edifício GNRation. Aparentemente são locais com pouco em comum, no entanto, apesar de distintos, ambos têm o seu destino por decifrar.
O antigo Quartel da GNR surgiu para ser um local de criação artística e para dar espaço ao desenvolvimento de atividades criativas. Contudo, quem observa de perto a vida deste edifício compreende, desde logo, a elevada variedade de utilidades que lhe é atribuída. Desde a agenda cultural que é divulgada ao público, que diverge entre concertos e exposições, existe ainda a Loja Europa Jovem, e os diversos apoios que o local dá, por exemplo ao Conselho Municipal da Juventude, que realiza lá todas as suas reuniões, albergando, ainda, os gabinetes dos vereadores da oposição, o gabinete do provedor do munícipe e o centro de recrutamento do exército. Acreditamos que dar um melhor aproveitamento ao edifício é realmente bom, mas que se deve seguir uma linha objectiva com as finalidades do imóvel, em vez de este servir para o que for preciso. Muitas são as pessoas que se devem questionar sobre a real utilidade do GNRation, o que realmente o define. No coração da cidade este é um dos melhores exemplos de restauro de um edifício. No entanto, após as suas portas abrirem perdeu a sua definição original, deixando de ser a prometida casa da juventude, para ser tudo e mais o que lá couber.
Diferente do GNRation é o antigo edifício da Escola Francisco Sanches. Ainda por restaurar o destino deste local já foi alvo de inúmeras discussões. Sabemos do interesse da Junta de Freguesia de S. Victor mudar para lá as suas instalações, mas nada mais se sabe acerca da recuperação e do futuro deste edifício. Para que não se repita o “erro” de criar um segundo GNRation na cidade, parece-nos prudente e necessário que se definam as linhas gerais que irão guiar este edifício. Só assim todos ficaremos esclarecidos sobre o funcionamento dos locais. Antes de se fazerem obras, é preciso definir o programa de conteúdos do edifício, sob pena de voltar tudo a caber dentro de um espaço onde se sobrepõem as iniciativas.
O destino de qualquer um destes dois imóveis pode ser variado, mas parece-nos fundamental que sejam traçadas linhas de organização, de modo a evitar que sejam investidos fundos e que depois os espaços fiquem vagos sem qualquer utilidade, servindo assim para diversos fins.
São inúmeros os desígnios que qualquer um destes locais poderia ter. Tal como já sugerimos anteriormente, falta à cidade um centro associativo, um local para todas as associações trabalharem, principalmente aquelas que se encontram em funcionamento e sem uma sede própria, sem um local para reunirem, para trabalharem, sem local para nascerem novas parcerias e novos projetos. Muitas associações reúnem em diversos locais e contam com a ajuda de vários parceiros para planearem e desenvolverem atividades, sem terem um local definido para o fazer. Seria interessante que, ao abrigo de uma vontade comum, surgisse o Centro Associativo ou a Casa das Associações, onde as associações pudessem partilhar recursos e ideias, contribuindo para a animação sócio-cultural da cidade.
Contudo é importante salvaguardamos que, apesar de tudo, é de louvar o restauro do GNRation e a preocupação com o Edifício da Escola Francisco Sanches, pois estes edificados centenários merecem ser requalificados, tornando-se “cartões de visita” da cidade. Neste lote de edifícios a requalificar, importa lembrar a Fábrica Confiança e a Escola D. Luis de Castro. O que sugeria o leitor para estes imóveis?

6 de novembro de 2015

JovemCoop no Passa a Palavra


No início de Novembro, a Junta de Freguesia de  S. Victor lançou o jornal "Passa a Palavra" que visa ser uma nova forma de comunicar com todas as pessoas que queiram acompanhar de perto o que se passa na freguesia. Nesta edição número 0 o "Passa a Palavra" abordou duas das atividades que a JovemCoop se orgulha de desenvolver em parceria com a Junta. O Nosso Património e o Projeto Rios são dois exemplos de que quando há vontade as coisas acontecem. Foram dois grandes desafios que nos orgulhamos de aceitar e aos quais pretendemos dar continuidade. 

Já espreitou este novo jornal?

Caso ainda não o tenha feito pode faze-lo no seguinte endereço  eletrónico:


No final não se esqueça de "Passar a Palavra"







28 de outubro de 2015

Braga Assombrada


No próximo sábado, dia 31, as associações JovemCoop e Braga+ voltam a unir-se para a segunda edição da atividade Braga Assombrada.


Este ano realizar-se-à uma visita noturna ao Museu dos Biscainhos, onde os participantes terão encontro marcado com as suas mais sinistras personagens. Para tal basta comparecer às 21h30 na porta do Museu dos Biscainhos e deixar-se levar pela história de um dos mais belos e ilustres museus bracarenses.

Junte-se a nós e venha conhecer o lado mais sinistro de Braga, surpresas são garantidas.

13 de outubro de 2015

Crónica Juventude - Projetar Braga: do passado para o futuro


Projetar Braga: Do passado para o futuro

Na última sexta-feira realizou-se mais uma Assembleia Municipal em Braga. Apesar dosdiversos assuntos em discussão foram dois os temas que mais se destacaram, e é sobre eles que resolvemos reflectir hoje. 

Começamos por destacar a unanimidade conseguida para ceder o Convento de S. Francisco à Universidade do Minho, com o propósito de albergar ali a Unidade de Arqueologia.

O Convento de São Francisco situa-se na freguesia de Real, junto à igreja de S. Francisco e à Capela de S. Frutuoso, esta última classificada como monumento nacional. Este Convento já foi alvo de várias reconstruções, sendo a última intervenção notoriamente do século XVIII.

A decisão de ceder o Convento à Unidade de Arqueologia da U.M. foi, na nossa opinião, uma boa opção, pois um edifício com tanto valor histórico e que já viu o seu futuro ser adiado por várias vezes, merece não ficar esquecido e ver aprovado um projeto que abra as suas portas ao público. Para este antigo convento o futuro, que passa pela sua requalificação, contém um espaço para a Unidade de Arqueologia com a finalidade de realizar atividade pedagógicas e uma área museológica aberta ao público. Não temos qualquer dúvida das capacidades que Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho possui para cuidar do edifício e levar este projeto a bom porto. No entanto, esperamos que o convento de São Francisco seja, realmente, um bom exemplo de requalificação e que, tal como consta no projeto aprovado por unanimidade, as suas portas se mantenham abertas ao público e com fácil acesso. Foram já várias as situações em que a Unidade de Arqueologia teve ao seu cuidado várias peças da história de Braga para investigar ou documentar e que, no final, por diversos motivos as escondeu, não as deixando visíveis ao público. 

Outro dos principais assuntos em discussão nesta Assembleia Municipal, e que não reuniu a unanimidade como o anterior, foi a doação, por parte da Câmara Municipal de Braga ao Sporting Club de Braga dos terrenos adjacentes ao Estádio Municipal

Tal como o Convento de São Francisco, que já viu o seu futuro passar por uma Pousada daJuventude, também estes terrenos já tiveram como destino a criação do Parque Norte. Contudo ambos foram actualmente alvo de novas decisões. No que a estes terrenos diz respeito, a CMB optou por doa-los ao SCB, o que não sendo a decisão ideal, porque a cidade precisa de espaços de lazer partilhados por todos, é sempre melhor do que ter os terrenos em estado selvagem, sem usufruto nenhum. Por proposta dos eleitos da CDU, ficamos a saber que o circuito de manutenção, que atravessará os terrenos deste parque desportivo, estará livremente fruível por todos os cidadãos. Outra sugestão que está em cima da mesa é a possibilidade de doar o “monstro” de betão que deveria ser a piscina olímpica. Esta parece-nos uma excelente proposta, uma vez que aquela mancha cinzenta está parada no tempo e precisava que alguém tire algum proveito do elevado investimento feito naquelas paredes escuras. As vozes discordantes, que não apresentam soluções realistas, são aquelas que outrora prometeram um Parque Verde nas Sete Fontes, ao mesmo tempo que tinham um PDM que previa a sua destruição para construção de habitações de alta densidade populacional, com prédios de muitos andares.

Não sendo este um projeto ideal, parece-nos, a nós, JovemCoop, uma boa opção para o reaproveitamento do espaço. No entanto, qualquer que seja o destino daqueles terrenos é fundamental, na nossa opinião, realizar escavações arqueológicas antes de qualquer outra intervenção. Confirmou-se, com a construção do estádio, que existiu naquele local um castro e por isso, qualquer marca de história que tenha resistido às intervenções já realizadas naquele local, deve ser preservada e incluída nos projetos. Ao contrário do que Braga tem vindo a fazer, é preciso preservar e mostrar, para que as pessoas possam vivenciar, experimentar e aprender.Só assim faremos da cultura uma nobre arte da educação.

1 de outubro de 2015

Hoje fiz algo pela minha Cidade


Hoje no suplemento Igreja Viva, do jornal Diário do Minho, a JovemCoop mostra um pouco do que a move. A Margarida, a Tânia, o João e o Pedro representam todos os membros que dedicam parte do seu tempo à JovemCoop. O Projeto Rios é só um dos desafios que nos honramos em abraçar. É preciso despertar consciências, e colocar mãos à obra. Garantimos que o sentimento de missão cumprida vale cada minuto do "trabalho", que se transforma rapidamente em momentos de amizade inesquecíveis. 
Um agradecimento ao Diário do Minho, ao seu suplemento Igreja Viva e em especial às Filipa's que nos acolheram da melhor maneira, ajudaram-nos a esconder os nervos e conseguiram transmitir a essência da JovemCoop nesta reportagem. 



15 de setembro de 2015

Crónica JovemCoop - OP2016 – REFLETIR PARA MELHORAR!


OP2016 – Refletir para Melhorar!

À semelhança do ano passado, também este ano ocorre o Orçamento Participativo 2016, dando a todos aqueles que vivem, trabalham ou estudam em Braga a oportunidade de continuar a escolher o destino de parte do Orçamento do Município. Este é, na nossa opinião, um ato de louvor e uma verdadeira prova da democracia em que vivemos, pois todos devemos ter o direito de escolha, no que se refere a fundos públicos. No entanto, acreditamos que todo o processo que sustenta o Orçamento Participativo (OP) deve ser alvo de reflexão e adaptação.
O primeiro passo para quem pretende concorrer ou apenas perceber um pouco melhor em que consiste o OP é frequentar as sessões de esclarecimento que ocorrem por todo o município. Este parece-nos um excelente método de explicação do projeto aos cidadãos, contudo a JovemCoop participou em duas sessões de esclarecimento e ambas foram pouco elucidativas. No geral, foram discutidas algumas questões acerca do OP, mas raros foram os momentos em que as dúvidas foram tiradas com a devida objetividade e clareza. Estas sessões são de extrema importância para quem pretende submeter um projeto, por isso têm de ser mais concretas e objectivas.
A etapa seguinte é a elaboração do projeto que se pretende levar a concurso. Se consultarmos o regulamento do OP, qualquer “cidadão com idade igual ou superior a 16 anos que resida, trabalhe ou estude em Braga e que, devidamente identificado, se inscreva no portal do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Braga” pode submeter um projeto. Apesar de qualquer cidadão ter a possibilidade de elaborar o projeto, será que qualquer um terá competências para o fazer? Esta questão levanta-se pela dificuldade, por exemplo, de orçamentar o projeto e perceber se o mesmo se encaixa dentro dos 85 mil euros permitidos. Ou até mesmo questões técnicas, como o tempo de duração, podem-se revelar uma grande dificuldade para todos aqueles que gostariam de submeter um projeto. Por esse motivo, e para evitar que os projectos não avancem devido a dificuldades de elaboração, deveria existir uma equipa disponível a ajudar a orçamentar e a elaborar os projetos.
Ainda relativamente aos projetos, existe uma questão que nunca foi devidamente clarificada, nem quando exposta nas sessões de esclarecimentos. Qualquer projeto pode ser validado para votação deste que respeite algumas exigências, nomeadamente tem de ser realizado em espaço público, o que faz todo o sentido, uma vez que falamos de parte do Orçamento Municipal. No entanto, se o projeto submetido for um dos finalistas e visar a aquisição de bens, o que acontece com os mesmos? Materiais adquiridos com fundos públicos ficam para os particulares que elaboraram os projetos? Ou são recolhidos pela CMB com a intenção de reutilização dos mesmos em projetos futuros? E os locais de propriedade privada, como aceitar a sua inserção no OP2016?
Terminada a fase de candidaturas, é realizada uma análise técnica pelos serviços municipais. Só os projetos que respeitem todas as normas e se encontrem bem fundamentados serão sujeitos a votação. Os 66 projetos em concurso têm tanto de positivo como de negativo. É certo que estes números são motivadores e mostram que há realmente uma grande preocupação, por parte de todos, em melhorar a cidade, no entanto para quem quer votar com consciência é demasiado extenso analisar 66 projetos. Sugerimos, assim, que numa próxima edição a CMB seleccione de todas as propostas, apenas as que considere mais urgentes e essas sim sejam submetidas a votação. Nunca ultrapassando os 15 projetos, pois dessa forma qualquer votante pode analisar todas as propostas e votar com a devida consciência. Outro aspeto que deveria ser revisto é o sistema de votação, pois há gente que não tem e-mail e que se inibem de participar. Outras pessoas deram os seus dados a entidades que os usaram, criando emails, para votar no ano passado e este ano, uma vez que os dados já estão registados, há pessoas que não conseguem aceder às votações porque o seu e-mail foi registado por terceiros. E se essas entidades que criaram os e-mails decidirem, este ano, votar por essas pessoas que em 2014 confiaram os dados? Há que clarificar e simplificar o voto.

Apesar de todas as adversidades, e porque este texto é meramente uma reflexão, pedimos que VOTE, pois é importante que todos decidam onde se vai aplicar o OP 2016. 

17 de agosto de 2015

JovemCoop celebra 36 anos com projeto inovadores em prol do Património


Hoje, os 36 anos da JovemCoop foram noticia no Diário do Minho. Esperamos celebrar muitos mais anos, com muitas mais notícias, pois enquanto assim for, é sinal que o nosso dever está a ser cumprido, e que estamos no bom caminho para fazer de Braga uma cidade ainda melhor.
Venham novos projetos e novos desafios, porque a cooperar é que a gente se entende.

16 de agosto de 2015

Parabéns JovemCoop...pelos 36 que aí vêm!



Hoje é daqueles dias que me enchem de orgulho, como que se celebrasse o meu dia de aniversário, revendo as opções tomadas durante um ano.

Hoje, a JovemCoop completa 36 anos...anos de crescimento, maturação, transformação, crise, adaptação, rejuvenescimento...ou seja, anos de muitas fases, algumas com sabor a aprendizagem, outras com sabor a vitória.

É certo que a JovemCoop, nos primeiros anos, tornou-se pioneira em realizar intercâmbios, levando o nome de Portugal para fora e acarinhando as delegações de países distantes que se deslocavam a Braga.

Nos últimos anos, a JovemCoop passou a ser mais conhecida em Braga pela aposta, acertada, na defesa do nosso património, seja construído, seja ambiental.

Hoje, e passados dois anos de passagem de testemunho, a JovemCoop olhou para si, refletiu e encontra o seu caminho, com novos membros e com novos sorrisos. Por inerência de um outro compromisso assumido, não tenho acompanhado as atividades da JovemCoop com a frequência que desejava, mas estou sempre nos bastidores a dar a linha de ponto, para alguma frase esquecida. Estou onde sempre gostei de estar...no apoio a quem tem a vontade de prosseguir caminho com a JovemCoop.

Quando se pensaria que ao falar de 36 anos, deixaria aqui uma foto antiga, quero dizer que sei que a JovemCoop está diferente, tem um novo pulsar, um novo ritmo, uma nova linha de atuação.
Por isso mesmo, num acto de justiça, publico uma foto que muito me diz...a foto recente da JovemCoop na monitorização do rio Este. 

Porque há 9 anos atrás estivemos neste mesmo rio a limpá-lo, dando um sinal de que sendo jovens, tínhamos uma missão de responsabilidade. Depois de passarmos pelo Rio Este, sentiamo-nos musculada o suficiente para debater Planos Diretores, Acções de Defesa, RECAP e outros instrumentos de gestão e ordenamento. A experiência que acumulamos nas Sete Fontes deu-nos conhecimento para estar em público, com o público, a defender o que é nosso. E volvidos todos estes anos, a JovemCoop continua a sua missão de responsabilidade, hoje acrescida por captar nova massa crítica e humana que reforce a estrutura da associação.

Durante o mês de Julho tive a oportunidade de ver uma JovemCoop dinâmica, jovem, enérgica, capaz, entusiasmada e entusiástica, mesmo daquela maneira que eu sempre desejei. 
Os dados estão lançados para uma nova geração de actores que queiram uma JovemCoop, não somente como associação, mas sobretudo como uma maneira de crescer em sociedade. 

À "minha" JovemCoop, que me enche, preenche e contorna o coração, os meus votos de Feliz Aniversário, desejando celebrar muitos mais anos daqui em diante. 
Cooperantes, Nunca desvalorizem o papel que temos na cidade, porque uma associação crítica e consciente, ajuda a que a cidade se molde a quem dela necessita...os cidadãos. Não baixem os braços, vamos continuar a lutar pelos nossos ideais.

Sempre carinhosamente, de mim para ti, JovemCoop, um eterno voto de admiração ( por tudo o quanto fizeste por mim)!

Rico

36º aniversário da JovemCoop



Hoje a JovemCoop comemora o seu 36º aniversário! Hoje o dia é de festa, hoje o dia é para cooperar,mas não são todos?
Durante os seus 36 anos de existência a palavra de ordem da JovemCoop é cooperar. É certo que por vezes nem sempre é fácil, pois numa sociedade cada vez mais individualista e até mesmo egocêntrica, a vida associativa não é facilitada. Mas não é isso que a torna cada vez mais especial? 
Para nós, são as dificuldades que nos tornam mais fortes, e que nos fazem valorizar, ainda mais, os momentos de sucesso. Prova disso foi a XI edição da atividade "O Nosso Património" que excedeu este ano todas as expetativas. Se por um lado os participantes mais frequentes já chegam com as suas opiniões, com as suas próprias visões críticas criadas ao longo do ano, reflexo das participações dos anos anteriores, por outro, os novos participantes mostram-se abertos e sensíveis às novas temáticas abordadas pela JovemCoop. É, portanto, prioritário para nós apoiar e motivar o dinamismo desses jovens, para que eles nunca percam a sua vontade por fazer mais e melhor. 
Outro dos princípios desenvolvidos ao longo destes 36 anos é a inovação. Sem nunca esquecer as causas mais nobres, como a salva guarda do Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes, ou o destino das Convertidas, reconhecemos que ainda há muito por fazer em Braga e que existem ainda muitos espaços a serem preservados. O Projeto Rios, no qual a JovemCoop participa, com o apoio da Junta de Freguesia de S. Victor, é a prova de que estamos sempre com as portas abertas para novos projetos, de que nos identificamos com todos os projetos que trabalham em prol de uma cidade melhor. A nossa participação no Projeto Rios, é a prova de que com cooperação e com vontade tudo se torna mais fácil, e que podemos realmente mudar as coisas. 
Hoje, dia em que completamos os nossos 36 anos, olhamos para trás e vemos anos de sucesso, de trabalho, de cooperação, mas acima de tudo de AMIZADE. Hoje todos os cooperantes estão de parabéns, e temos a certeza que todos os que por cá passaram, levam a JovemCoop num cantinho especial do coração, com o sentimento de missão cumprida. 

Parabéns em especial à atual equipa JovemCoop, que se esforça ao máximo por manter a associação dinâmica, sem nunca esquecer os valores que lhes foram transmitidos.

Hoje, todos estamos de PARABÉNS, e que venham mais 36 cheios de atividades e cooperação.

7 de agosto de 2015

Projeto Rios

in Diário do Minho | 07/08/2015

No âmbito do "Projeto Rios", a equipa da JovemCoop esteve ontem mais uma vez a fazer a monitorização dos vários parâmetros da água do Rio Este.
Desta vez com a presença do vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, e também pelo presidente da Junta de Freguesia de São Victor, Ricardo Silva, que assistiram à atuação da nossa associação.

Fica a notícia.

3 de agosto de 2015

JovemCoop conquista novos defensores do património

Ontem, o Diário do Minho dedicou uma página ao "Nosso Património", uma atividade que é considerada o ex libris da JovemCoop e já vai na XI edição. Deixamos o nosso MUITO Obrigado ao Diário do Minho, por nos ajudar na divulgação do nosso trabalho e também à Junta de Freguesia de S. Victor que nos apoia desde a I edição.

25 de julho de 2015

O Nosso Acampamento





No fim do Nosso Património, como não podia deixar de ser,  houve o acampamento! Quarta de manhã partimos para o Convento de Montariol, mas antes passamos pelas Convertidas para ouvir a sua história. Quando chegamos ao Montariol, construímos as tendas e preparámos o espaço, depois jogamos as cartas e vimos o video feito pelos monitores. No segundo dia houve mais atividades, fizemos a bandeira do grupo e decorámos camisolas para os monitores, fizemos uma espécie de caça ao tesouro, fizemos uma corrida com água e farinha incluídas, fizemos zumba, jogamos futebol sem bola e jogamos ao lencinho. No dia final acordamos cedo por causa da chuva, arrumamos as tendas e regressámos à junta de freguesia de São Victor onde estivemos em convívio e almoçámos todos juntos. A décima primeira edição do Nosso Património foi ótima!

Vicente



Olá a todos,
Hoje (22/07/2015) fomos acampar até ao Convento de Montariol. Eramos cerca de 40 pessoas. O acampamento durou dois dias.
Nós fizemos varias atividades em grupo como por exemplo: montamos tendas, fizemos cartazes para o grupo, jogos. Quem ficou em primeiro foi o Pi, em segundo os Mini Coopers, em terceiro os Illuminati,em quarto ficaram os 5 Naturais, em quinto o Quarteto Fantástico +2 e por fim ficaram os MACAM.
Eu adorei ir acampar, pois gostei de estar em convívio com os meus colegas, e dos jogos.
Luis Barbosa


21 de julho de 2015

O Nosso Património #17




Olá a todos
Hoje na atividade do "Nosso Património" de manhã estivemos a apontar o material que precisamos para o acampamento. Depois fomos para as redondezas de Guadalupe, onde subimos a um miradouro. Eu confesso que tive algum medo porque tenho vertigens. Após isso fomos para o parque da capela de Nossa Senhora de Guadalupe, onde fizemos alguns jogos lúdicos, tais como descobrir quem faltava e improvisação.
Abraços do vosso jovem cooperante
Guilherme



Olá, hoje, dia 21 de julho,  quando chegamos a monitora gui em conjunto com os restantes monitores avisaram nos  em relação ás considerações gerais e também acerca do que levar para o acampamento ,que se realizará entre os dias 22 e 24 de julho. Em seguida fizemos uma visita ao miradouro do Sagrado Coração de Jesus, perto de Guadalupe, quando lá chegamos fomos separados  em dois grupos e subimos até ao topo onde tiramos fotografias. Depois seguimos para capela de Guadalupe, que se situa mesmo ao lado do miradouro, quando lá chegamos senta-mo-nos nos degraus da capela (cá fora), e estivemos a realizar algumas actividades que se revelaram ser bastante divertidas, chefiadas pelo monitor Pedro Belo. 


Bruna e Litos

20 de julho de 2015

O Nosso Património # 16




A ida ao Bom Jesus


Hoje, nós fomos ao Bom Jesus fazer uma atividade que era " O Peddy Paper ".



Durante a atividade passamos pelo Escadório do Bom Jesus. No peddy paper , para responder às questões tivemos de passar por 20capelas: a capela da última ceia; do monte da Oliveira; o beijo de Judas; a da flagelação; a do pretório; a do caminho do Calvário; a queda e a da crucificação de Jesus, entre outras. 



A seguir, tivemos um almoço partilhado.



No final, descemos no ascensor e voltamos à sede da Junta de Freguesia de S.Vítor.




Ricardo Gomes de Sousa

17 de julho de 2015

O Nosso Património #15




Olá a todos.
Hoje, quando cheguei à junta de freguesia de S.Vítor notei que o monitor Xico tinha voltado, fiquei muito contente pois não o via desde o ano passado e já sentia muitas saudades dele. Entretanto, iniciámos o nosso dia com a Monitora Gui (e os restantes monitores) a dar-nos indicações sobre o que iria acontecer na próxima semana, nomeadamente a ida ao Bom- Jesus e o acampamento. Claro que para nos manterem acordados tiveram de arranjar maneira de nos rirmos pelo meio.
Depois de nos avisarem das coisas básicas que iriamos ter de trazer e muitas outras informações, decidimos fazer o nosso rumo a Santa Tecla. Poucos de nós sabiam que iriamos fazer a Santa Tecla, pois no dia anterior já tínhamos lá estado.
O que aconteceu foi que acabou por ser uma bela surpresa a jogar jogos de tabuleiro, muitos deles eram novos para mim e nunca lhes tinha posto os olhos em cima.
O primeiro jogo foi um completo desastre para mim pois perdi completamente: neste jogo tínhamos 5 copinhos de cores diferentes (azul, vermelho, verde, amarelo e preto) e tínhamos também um baralho de cartas. Em cada carta tinha uma ordem de cores, em todas elas diferente podendo ser na horizontal ou na vertical. Quem conseguisse completar a ordem mais depressa ficava com a carta. Eu perdi este jogo completamente, pois terminei-o com apenas uma carta e o resto dos jogadores entre as 6 e as 9 cartas.
O segundo jogo em que participei foi o único que ganhei no meio de 4 jogos. Este jogo consistia em medir força e também na pontaria. Neste jogo tínhamos vários copos espalhados pela mesa, sendo a maioria amarelos e cerca de 5 vermelhos; tínhamos também 1 macaco para cada, sendo este o instrumento que usaríamos para atirar cocos (também espalhados pela mesa) e tentar acertar nos copos amarelos e vermelhos. Se acertássemos num dos copos vermelho tínhamos outra tentativa de jogo. Quando alguém juntasse 6 copos fazia com estes uma pirâmide. No entanto, os outros jogadores poderiam "roubar" os copos que os outros jogadores tinham juntado tentando acertar na piramide de copos uns dos outros.
E havia muitos mais jogos completamente diferentes uns dos outros, estando estes relacionados com rapidez, estratégia, pontaria...
No final do dia voltamos todos para a Junta de Freguesia de S.Vítor, eu acabei o meu dia contente, pois tinha terminado a minha primeira semana após um ano, pois eu faltei nas últimas duas semanas.

Joana Patrício



O dia de hoje foi um dia muito triste mas muito divertido como sempre, triste por ser o meu ultimo dia na companhia da Jovem Coop e divertido porque "O Nosso Património" e os seus jovens cooperantes voltaram a sair para rua. Desta vez fomos para a Praça de Justiça numa atividade da Junta de Freguesia de S.Vitor. Lá podíamos encontrar: muitos jogos de tabuleiro nos quais os nossos queridos cooperantes e os monitores mais divertidos de sempre puderam jogar. E, enquanto uns jogavam os outros iam conversando para se conhecerem melhor. Depois por volta do 12h20min voltamos para a Junta sempre no enorme alegria, porque aqui nao ha lugar para a tristeza. Foi na melhor companhia que eu passei o meu ultimo dia no "Nosso Património". Obrigada por poder passar mais um ano fantástico na vossa companhia. Mas fico muito triste por não poder partilhar a optima experiência que é o acampamento com vocês porque somos: "mais que um grupo de Cooperantes, somos uma segunda família". Divirtam-se!!
Até para o ano,

Maria (maluca) Franqueira

16 de julho de 2015

O Nosso Património #14




Boa tarde,
Hoje, começamos o dia na Junta de Freguesia de S. Victor onde os monitores nos deram algumas informações sobre os planos para segunda-feira e para o acampamento.
De seguida fomos até a Capela de S. Tecla onde o monitor João nos passou algumas informações acerca do local. Com esse material procedemos ao preenchimento das fichas de móveis e de sítio.
Tendo acabado essa tarefa, ainda em S. Tecla, distribuímos panfletos e cartazes por caixas de correio e cafés, respectivamente, com o fim de divulgar actividades promovidas pela junta de freguesia de S. Victor.
Foi assim mais uma manhã cheia de calor e convívio, e como todos os dias adquirimos conhecimentos.


Mafalda e Guilherme

Neste dia do Nosso Património fomos à Capela de Santa Tecla. A capela era um pouco pequena mas era interessante pelos vários elementos lá presentes. Lá, tivemos o privilégio de entrar na Capela pois é raro estar aberta ao público. Estivemos a preencher as fichas de sítio e de património móvel. No fim de termos tudo concluído, fomos ao jardim do lado e tiramos uma fotografia de grupo.
Na minha opinião esta visita foi "fixe" porque estivemos a visitar um espaço um pouco raro e bonito que poucas pessoas conhecem na nossa grande cidade.
André Lucena

Olá a todos,

 Hoje,  dia 16 de Julho reunimo-nos, mais uma vez,  na Junta de Freguesia de S.Victor ás 9h30. Antes de partirmos os monitores deram-nos algumas informações sobre o que íamos fazer.
 Por volta das 10h30 fomos para a capela S.Tecla, situada na rua Jaime Sotto Mayor e integrada na Quinta de Santa Tecla.Esta foi contruida em 1729 por José Pinheiro Leite. No local, um dos monitores explicou-nos algumas curiosidades sobre a capela. De seguida reunimo-nos por grupos e fomos visitar o interior da capela. A seguir, metade do grupo ficou no exterior da capela a fazer a 'ficha de sítio'. Enquanto isso, a outra metade ficou no interior para fazer as 'fichas móveis'.
 Este dia foi muito interessante para mim, porque eu nunca tinha visitado a capela. Adorei saber sobre a sua história porque faz parte do património da minha cidade. 
 Por último dirigimo-nos para o belo jardim da Quinta de Santa Tecla para tirarmos uma foto em grupo. No final de tudo fomos todos para a Junta de Freguesia de S.Victor.

E assim acabou mais um dia. Amanhã há mais. 


      Beijinhos
                Erica 

15 de julho de 2015

O Nosso Património #13




Hoje o nosso grupo dirigiu-se até às Termas Romanas Do Alto Da Cividade onde fomos recebidos por uma monitora que nos fez uma viagem guiada e nos explicou de que se tratava o que estávamos a visitar. Começamos a visita vendo um filme onde explicava o funcionamento das termas naquela altura e como era constituída (as suas fases de remodelações), juntamente com uma visita virtual às termas. Depois pudemos observar as ruínas que restam das termas e na parte traseira as ruínas do teatro.
A seguir fomos até à Fonte do Ídolo onde mais uma vez observamos um vídeo que explicava a história e o que se encontrava naquele lugar. No fim vimos por grupos a fonte de água com inscrições e figuras esculpidas em granito.
Por fim retomamos o nosso caminho em direção à Junta onde terminou mais um dia cansativo e enriquecedor da Jovem Coop.

Beatriz Martins

14 de julho de 2015

O Nosso Património #12




Olá a todos,

Hoje, dia 14 , fomos visitar dois monumentos, as Termas Romanas da Cividade e a Fonte do Ídolo. Primeiro vistamos as termas. Chegamos ao local e fomos para uma pequena casa onde nos sentamos para visualizar um vídeo que retratava como as termas eram antigamente e os percursos que os romanos faziam nas termas. Depois de acabar o video, a Guia disse-nos alguns pormenores, como por exemplo que as mulheres iam de manhã e os homens durante a tarde, entre outras coisas. Depois fomos a parte exterior e vimos as ruínas das termas e a guia identificou as várias partes das termas. No final vimos as ruínas do teatro romano, um pouco degradadas devido ao clima. 
De seguida, deslocá-mo-nos para fonte do ídolo, um antigo santuário rupestre, edificado pelos romanos no início do século I. A visita iniciou-se com a apresentação de um vídeo sobre a história deste santuário e de como havia resistido ao longo dos tempos, até se ter sido considerado um monumento nacional. De forma resumida, o monumento é constituído por um nicho e por duas estátuas, ambas na vertical de uma das paredes, sendo consideradas togada e edícula, respectivamente. No final da vista voltamos para a junta.

Este foi o nosso dia.

André e João

13 de julho de 2015

O Nosso Património #11




Hoje, dia 13 de Julho, reunimo-nos mais uma vez na sede da Junta de Freguesia de S. Vítor, pelas 9:30h. Por volta das 10:15h da manhã, partimos da Junta em direção à Praça do Município, entusiasmados por descobrir em que consistiria a aventura do dia. Quando chegamos, os monitores informaram-nos que iríamos fazer um peddy paper pela cidade de Braga.
Antes de partirmos para a aventura que prometia uma enriquecedora e entusiasmante manhã, organizamo-nos em grupos e fizemos o nosso respetivo grito de guerra, todos ao mesmo tempo. Os postos do peddy paper eram idênticos para cada grupo, apenas a ordem era diferente.
A primeira pista foi igual para todos, situada na Praça do Município, que seria, portanto, o nosso ponto de partida e de chegada. Os grupos, chefiados pelos respectivos monitores, percorreram a cidade de Braga, procurando as pistas e respondendo a perguntas sobre os locais históricos onde se encontravam. Os postos foram o Campo das Hortas, o Museu dos Biscainhos, Jardim de Santa Bárbara, Museu Nogueira da Silva, Arcada e Largo Carlos Amarante.
 Após este momento de convívio e aprendizagem, os grupos reuniram-se novamente e, aliados a um espírito alegre e a um longo período de tempo ainda restante, realizamos alguns jogos dinâmicos, como o peixinho humano (sendo nós as cartas e os monitores os jogadores) e outras atividades coletivas, cultivando assim o nosso espírito de união e companheirismo.
Quando terminamos, regressamos à Junta de Freguesia, onde demos por encerrado o 11 dia da XI edição do "Nosso Património", cientes de que a aprendizagem e a diversão são grandes aliados!


Ana e Sofia

Nota: este texto foi realizado por videochamada hehehehe :)

10 de julho de 2015

O nosso património #10





Hoje saímos da junta de Freguesia de S. Vítor por volta das 09:45.
Fomos ver, em primeiro lugar, os marcos miliários, que marcavam as milhas das estradas que liagavam Bracara Ausgusta a Austurica Augusta. De seguida vimos o Palacete Matos Graça (séc.XVII-1880,) que foi construído por Manuel Rocha Veloso, onde a sua fachada continua intacta. Vimos também a Basílica dos congregados que foi erguida no final do séc. XVII (1784). A seguir fomos para a avenida central. Depois andamos até à Sé de Braga que ao longo destes anos sofreu constantes intervenções. Em último, observamos o arco da Porta Nova, que foi construído a mando de D. Diogo de Sousa. Em 1910 tornou-se monumento nacional.

Posso concluir que foi uma visita interessante e que adquiri novos conhecimentos.

Bruna Proença

Olá amigos,
Tudo bem?
 Hoje, dia 10 de Julho, a atividade 'O Nosso Património' fez uma visita ao centro histórico bracarense. Saímos da Junta de Freguesia de S.Vítor e fomos até ao largo existente frente à Igreja da Sra. A Branca, onde nos questionamos acerca de um marco ali presente que, após explicação da Gui, percebemos ser uma espécie de "sinal" que assinalava a existência de estradas que uniam várias cidades romanas, entre elas obviamente Bracara Augusta.
 Prosseguimos até à Igreja/Convento dos Congregados onde nos foi explicada a sua evolução desde a sua construção e todas as suas funções e datas relevantes, desde a sua principal função religiosa até á sua vertente de ajuda aos doentes e mais recentemente ao incentivo e desenvolvimento da aprendizagem de música.
 Fomos também à Sé de Braga e ao Arco da Porta Nova onde relembramos vários factos e histórias acerca destes monumentos, nunca sendo demais recordar e aprender.
 Relembrar estes aspetos da nossa cultura ajuda-nos a desenvolver a nossa identidade e cidadania, aproximando-nos e integrando-nos na nossa cidade, tornando-nos capazes de conhecer melhor a cidade que tanto gostamos!
Até breve,

Tomás Pinhão

9 de julho de 2015

O Nosso Património #9




Hoje, dia 9 de julho, fomos visitar o Museu D. Diogo de Sousa.
Começamos por visitar os laboratórios, onde os artefactos encontrados nas escavações são estudados e restaurados para exposição. A maioria dos objetos encontrados são em cerâmica, uma vez que esta resiste melhor à acidez do solo da nossa região.
De seguida, vimos vários instrumentos da Idade da Pedra e da Idade do Bronze. Os primeiros incluíam não só ferramentas simples do Paleolítico mas também machados, flechas e arcos mais elaborados e vasos decorados com paus ou com os dedos, datados já do Neolítico. Os artefactos da Idade do Bronze incluíam machados em bronze e vários adornos, bem como uma estátua em pedra de um guerreiro que estaria à entrada de um castro.
Seguidamente, passamos às áreas dedicadas ao período romano. Inicialmente, vimos vários objetos de cerâmica de decoração mais elaborada e feitos em série através de moldes, bem como várias moedas. No piso inferior, vimos maquetas de alguns edifícios romanos da cidade, como as termas da Cividade, e também vários objetos da vida quotidiana dos romanos, como adornos, panelas ou vasos. Vimos ainda a coleção de marcos miliários do museu, a maior do mundo, e algumas sepulturas juntamente com os objetos encontrados dentro das mesmas.
Por fim, fomos visitar as ruinas de uma casa romana que se encontra na cave do museu. Estipula-se que a parte da casa encontrada seria um jardim interior ou um tanque.
Termino agradecendo ao arqueólogo Victor, que nos guiou na visita aos laboratórios, e à Carina, funcionária do museu e membro da JovemCoop, que nos guiou na visita ao museu, por despenderem da sua manhã para nós.


Manuel Barbosa

Hoje, dia 9 de julho fomos visitar o museu D. Diogo de Sousa.
Quando chegamos ao local, tivemos a ajuda da Carina que nos guiou nesta visita. De início, dirigimo-nos ao auditório, onde nos foi apresentado um pequeno vídeo sobre alguns aspetos interessantes a ter em conta, como a abundância do barro para cerâmica na zona de Braga.
De seguida , tivemos o prazer de conhecer os laboratórios do museu, nesse mesmo local podemos observar o modo como fazem o restauro de algumas peças. 
Terminada a visita aos laboratórios, dirigimo-nos para a parte onde se encontravam expostos os artefactos descobertos. Nesse local podemos ficar a conhecer a história dos nossos antepassados e observar as suas invenções ao longo do tempo. Podemos constatar que alguns objetos são semelhantes aos que encontramos no nosso quotidiano.
Já naquele tempo se construíam objetos semelhantes às "nossas" facas e alguns objetos para a caça. Dado isto, descemos e podemos ver em forma de miniatura um local onde se afirma ser as termas ou o que chamamos hoje de spa. Nesse local foi nos explicado que os senhores que iam a esse local levavam consigo escravos apenas para tomarem conta da sua roupa.
De seguida, podemos ver uma sepultura, que continha no seu interior joias e alguns vasos que continham as cinzas do corpo cremado.
Para finalizar a visita observamos vestígios de uma habitação que foi encontrada durante as escavações arqueológicas onde hoje se encontra o museu.
Com a visita terminada dirigimo-nos à junta, chegando assim ao fim de mais um dia. J

Lipa e Carla

Hoje na atividade "O Nosso Património" da Jovem Coop fomos ao Museu D. Diogo de Sousa, no qual após termos entrado fomos para uma onde nos fizeram algumas perguntas sobre a arqueologia e do que é que esta se tratava depois, disto vimos um vídeo que nos explicava como é que os arqueólogos e investigadores trabalhavam.
Mais tarde fomos para o laboratório, e lá explicaram-nos como é que é feito o processo de recuperação dos artefactos antigos, nomeadamente a cerâmica e mosaicos.
Após isto fomos para uma sala que estava dividida entre várias partes desde a idade da pedra à idade do bronze, na parte da idade da pedra vimos instrumentos que eram usados mais na era paleolítica como para cortar a carne dos animais que estes caçavam ou as quais poderiam ter usado para acender fogueiras através da fricção e na parte da idade do bronze vimos um elmo que um guerreiro romano possa ter usado, também vimos uma estátua que estaria em frente a um castro para mostrar que estariam guerreiros fortes para caso os quisessem atacar assim como vimos acessórios que as pessoas deste tempo possam ter usado.
Depois fomos para uma outra sala do museu na qual vimos um artefacto que seria único no mundo assim como falamos do facto de os romanos usarem moldes para certas cerâmicas. No final desta parte do museu estava localizado um tesouro na qual estariam 11 moedas de prata e 45000 moedas de cobre (espero não estar a exagerar :) ).A seguir vimos uma pata de um cavalo pertencente a uma estátua na qual este estaria a ser montado pelo imperador dessa época, vimos uma coleção de marcos miliários existentes nesta época, cerâmicas encontradas recentemente onde está o Liberty Street Fashion e uma sepultura na qual uma mulher estaria enterrada devido aos pertencentes que esta levava para a outra vida.No final da visita vimos as ruínas do que seria um jardim localizado no interior da casa ou um tanque. Estas ruínas seriam do tempo dos romanos e foram encontradas quando se estava a planear a construção do museu.A visita foi interessante e penso que todos ficamos a saber mais sobre o que se passou na nossa cidade no passado.
Até amanhã ,
Duarte

8 de julho de 2015

O Nosso Património #8




Olá a todos! 

Hoje, no dia 8 de julho, reunimo-nos mais uma vez na sede da Junta de Freguesia de S. Vítor às 9:30, onde nos informaram que iríamos visitar o parque da Ponte. Por volta das 10 da manhã chegamos à rua dos Galos, onde vimos o rio, e a fonte com os dois galos gravados em baixo relevo. Sentamo-nos à sombra, onde ouvimos a história daquele local contada pela monitora Gui, e vimos o rio a passar ao nosso lado. Infelizmente, ao contrário do que fizemos nas Sete Fontes, não podemos encher as nossas garrafas com a água da fonte, pois esta é imprópria para consumo. Tiramos uma foto de grupo, e seguimos caminho ao lado do rio em direção ao parque onde se encontra a capela de S. João Baptista. Mais uma vez, a Gui contou-nos tudo sobre a capela e também sobre o Convento dos Remédios, que foi demolido no início do Século XX. No entanto, os elementos decorativos encontram-se espalhados pela cidade, estando algumas imagens presentes no parque. De seguida separamo-nos por grupos, e cada um teve algo atribuído, para que pudessem preencher fichas das partes móveis e imóveis do parque.


Quando todos acabamos, voltamos pelo mesmo caminho que antes tínhamos percorrido, e pouco tempo depois chegamos à Junta de Freguesia, onde demos por encerrado o 8º dia no património.

Beijinhos,
Daniela e Beatriz