10 de dezembro de 2013

Câmara Municipal de Braga suspende PDM no Complexo das Sete Fontes

in Correio do Minho - 10/7/2013


CMBraga suspende PDM  no Complexo das Sete Fontes

Finalmente, a luz ao fundo do túnel!

Foi ontem suspenso, em reunião de vereação da CMBraga, o PDM no Complexo das Sete Fontes. Ao fim de anos de luta constante, começada muito bem pela ASPA, à qual a JovemCooperante se juntou em anos mais próximos e também o Grupo de peticionários pela salvaguarda das Sete Fontes, vemos ser dado o primeiro passo sério e formal para que haja uma real proteção e salvaguarda do monumento nacional que é o Complexo Eco Monumental das Sete Fontes e de toda a sua envolvente.

Esperamos que este seja na verdade, o primeiro passo para a realização de um real plano de pormenor e salvaguarda das Sete Fontes, e que este não fique esquecido na gaveta mais uma vez.

O Professor Miguel Bandeira, pelo seu trabalho, e pelo seu passado nesta luta, dá-nos a garantia que esta é uma decisão que terá pernas para andar.

Que num futuro próximo possamos todos, juntamente com familiares e amigos, passear naquele que será um dos principais parques da cidade, e naquele que é sem qualquer dúvida um dos grandes pulmões da nossa urbe.

Estaremos atentos. Mas confiantes.

Artigo de opinião - GNRation?

in Correio do Minho - 10/12/2013
GNRation? 

 

Muito se tem ouvido falar do antigo quartel da GNR, agora transformado no GNRation. Sem dúvida que esta foi uma obra de grande valor, pois contribuiu para manter ativa uma peça do grande puzzle que conta a história da cidade.
No entanto, qual é a finalidade deste edifício? Para quem foi construído o GNRation?

Realizada uma pequena pesquisa concluímos que o GNration é “um espaço de criação, consumo e experimentação de atividades criativas, ao serviço da cidade e da comunidade, com vista à atração de talento”. É certo que esta é apenas uma pequena definição sobre todas as áreas que dividem o edifício, mas é o suficiente para nos questionarmos sobre a real utilidade do edifício.

Sabemos que, desde a sua abertura, o antigo quartel tem atividades e exposições a decorrer, o que deve ser valorizado. Contudo, quando se realiza uma visita guiada ao edifício, depara-se com uma grande quantidade de espaços vazios. Qual será a causa desta falta de utilização?

Na nossa opinião, o GNRation está muito longe do povo bracarense. É preciso aproximar as pessoas, e mostrar que este edifício está “ao serviço da cidade e da comunidade”. Mostrar que todos podem usufruir deste espaço. Ou será que não podem?
Afinal, para quem se destina o GNRation?

Fazendo uma breve passagem pela agenda de atividades do antigo quartel, percebemos que abundam os concertos, os workshops, as oficinas criativas, entre outros. Estas atividades, para além de serem atividades com um público muito específico, são na sua maioria pagas. Podemos então concluir que o GNRation não se encontra propriamente direcionado para os bracarenses, mas antes para uma reduzida parte de bracarenses. Contudo não precisamos todos de ter acesso à cultura?

O que falta em Braga é um espaço de cultura próximo dos bracarenses, e o GNRation poderia muito bem ser esse espaço. Numa das últimas tertúlias da Feira do Livro, em que a JovemCoop participou, um dos pontos abordados foi a falta de público nos eventos culturais da cidade. Esta falta de público deve-se à falta de cultura que se fez sentir em Braga nos últimos vinte anos, após o encerramento da Casa da Cultura.

Agora, e pensando no futuro cultural da cidade, é preciso um espaço onde haja cultura para todos, onde se possa ensinar as pessoas a gostar de cultura. É necessário um espaço de Braga e para Braga, onde todos se sintam parte. Parece-nos urgente que haja um espaço onde a cultura deixa de ser algo caro, inacessível, e passa a ser uma realidade, um hábito comum à vida de todos os bracarenses. Se há quem reclame um Theatro Circo de portas abertas, porque não fazer do GNRation um provador prévio de agentes e dinâmicas culturais?

A cidade está repleta de agentes culturais que se querem “mostrar” e que estão disponíveis a ajudar, que trabalham de forma voluntária e que se preocupam em sensibilizar todas as pessoas para a cultura.
O GNRation poderia ser então uma nova Casa da Cultura. Um local onde a cultura está em primeiro lugar, acessível a todos. Seria um espaço preocupado em fazer chegar cultura a todas as pessoas.

O antigo quartel poderia ainda ser considerado a Casa Municipal da Juventude. Uma casa onde se estabelecesse o diálogo intergeracional, onde os jovens teriam apoio para os seus projectos, para os seus trabalhos, podendo as associações encontrar aqui a sua sede.

Qualquer uma das duas soluções que apresentamos faria do GNRation um espaço com uma finalidade concreta e com uma maior interação com o público. Parece-nos urgente que se (re)pense na finalidade do edifício, para que este se revele útil para a cidade.
E porque definir a utilização do espaço seria uma espécie de prenda de Natal para a cidade de Braga, deixo em meu nome, e em nome da JovemCoop votos de um Santo e Feliz Natal.

http://www.correiodominho.com/cronicas.php?id=5533


9 de dezembro de 2013

Proibição de construções nas Sete Fontes

in Diário do Minho 7/12/2013


É já hoje que a CMB aprova em reunião camarária a suspensão preventiva do PDM para toda a zona de proteção das Sete Fontes. 

Apesar de ser uma medida cautelar que irá vigorar por dois anos, é com grande satisfação que vemos ser dado um primeiro passo para a real proteção do monumento, zelando pela qualidade de vida dos bracarenses e das gerações futuras em detrimento dos interesses individuais de enriquecimento. 

Esperamos por isso que este seja o primeiro de muitos passos, para a criação do futuro Complexo/Parque Eco-Monumental das Setes Fontes.


http://www.diariodominho.pt/conteudos/pesquisa/p/1?pesquisa=sete+fontes

29 de novembro de 2013

JovemCoop na Feira do Livro

JovemCoop na Feira do Livro

A Cidade de Braga inaugura hoje, às 17h, a Feira do Livro, certame que apesar do decréscimo de livreiros e editoras, continua a ser uma referência no panorama literário do Norte de Portugal.

Se em tempos a JovemCoop participava na Feira do Livro expondo e vendendo livros, este ano foi-nos lançado um desafio diferente, igualmente atractivo.

Vamos dinamizar duas sessões de conto/teatro marionetas, às 11h30 de Sábado, dia 30/11 e Domingo, dia 01/12. 

A JovemCoop, em parceria com o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, leva à Feira do Livro o "Traseiro do Senhor Titus Satrius", uma belíssima peça sobre o que um simples alfinete pode fazer.

A não perder, pois é um teatro para os mais pequeninos e também para os graúdos.

Aparece!!!

27 de novembro de 2013

Apresentação do livro "Lobo Mau Ataca a República dos Três Porquinhos"


A JovemCoop Natureza Cultura, convida todos os seus amigos para a apresentação do livro "Lobo Mau Ataca a República dos Três Porquinhos", da autoria do Prof. Paulo César, que reúne alguns dos contos que este foi escrevendo nos últimos anos. O Prof. Paulo César é associado e antigo Coordenador Geral da nossa associação. A apresentação decorre no dia 29 de Novembro, pelas 21 horas, no Auditório da Escola Secundária Sá de Miranda. 

Apareçam.

Roteiros pelo Património - Carlos Amarante e o Neoclássico

"Correio do Minho" 24/11/2013

No passado dia 24 de Novembro a Jovem Cooperante Natureza/Cultura, em colaboração com a Braga+, realizaram mais um "Roteiro pelo Património" desta vez tendo como tema Carlos Amarante, figura controversa no seu tempo, e o Neoclássico.

A visita começou no Largo de S.Tiago e incluiu algumas das obras do "protegido" e inspector das obras públicas de D. Gaspar de Bragança, terminando na Igreja de S.Vicente onde se apreciou o retábulo do orgão desta igreja, obra do arquitecto.

Aqui fica a notícia.


http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=74263

18 de novembro de 2013

Artigo de Opinião - Uma Braga ciclável

 

Correio do Minho 12/11/2013

Caro Leitor

Muito se tem falado sobre a Via Pedonal Ciclável do Rio Este. Quem percorre os três quilómetros por onde se estende a via, facilmente se depara com alguns problemas. É sobre estes problemas, e sobre esta via Ciclável, que propomos efetuar uma reflexão.

Um dos problemas que tem gerado grande polémica, acerca da Via Pedonal Ciclável do Rio Este, é a sua falta de segurança. Sendo esta uma via com o objetivo de ser útil aos cidadãos, e estando o país regido pelo horário de inverno (onde, por vezes, às cinco horas já é noite), parece-nos ina-dmissível que a maior parte dos lampiões, que estão colocados ao longo da via, estejam desligados. Ao percorrer a via, são bastantes os troços onde a visibilidade é reduzida, o que, juntamente com a pouca luminosidade, pode colocar o cidadão numa situação de insegurança. Ora, se a cidade oferece aos seus habitantes um local onde estes podem caminhar, andar de bicicleta, não seria suposto que esta fosse segura? De que serve ter as condições necessárias, quando nos falta segurança?

Um outro ponto que nos parece importante reflectir é o acesso à via, que, quando realizado pela zona Este, é abrupto e está completamente desenquadrado. Se para o próprio cidadão de Braga, o acesso à via é um choque, imaginemos agora, quando um turista, à procura desta via, se depara com aquele início. Com a sua falta de sinalização e de estética, certamente que quem visita a Via Pedonal Ciclável do Rio Este não ficará com uma boa imagem daquele espaço da cidade.

Ao longo da via, muitos são os problemas que vão surgindo, desde a própria designação (que segundo os documentos do Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres deveria ser Pista Ciclável Partilhada com Peões), passando pelas dimensões, pela grave falta de sinalização, chegando até aos bancos de descanso que se podem encontrar na lateral da via. Como se pode ver, perante todos estes contratempos, é fácil, adivinhar-se, a necessidade de uma segunda intervenção na via, de modo a que esta se adapte a todos os que dela usufruem.

No entanto, apesar de todos os problemas com que nos deparamos, é necessário realçar que Braga deu mais uma “pedalada” no caminho das vias cicláveis. Se até Setembro de 2013, Braga só podia contar com uma ciclovia - a de Lamaçães, agora a cidade está mais rica e já conta também com a Via Pedonal Ciclável do Rio Este.

É importante ressalvar que a Ciclovia de Lamaçães, embora não esteja bem concebida, foi o primeiro passo de Braga na direcção de uma “cidade ciclável”, ainda que esta tenha de ser alvo de avaliações e de intervenções de melhoramento. Com a existência da Via Pedonal Ciclável do Rio Este, Braga mostrou-se disponível para crescer neste âmbito. Mas, para que isso seja possível, é necessário que todos tenham vontade de o fazer, pois só com a cooperação de todos é que a cidade poderá evoluir. Como resultado de todo este trabalho está a grande adesão que a via pedonal Ciclável tem. Faça sol ou faça chuva, é certo que estão lá pessoas a usufruir de um troço da via.

A grande procura da nova via é o principal motivo pelo qual a autarquia se deve preocupar em melhorar as vias já existentes na cidade, e também a prova de que se pode apostar em novas vias cicláveis em Braga.
Relativamente à construção de novas vias, deixo aqui a sugestão de que se ouçam alguns dos principais ciclistas urbanos de Braga, para que em conjunto se ache um percurso útil para todos.
Assim, defender uma Braga Ciclável é, não só proporcionar novas formas de locomoção e mobilidade, mas também, uma questão de saúde que não é indiferente a nenhum cidadão. Por isso, deixamos uma sugestão, tentar usar menos o carro e privilegiar o uso da bicicleta - a cidade e os cidadãos ficarão a ganhar.

Obrigado, amigo leitor, pelo tempo que me dispensou. Até breve.



http://www.correiodominho.com/cronicas.php?id=5456#

14 de novembro de 2013


Exposição Fotográfica e Magusto

É já no próximo sábado, 16 de Novembro que a JovemCoop, no âmbito da preparação dos seus 35 anos, inaugura uma Exposição Fotográfica com fotos de várias actividades realizadas desde a sua criação até aos nossos dias. Juntamente com a exposição teremos também o Magusto JovemCoop. 

Estão todos convidados a aparecerem, cooperantes e amigos, pelas 15 horas no MDDS - Museu D.Diogo de Sousa.

Apareçam, contamos com a vossa presença.

21 de outubro de 2013

Visita guiada à Braga Desaparecida


É já no próximo sábado 26 de Outubro, que a Braga + e a Jovem Cooperante Natureza/Cultura organizam mais uma visita guiada ao património desaparecido da nossa cidade.

Juntem-se a nós, às 9.30h na Arcada. 

15 de outubro de 2013

Artigo de Opinião - Convertidos às Convertidas



Correio do Minho 15/10/2013

Convertidos às Convertidas

Caro Leitor,

Agradeço, desde já, o tempo que despende a ler estas palavras. Foi com imenso gosto que aceitei o convite do Diretor do Correio do Minho, Paulo Monteiro, para colaborar mensalmente com o jornal, escrevendo uma crónica direcionada para a Juventude. Este convite foi-me dirigido por ser a nova Coordenadora Geral da Associação Jovem Cooperante Natureza/Cultura. Deste modo, este espaço mensal terá como objetivo provocar alguma reflexão sobre temas não só direcionados para a juventude, mas também para o património, a cultura e o ambiente.

No passado dia 12, a JovemCoop foi convidada a apoiar uma iniciativa do jovem cooperante Leonardo Rodrigues, que consistiu em (re)visitar a Casa das Convertidas. Aceitámos este convite de imediato, pois no que diz respeito à defesa do património bracarense, a JovemCoop abraça, incondicionalmente, todas as iniciativas.

A Casa das Convertidas foi fundada em 1720, porém só em 1722 é que este recolhimento abriu as suas portas à cidade de Braga. Dedicado a Santa Maria Madalena, este recolhimento tinha como função albergar mulheres de má conduta, e fazê-las arrependerem-se dos seus erros.

São poucas as divisões deste edifício que ainda se encontram num razoável estado de conservação. Destaco a roda que se encontra na entrada e a capela que, num estilo marcadamente barroco, é um excelente exemplo do que, no século XVIII, se usava em Braga.
Felizmente, quem entra nas Convertidas não consegue sair indiferente ao que este edifício representa na cidade. Quem entra nas Convertidas sai de lá preocupado com o destino deste tesouro escondido no centro histórico.

Estando agora ao encargo do Ministério da Administração Interna (MAI), o destino da Casa das Convertidas continua a ser uma incógnita. Como é do conhecimento público, durante o último mandato, a Câmara Municipal expropriou os edifícios e terrenos anexos à Casa das Convertidas, falando-se em instalar aí a Pousada da Juventude.
A expropriação dos terrenos contíguos à Casa das Convertidas pode não ser consumada se o Tribunal entender suspender o processo.

De forma mais célere do que o habitual, o executivo que cessará funções no próximo dia 21, já depositou o montante aferido pela avaliação ao terreno. Em causa estão 3 milhões de euros que, neste momento, estão à guarda da instância judicial.
Caso o Tribunal Administrativo dê seguimento à expropriação, então o novo executivo municipal herdará as faturas, juntamente com as propriedades, muito caras aos cofres municipais, sem garantia de haver fundos comunitários para dar seguimento a um projeto para os terrenos e não especificamente para o imóvel classificado.

É nosso desejo que se recupere a Casa das Convertidas, dando-lhe nova vida, mas que haja coerência nas atuações, não estando a esbanjar dinheiro na expropriação, pois torna-se urgente uma primeira intervenção para a preservação deste Imóvel de Interesse Público, pois é já impossível ao visitante conhecer a área destinada às celas - divisões da casa, cujos materiais estão completamente apodrecidos, fragilizando a estrutura.

Na nossa cidade, a maior parte dos cidadãos desconhece a riqueza patrimonial das Convertidas.
Este é um dos principais motivos pelo qual abrimos as suas portas, para mostrar aos cidadãos este local de difícil acesso. Acreditamos que depois de ter um contacto direto com o edifício, todos os visitantes passarão a ser vozes ativas na preservação da Casa das Convertidas, pois esse é um dever cívico de quem pretende preservar a história de Braga.

Obrigado, amigo leitor, pelo tempo que me dispensou. Até breve.



 http://www.correiodominho.pt/cronicas.php?id=5383

11 de outubro de 2013

ACB: Adoro Conhecer Braga

 
2ª Tertúlia "Adoro Conhecer Braga"

Decorre amanhã, dia 12 de Outubro, no auditório da FNAC, a segunda tertúlia sobre o livro "Adoro Conhecer Braga", da responsabilidade da Associação Comercial de Braga.

Este livro, dividido em 15 capítulos, escritos por 15 autores, ganha destaque pelas curiosidades que acompanham cada um dos capítulos, da autoria de Margarida Costa.

Esta recente publicação ajuda a promover a imagem de Braga, dando a conhecer vários aspectos desta região, como, por exemplo, a Gastronomia, as Tradições, os Sons, a História, a Inovação, entre outros.

Amanhã, reunem-se 5 dos autores, para dar a conhecer as especificidades dos seus temas...há aspectos surpreendentes. "Nós" estaremos representados por dois amigos especiais.
Rui Ferreira foi convidado a falar sobre a história da cidade de Braga, enquanto que Ricardo Silva tentará demonstrar as curiosidades "fantásticas" da nossa cidade.

A NÃO PERDER!!!


Guadalupe: Festas adiadas

"Diário do Minho" 08/10/2013
 
As Grandiosas Festas em Honra de N.ª Sr.ª da Piedade S.Marçal, realizadas no Parque de Guadalupe, geralmente são celebradas no mês de Setembro.

Nesta festa ocorre a eucaristia em Honra de S.Marçal, padroeiro dos bombeiros, ao qual se pede que livre os bombeiros dos perigos e aproveita-se para prestar tributo a todos os soldados da paz, pelas missões que desempenham. 

Como este ano houve muitos incêndios durante o mês de Setembro, e como não se conseguia garantir a melhor participação dos Soldados da Paz, optou-se por adiar a festa para Outubro. Contudo, chegados a Outubro, percebe-se que é uma altura menos propícia para a realização da festa, pelo que decidiu-se não realizar a festa este ano.

Assim, a Comissão de Festas, prevê melhorar o plano de actividades para a festa, em 2014, celebrando com maior dignidade os tributos prestados à Senhora da Piedade e a S.Marçal.


Braga Ciclável: Cidadania Activa

"Correio do Minho" 10/10/2013

A Cidadania Activa, feita de forma atenta e construtiva dá frutos. O projecto "Braga Ciclável" é prova disso mesmo.

O projecto "Braga Ciclável" foi galardoado com o Prémio Nacional de Mobilidade em Bicicleta, sendo considerado uma plataforma de informação para os utilizadores de bicicleta, bem como veículo de promoção para os benefícios da mobilidade sutentável.

Porque este projecto tem marcado a diferença em Braga, pela sensibilização que tem efectuado e porque é um trabalho meritoso, a JovemCoop congratula, publicamente, o Victor Domingos e a restante equipa do Braga Ciclável pelo trabalho que estão a efectuar.

Os nossos sinceros parabéns.


Climb: Projecto Etapas

"Diário do Minho" 09/10/2013

"Etapas" é o nome do mais recente projecto dos nossos amigos André Costa, Filipa Gonçalves, Sara Santos, Rui Pinheiro, Patrícia Gonçalves, Ricardo Silva, Vânia Barreto e Pedro Novais.

O “Etapas” é um projeto da equipa Climb, apresentado e aprovado no âmbito do programa europeu “Juventude em Ação” no ano de 2013.

O projeto vai ser implementado na cidade de Braga e com atividades entre os meses de Outubro de 2013 a Março de 2014, com o tema da empregabilidade jovem, o projeto “Etapas” assenta em três pilares: o empreendedorismo (pessoal, profissional e social), a empregabilidade e o combate ao abandono escolar.

O projeto será desenvolvido em 6 atividades, com o nome de “Etapas”, a realizar mensalmente no segundo sábado de cada mês, com início no mês de Outubro de 2013 e termo no mês de Março de 2014.

Todas as atividades preveem e objetivam a inclusão de cidadãos que padeçam de deficiências visuais, auditivas e motoras.

Damos os parabéns a estes nossos amigos, pela capacidade de empreender, de forma altruísta, ajudando a encontrar soluções.

 


Mosteiro de Rendufe: obras de recuperação

"Diário do Minho" 10/10/2013

O Mosteiro de Santo André de Rendufe, situado em Amares, é um Imóvel de Interesse Público desde 1943, mas que esteve ao abandono durante várias décadas.

Além do abandono, sofreu incêndios, derrocadas e, com as expropriações às ordens religiosas, grande parte do imóvel foi vendido a privados, o que dificultou as suas acções de recuperação.

Após um consenso, a Direcção Regional de Cultura do Norte conseguiu capitalizar financiamentos para promover a reabilitação deste antigo mosteiro.

As obras da primeira fase da intervenção estão atrasadas, mas sabemos que estão em andamento e que será possível, num futuro próximo, usufruir de mais um espaço ao serviço da população.

Dada a sua história e a importância que deteve, este é, sem dúvida, um excelente sinal para o património de Portugal.

Monte Picoto: Uma boa notícia

 
"Diário do Minho" 08/10/2013

O Monte Picoto tem sido alvo de uma grande requalificação, cuja obra está em fase de conclusão.

O Diário do Minho dá nota da imensa procura deste local por parte dos bracarenses, os quais se têm deslocado àquele Monte para aferir as obras, mas também para usufruir da paisagem.

Não tendo sido, dentro da nossa visão, a prioridade como Parque Verde para a cidade, a bem da verdade é que após esta requalificação, Braga passa a deter um local privilegiado de lazer.

Um boa notícia para todos os bracarenses!



9 de outubro de 2013

Visita à Casa das Convertidas

 



No próximo sábado dia 12 de Outubro, o nosso amigo Leonardo Rodrigues irá realizar uma visita às Convertidas.

A visita será às 15h e o ponto de encontro será às 14.45h na Arcada.

Quem estiver interessado em ver de perto um dos mais emblemáticos monumentos da cidade de Braga, deverá fazer a inscrição para o email leonardorodrigues16@hotmail.com, ou entrar em contacto com o próprio através do número 915279642.

Juntem-se a nós.

Casa das Convertidas: A decisão na mão dos tribunais

"Diário do Minho" 07/10/2013

A expropriação dos terrenos contíguos à Casa das Convertidas pode não ser consumada se o Tribunal entender suspender o processo.

De forma mais célere do que o habitual, o executivo que cessará funções no próximo dia 21, já depositou o montante aferido pela avaliação ao terreno. Em causa estão 3 milhões de euros que, neste momento, estão à guarda da instância judicial.

Caso o Tribunal Administrativo der seguimento à expropriação, então om novo executivo municipal herdará as facturas, juntamente com as propriedades, muito caras aos cofres municipais, sem garantia de haver fundos comunitários para dar seguimento a um projecto para os terrenos e não especificamente para o imóvel classificado.

É nosso desejo que se recupere a Casa das Convertidas, dando-lhe nova vida, mas que haja coerência nas actuações, não estando a esbanjar dinheiro na expropriação, sem primeiro garantir a reabilitação do imóvel classificado como de Interesse Público.


Dume: Uma boa notícia para o património

"Diário do Minho" 07/10/2013

A questão não é tão antiga como os vestígios arqueológicos, mas finalmente Dume obteve o financiamento necessário para realizar uma obra há muito projectada e desejada.

A criação de um corredor subterrâneo, que ligue o local onde se encontra o túmulo de S.Martinho às ruínas da basílica suévica, é o projecto a executar e que garante aos turistas aceder aos vestígios arqueológicos sem ter de esperar ou interromper as eucaristias.

A peça jornalística retoma um tema interessante relativo à gestão dos espaços musealizados. Na caixa em destaque, fala-se na criação de uma estrutura que faça a gestão, manutenção e divulgação de (todas?) as estruturas museológicas de Braga, avançado que no caso de Dume há que ter em conta a Paróquia, a Confraria de N.ª Sr.ª do Rosário, a Junta de Freguesia, a Câmara de Braga e a DRCN (ex-IPPAR).

Seria importante voltar a reflectir naquilo que podia ser um "Consórcio" entre as principais forças da cidade, criando uma estrutura capaz de dar esta resposta, não de forma isolada, mas coerente e continuada. A ideia de um Consórcio que fosse composto pela Câmara Municipal de Braga, Arquidiocese, Universidade do Minho, Museu D. Diogo de Sousa e DRCN seria uma mais valia para o conhecimento, preservação, dinamização e divulgação dos nossos núcleos museológicos e pelos cuidados a ter em intervenções em locais de sensibilidade patrimonial.

Com certeza, um assunto a ser tomado em conta pelo novo executivo da CMB.

Boas Iniciativas: Cãominhada da ABRA

"Diário do Minho" 06/10/2013

A ABRA (Associação Bracarenses dos Amigos dos Animais) levou a cabo, no passado Sábado, uma iniciativa de sensibilização para a adopção de animais.

A "Cãominhada" é uma iniciativa que junta animais e os seus donos num alegre passeio pela cidade. Mas ganha destaque, também, por levar a passear animais que foram abandonados e que agora residem no canil, esperando poder ser adoptados.

Como refere a dirigente da ABRA, Claudia Sousa, os voluntários da associação fazem a diferença dentro do canil, pelo apoio que prestam, mas as mentalidades mudam, relativamente ao tratamento dos animais, com o apoio da sociedade civil.

Uma fantástica iniciativa que animou o centro da cidade. Espera-se que numa nova gestão municipal, o canil possa sofrer obras de melhoramento e proporcionar condições mais apropriadas aos animais que lá vão parar.


Sobre a Quinta dos Peões

 
"Diário do Minho" 05/010/2013

O terreno da Quinta dos Peões desde há muitos anos que é alvo de várias polémicas, todas elas associadas a negócios em teias complexas, que favorecem a construção, seja de privados, seja para a Universidade do Minho, sem prever a hipótese de manter ali um espaço verde, fruível pela cidade.

Para ali esteve previsto o Parque Verde Nascente, após ter dali desaparecido o campo experimental de milho. A solução de Parque Verde era uma agradável surpresa à data, pois na altura em que outras cidades constituíram zonas ambientais urbanas, Braga parecia querer acompanhar essa tendência.

Infelizmente, Braga manteve-se fiel a si própria e não albergou ali um parque verde e o terreno, que era público, foi vendido a privados. E aqui é que se vê como Braga se deixou atrasar em matéria de planeamento e políticas ambientais, relativamente às cidades vizinhas. Os interesses privados que privilegiam a construção tiveram mais força do que a necessidade de reservas verdes.

Passados tantos anos, este assunto mantém-se actual, sobretudo agora que a CMB, a Universidade e a empresa proprietária do terreno chegaram a um acordo de urbanização. O modelo de urbanização, apesar de prever estruturas para a Universidade do Minho, mantém uma série de novas construções, chegando mesmo a suprimir ou secundarizar a estrada nacional que atravessa a recta da universidade.

Uma vez mais, o erro de alienar aqueles terrenos foi cometido há 15 ou 20 anos, com um planeamento avulso para aquela zona, cuja envolvente cresceu desordenada (a universidade que cresceu para cima de um bairro, os prédios amarelos que circunscrevem a zona ocidental de forma complexa, um Mac'Donalds perdido ali no meio e o Hotel Mélia numa escala que rompe a leitura do local).

Agora, o executivo municipal deveria chegar um entendimento com os proprietários para desenvolver um novo principio organizativo daqueles terrenos. As necessidades de há 15 ou 20 anos atrás já não reflectem as necessidades actuais e a cidade deve prever um conjunto de áreas e ou equipamentos que sejam necessários para a actualidade e para o futuro, acção que deve ser baseada em estudos de análise.

Para reflexão: Se a cidade está sobrelotada de imóveis vazios; Se requalificando o PEB não há necessidade de um Centro de Congressos; se a cidade precisa de espaços verdes; se a Universidade e a Associação Académica puderem encontrar outras soluções razoáveis para os equipamentos de que necessitam ( e têm capacidade de pagar), então...o actual projecto de urbanização deve ser revisto e reorientado para as necessidades da cidade.

Porque não ser ali um prolongamento do espaço verde do Bom Jesus, tal como o próprio município advogou para as obras no Monte Picoto (cuja Parque intervencionado seria prolongado com o Parque da Ponte)?

Além do mais, como alerta o Arqueólogo Francisco Sande Lemos, há necessidade de efectuar trabalhos arqueológicos prévios, tentando minimizar os impactos que tais construções possam vir a ter no subsolo. Havendo a possibilidade de encontrar vestígios da Via XVII e equipamentos adjacentes, património que foi valorizado aquando da intervenção no Liberdade Street Fashion, este seria um sinal de coerência relativamente ao património cultural.

Um desafio para o novo executivo municipal...

Relembrar aqui o Entre ASPAS sobre a Quinta dos Peões


8 de outubro de 2013

Entre Aspas - O Entalhador Bento de Lemos

"Diário do Minho" 07/10/2013

Porque a nossa História é feita por Homens, sendo que alguns caem no esquecimento, o "Entre Aspas" desta semana relembra a acção de Bento de Lemos, um escultor de Braga que rumou a terras de Castela e que por lá trabalhou.

Um apontamento fantástico de leitura obrigatória.

1 de outubro de 2013

Trilhos Bragueses (24) - Avenida da Liberdade

"Diário do Minho" 30/09/2013

Os Trilhos Bragueses, de 30 de Setembro, fazem-nos percorrer a História da Avenida da Liberdade, desde a Idade Média até 1976. Aborda, ainda, o papel de Moura Coutinho, o "arquitecto" que melhor marcou o desenho da Avenida da Liberdade.

24 de setembro de 2013

Entre Aspas - CMB vs Património Arqueológico

"Diário do Minho" 23/09/2013

O "Entre ASPAS" desta semana revisita as políticas de preservação do património, desenvolvidas pelo município de Braga, fazendo uma avaliação bastante penalizadora sobre a acção camarária.

Mas no meio de tantos casos lesivos, há bons exemplos, como a revitalização do Mosteiro de Tibães.

Para uma leitura atenta.


17 de setembro de 2013

Trilhos Bragueses (23) SCB a caminho do centenário?

"Diário do Minho" 16/09/2013

Desde há algum tempo a esta parte, que se vem aventando a possibilidade da fundação do Sporting Clube de Braga ter outra data.

Rui Ferreira e os "Trilhos Bragueses" de 16 de Setembro, mostram-nos essa possibilidade.


16 de setembro de 2013

Percurso Histórico: Pelas Torres Sineiras


No próximo sábado, 21 de Setembro, a Braga + e a JovemCoop promovem uma visita guiada às Torres Sineiras de Braga, associando-se assim às Jornadas Europeias do Património.

Juntem-se a nós, às 9.30h na Igreja de S. Victor.


https://www.facebook.com/events/222744744558036/

10 de setembro de 2013

Entre Aspas - Pacto dos Autarcas

"Diário do Minho" 09/09/2013

O "Entre Aspas" desta semana debruça-se sobre matérias importantes para o desenvolvimento de uma cidade.

Construir cidade implica tomar decisões importantes que versem opções no campo da energia, da mobilidade, do ambiente, entre outras.

A não perder este excelente artigo.


3 de setembro de 2013

Trilhos Bragueses (22) Mais velho do que a Sé de Braga

"Diário do Minho" 02/09/2013

Os "Trilhos Bragueses" relembram os 924 anos da Sé de Braga, a sua fundação, bem como as suas sucessivas fases de reconstrução/reabilitação. Muitos foram os arcebispos que deixaram a sua marca e a sua influência.

Por curiosidade, os "Trilhos Bragueses" mostram os detalhes do ditado popular "Mais Velho que a Sé de Braga".


27 de agosto de 2013

Entre Aspas - Do Pópulo às Carvalheiras

"Diário do Minho" 26/08/2013

O "Entre ASPAS" desta semana traduz um formato diferente daquelas que são as "conversas históricas" da nossa cidade.

As "Conversas sobre imagens de Braga", iniciativa que decorre na primeira 5ª feira de cada mês, saiu para o terreno e lembrou como era, antigamente, o Campo da Vinha e alguns dos seus mais emblemáticos edifícios.

Para conhecimento de uma Braga Antiga!



20 de agosto de 2013

Trilhos Bragueses (21) Fábrica Social Bracarense

"Diário do Minho" 19/08/2013

A cidade de Braga nunca foi um pólo industrial de grande expressão, ainda que tivesse tido várias fábricas de grande importância. A Rua Nova de Santa Cruz albergou duas das mais importantes fábricas da cidade, a Saboaria Perfumaria Confiança e a Fábrica Social Bracarense, que se dedicava à produção de chapéus.

A Fábrica Social Bracarense foi fundada em 1866, tendo sido a primeira unidade a fabricar chapéus de feltro, usando o vapor. O edifício desta fábrica foi demolido em 1991, subsistindo, apenas, a memória da sua linha de produção, escrita por Manuel de Araújo.

Recomenda-se atenta leitura.

16 de agosto de 2013

Feliz Aniversário JovemCoop

34º aniversário da JovemCoop

A JovemCoop Natureza/Cultura foi fundada a 16 de Agosto de 1979.

Desde então, a nossa associação tem vindo a percorrer um caminho muito próprio, dirigido à participação dos jovens na vida activa da associação.

Se no passado estivemos muito vocacionados para a realização de intercâmbios culturais, hoje, a nossa preocupação cultural está relacionada com o dar a conhecer a nossa cidade aos nossos membros e amigos.

Queremos que a JovemCoop mantenha o seu papel activo na cidade, auscultando os problemas e as necessidades dos jovens e tentando realizar actividades que vão de encontro a novas soluções.
"O nosso património", além de ser a nossa actividade mais querida, é aquela que melhor traduz o nosso espírito jovem...uma iniciativa organizada por jovens e direccionada para os jovens.
Mas temos orgulho no capital de experiência que fomos granjeando nos últimos anos, sobretudo no que se refere aos "Percursos pelo Património", os debates e os constantes alertas que fomos fazendo, sobretudo referentes a locais sensiveis.

Estamos na nossa cidade, com 34 anos mas mantendo uma postura jovem e salutar, uma nova idade preenchida por imensas actividades e rodeada por bons amigos.

Obrigado a todos aqueles que nos acompanham e nos ajudam a ser cada vez mais cooperantes!

Parabéns JovemCoop!



13 de agosto de 2013

Entre Aspas - O Fachadismo Patrimonial

"Diário do Minho" 12/08/2013

Quando se fala em recuperação e/ou reabilitação do património, sobretudo no caso de imóveis, com alguma frequência assume-se uma postura de "fachadismo", isto é, deitar abaixo o miolo do imóvel e preservar apenas a fachada.

O "Entre ASPAS" desta semana recupera alguns dos casos mais paradigmáticos da cidade de Braga e relembra que há outras formas de actuar.

Leitura obrigatória!

6 de agosto de 2013

Trilhos Bragueses (20) Braga pelos olhos de Camilo

"Diário do Minho" 05/08/2013

O célebre e histórico autor Camilo Castelo Branco, no âmbito das suas "Novelas do Minho" parodiou a nossa cidade de Braga, que vivia a ambição de ser "uma segunda Paris".

Os "Trilhos Bragueses" relatam-nos, a partir dos excertos dos textos do "Comendador", uma cidade que se dividia entre a sua matriz tradicional (provinciana) e o fulgor do progresso mal enraizado.

De leitura obrigatória...

30 de julho de 2013

Entre Aspas - A Quinta dos Peões

"Diário do Minho" 29/07/2013
 
A ASPA desde há muito tempo que defende uma preservação do espaço verde da Quinta dos Peões.

O "Entre Aspas" desta semana é dedicado a este tema, fazendo uma súmula histórica do processo.

A não perder.


29 de julho de 2013

JovemCoop na Galaicofolia

JovemCoop na Galaicofolia

A GalaicoFolia realizou-se nos dias 26, 27 e 28 de Julho, no Castro de S. Lourenço, em Esposende. A JovemCoop participou nesta actividade com seis cooperantes em regime de voluntariado, divididos por três espaços: a tenda de artesanato, o espaço “Caturo” e o “Arqueólogo por um dia”. 

A GalaicoFolia foi uma actividade muito positiva, com uma organização admirável. Estando a JovemCoop envolvida nos vários espaços, o balanço final é muito positivo.

JovemCoop no Espaço Caturo, com actividades para os mais pequenos


Quanto ao espaço Caturo, acreditamos que as finalidades pedagógicas foram alcançadas com sucesso e que todos os participantes levaram para casa uma lembrança da GalaicoFolia, percebendo sempre o fundamento da mesma.

Agradecemos à Câmara Municipal de Esposende e ao Centro Interpretativo do Castro de S.Lourenço o convite e a oportunidade de nos associarmos a este evento.

Diário do Património - Dia19

Actividade "Reflexões sobre a Cidade" orientada pelos Arquitectos Maria Tavares e Manuel Rocha

No passado dia 29/07, antes do início de "O Nosso Acampamento", a JovemCoop realizou uma sessão intitulada “reflexões sobre a cidade”, na qual surgiu um exercício em que punha os jovens participantes no Campo de Trabalho “O Nosso Património” a pensarem na requalificação de um determinado espaço.

Este workshop decorreu no GNRation, edifício com história na cidade de Braga e que recentemente foi bem requalificado, sendo um espaço aprazível e bastante dinâmico.

O dia começou com uma visita ao GNRation, guiada pela directora artística Ângela Ferreira. Posteriormente, os participantes de "O Nosso Património" foram acolhidos pelo Vereador da Juventude, Arq.to Hugo Pires, que incentivou os jovens a serem voz activa na cidade.

Esta sessão, orientada pelos Arquitectos Maria Tavares e Manuel Rocha, visou pôr os jovens participantes a pensar o conceito de cidade, como deve evoluir e quais as suas necessidades.


A nossa surpresa (ou talvez sem grande surpresa), os jovens, sem qualquer princípio de arquitectura profissional, redesenharam um espaço da nossa cidade, incluindo-lhe um novo ordenamento e muito verde, justificando que a nossa cidade necessita de mais espaços de descompressão. 

Esta abordagem, pelos olhos dos jovens participantes, mostra-nos como os agentes com responsabilidade sobre a Pólis devem exercer o seu cargo…com proximidade aos cidadãos e em constante auscultação das vontades da cidade. Torna-se necessário fazer este exercício  - técnicos e cidadãos debruçados sobre as mesas de trabalho, fazendo emergir ideias para a cidade mais florescentes e menos monótonas, tendo a capacidade de sair do papel e transformando o ambiente urbano.

26 de julho de 2013

Diário do Património - Dia18

CSI é uma actividade em forma de peddy-paper para conhecer os monumentos de Braga

O início da actividade começou na Senhora-a-Branca onde tivemos que descobrir várias informações sobre a praça e a igreja. De seguida partimos para o parque de Guadalupe, mas entre a Senhora-a-Branca e Guadalupe tivemos que completar algumas perguntas que nos eram feitas entre esse espaço. 

Seguidamente, fomos para a Arcada onde completámos mais uma ficha sobre o sítio. Continuando a actividade, a nossa paragem seguinte foi no Jardim de Santa Bárbara, onde tivemos que ter em atenção algumas marcas importantes. 

A Sé Catedral foi o próximo destino onde estivemos descobrir muitas coisas. Depois da Sé fomos para o Arco da Porta Nova e, como já era muito em cima da hora, os grupos acabaram por fazer lá a sua última paragem antes de irmos directos para a parte final que foi na Câmara Municipal.


Na Câmara ainda fizemos mais uma ficha e a actividade só acabava quando essa ficha fosse entregue aos monitores. Acabámos a manhã numa conversa na Junta sobre o acampamento que dará como terminada a 9ª edição do "Nosso Património". 

Bruno Teixeira ;)

O CSI Braga deu a conhecer vários monumentos de Braga

Neste último dia do património fizemos uma atividade especial, organizada pelos monitores, chamada "CSI Braga".

Nesta actividade cada grupo tinha que estar todo reunido e trabalhar em equipa, tendo ainda de ser rápido mas principalmente responder às perguntas correctamente.

Neste jogo, os grupos começaram com as pistas que encaminhavam até os monitores espalhados pela cidade, que tinham umas placas com informações para responder às perguntas expostas numa ficha dada pelos monitores.

Nós iniciámos a nossa partida no Largo da Senhora-a-Branca e a pista levou-nos até Guadalupe. De lá fomos para a Arcada, seguindo para o Jardim de Santa Bárbara e de lá fomos para a Sé. Da Catedral fomos para o Arco da Porta Nova e devido à falta de tempo não foi possível terminar este CSI, mas para acabarmos todos ao mesmo tempo o último destino foi na Praça do Município.

Foi giro conhecer, de uma forma diferente e mais activa, os monumentos de Braga

João Dias