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20 de agosto de 2013

Trilhos Bragueses (21) Fábrica Social Bracarense

"Diário do Minho" 19/08/2013

A cidade de Braga nunca foi um pólo industrial de grande expressão, ainda que tivesse tido várias fábricas de grande importância. A Rua Nova de Santa Cruz albergou duas das mais importantes fábricas da cidade, a Saboaria Perfumaria Confiança e a Fábrica Social Bracarense, que se dedicava à produção de chapéus.

A Fábrica Social Bracarense foi fundada em 1866, tendo sido a primeira unidade a fabricar chapéus de feltro, usando o vapor. O edifício desta fábrica foi demolido em 1991, subsistindo, apenas, a memória da sua linha de produção, escrita por Manuel de Araújo.

Recomenda-se atenta leitura.

23 de janeiro de 2012

Braga:Homenagem a António Chapeleiro

"Correio do Minho" 18/01/2012

O Sr. António Costa, cidadão de Braga, atingiu a bonita idade de 102 anos.

O Sr. António, além de uma respeitosa idade, é, para nós, um referencial de um património desaparecido em Braga, pois o Sr. António foi funcionários nas fábricas de  chapeu existentes, em tempos, na freguesia de S. Victor.

Por isso, foi com muita atenção que o ouvimos na IV edição de "O Nosso Património", quando realizamos uma tertúlia no Largo da Senhora-a-Branca.

O Sr. António, entre nós conhecido por Sr. António Chapeleiro, cativou imenso os jovens participantes e falou-lhes de uma realidade inimaginável nos dias de hoje.

Por isso, prestamos aqui a nossa singela homenagem a este amigo da cidade de Braga, deixando aqui votos de uma longa vida, com esta juvialidade que lhe é caraterística!

1 de abril de 2011

Damos uma ideia...

retirado do "Correio do Minho" de 01/04/2011

Porque museus e exposições não são só sinónimo de coisas muito antigas e de arte, o Museu Pio XII tem patente uma nova exposição que visa a divulgação de objectos associados ao comércio e serviço. Objectos estes que terão, com certeza, histórias associadas de pessoas, e que essas sim, seria muito interessante divulgar.
Fica aqui a nossa sugestão...para dar maior expressão a esta exposição, porque não permitir às pessoas/proprietários contar histórias associadas à sua vida com esses mesmos objectos.

A propósito disto, e porque achamos muito interessante, relembramos aqui a tertúlia sobre chapéus, no âmbito da actividade, "O Nosso Património", em que a partir de chapéus, pessoas que tinham trabalhado nas indústrias chapeleiras de Braga, fizeram os participantes na conversa viajar a mundo agora quase desaparecido. E aprendemos muito e ficamos extasiados com as histórias de vida destes senhores...

retirado do "Correio do Minho" de 18/07/2008