22 de dezembro de 2014

Oficina de Natal - Hospital de Braga



No dia 19 a JovemCoop juntamente com o Museu D. Diogo de Sousa e a Junta de Freguesia de S. Victor realizaram uma visita à pediatria no Hospital de Braga. Com o verdadeiro sentimento de cooperação, estas três entidades juntaram-se para levar às crianças internadas o teatro de marionetas “Traseiro do Senhor Titus Satrius”, uma comédia que remete todos para o tempo de Bracara Augusta, o tempo dos romanos. A esta visita juntou-se Titus, um menino romano que devido às suas traquinices fez com que o seu pai espetasse um alfinete no traseiro. No final da história, todos os meninos perceberam que juntos são mais fortes, que se contarem com a ajuda e a força de todos, nada é impossível e tudo acaba em bem. Para terminar a visita a um espaço tão especial como é a pediatria de qualquer hospital, o Titus foi visitar todos os meninos e tentar alegrar um bocadinho o seu dia. Para as três entidades que cooperaram para que esta atividade fosse possível, este foi um excelente modo de levar alguma cor em dias que podem, para alguns, ser mais cinzentos. Para a JovemCoop esta atividade teve o verdadeiro espírito de natal, e foi sem dúvida bastante enriquecedora. No final o sentimento é de missão cumprida, e de agradecimento. Deste modo, a JovemCoop agradece a todos meninos da pediatria o facto de nos deixarem entrar no seu espaço e nos seus dias e de nos receberem com todo o carinho.

Oficina de Natal - JovemCoop na EB1 de São Lázaro e no Jardim de Infância das Enguardas



Sensibilizar para a reutilização de materiais foi o mote que a JovemCoop escolheu para realizar a Oficina de Natal. Assim, durante a manhã do passado dia 18, esta associação juvenil colaborou na atividade “Mini Férias de Natal” organizada pela Câmara Municipal de Braga. Esta atividade consistiu em realizar enfeites de natal a partir de materiais que diariamente se juntam em casa como rolhas, tampinhas, cd’s, lãs, etc, com o objetivo de evitar o desperdício e trabalhar a criatividade juntos dos mais novos. Com a participação de cerca de 54 crianças entre os 6 e os 10 anos, foi na EB 1 de S. Lázaro onde todos aprenderam que o espírito de Natal deve ser solidário não só entre as pessoas, mas também para com o meio ambiente que, nos dias de hoje, também precisa da atenção de todos. Em semelhança à parte da manhã, durante a tarde, a JovemCoop deslocou-se ao Jardim de Infância das Enguardas de modo a sensibilizar os mais novos para o aproveitamento dos materiais, e também para o trabalho em grupo, pois infelizmente a sociedade é cada vez mais individualista e para a associação o individualismo é algo que se deve combater desde pequeno. Na opinião dos voluntários da JovemCoop, a Oficina de Natal foi uma atividade de aprendizagem mutua, em que todos aprenderam a cooperar. Ver trabalhos finais como um presépio em rolhas, estrelas feitas com lã, e pinheiros com tampinhas é sem dúvida um orgulho para todos. Mas o mais importante é acreditar que fazendo estas atividades com as crianças, as ideias chegam até às suas casas e todos juntos ajudam a mudar a forma de ver o Natal, que é muito mais do que os bens materiais.

9 de dezembro de 2014

Natal Solidário

in Correio do Minho - 09/12/2014

Na quadra festiva que estamos a atravessar, manda-nos o coração que falemos de Solidariedade. Apesar de existirem durante todo o ano, é no Natal que as missões solidárias ganham eco e invadem a vida de muitas pessoas. Por exemplo, já todos ouvimos falar da “Leopoldina” com a Missão Sorriso, que faz com que todos sejam solidários, até mesmo os mais pequenos. As campanhas do Banco Alimentar também são já uma constante nesta quadra, tal como “Um gesto pela paz”, que se traduz pela já famosa velinha da Cáritas. Todas essas missões são importantes e fazem do Natal uma grande
“missão” solidária, em que todos nos unimos para ajudar.

No entanto, se na última crónica lhe falamos sobre o voluntariado, hoje queremos falar-lhe de algumas missões sociais que ocorrem localmente, em particular as missões que o Grupo Coral de Guadalupe e a Comissão Social da Freguesia de S. Victor levam a bom porto, há já vários anos, e que são por nós vividas de uma forma mais intensa. Referimo-nos à missão “Põe Azeite” e ao “Tricotar o Natal”.

A missão “Põe Azeite” já vai na sua sexta edição, e consiste em reunir garrafas de azeite que serão utilizadas para completar os cabazes que a Comissão Social da Freguesia distribui pelas famílias mais carenciadas da freguesia. Desta forma todos podem ajudar, para que famílias mais frágeis economicamente tenham um Natal mais feliz, esquecendo por momentos os problemas com que se deparam no quotidiano. Assim, convidamo-lo a deixar o seu contributo na Capela de Guadalupe, onde a eucaristia se realiza todos os domingos às 11h30, e deixar a sua garrafa de azeite - um bem alimentar que não é frequentar doar nas recolhas alimentares - para ajudar a completar a ceia dos mais necessitados. Esta missão “Põe Azeite” é um complemento à recolha alimentar que a Comissão Social da Freguesia  efetua antes do Natal, para recolher alimentos que compõe os cabazes. Mas mais do que isso, esta missão relembra-nos que todos temos um papel e, tal como o azeite era utilizado para iluminar as antigas candeias, o nosso gesto pode ser uma forma de iluminarmos o Natal (o dos outros, mas também o nosso a partir do gesto de dar).

“Tricotar o Natal” é um evento que também se realiza na Capela de Guadalupe, no dia 23 de Dezembro, pelas 21h30. Esta é uma forma muito genuína e particular de celebrar o Natal, pois os elementos do Grupo Coral tricotam cachecóis, com os quais fazem uma atuação repleta de músicas natalícias. No final, os cachecóis são como que leiloados e a receita angariada é também ela toda entregue à Comissão Social da Freguesia de S. Victor, que o utilizará para ajudar as pessoas referenciadas como mais necessitadas. Essa ajuda é realizada de várias formas, desde efetuando uma bolsa de medicamentos para as pessoas com mais necessidades de saúde e com menos acesso às contas das farmácias. Também aqui, em parceria com outras instituições, contribuir-se-á, com essa receita, para minimizar o sufoco em que vivem muitos agregados familiares, que procuram respostas sociais e que as instituições têm dificuldade em as dar, em tempo útil.

Esta é uma noite muito especial em que o Natalé realmente vivido no seu verdadeiro sentido, junto das famílias que se reúnem na Capela, onde se sente o amor, e a solidariedade não é apenas uma palavra. É uma missão, é um sentimento, é uma responsabilidade e um espírito altruísta como já não se encontra em muitos locais. Assim, tomamos a iniciativa de, em nome do Grupo Coral de Guadalupe, convida-lo a passar uma noite mágica, no dia 23, em pleno ambiente familiar, lembrando a verdadeira mensagem do Natal – a vinda ao mundo de uma criança, como forma de renovar a esperança e a consolidação dos laços familiares Afinal, o Natal é a festa da Família.

Assim, esperando vê-lo nesse ambiente familiar desejo-lhe, em nome da associação Jovem Cooperante Natureza/Cultura, um Santo e Feliz Natal e um Ano Novo pleno de atividades e de participação cívica.

5 de dezembro de 2014

Dia Internacional do Voluntariado


Hoje comemora-se o Dia Internacional do Voluntariado, e para festejar uma das datas mais importantes para uma sociedade melhor, o IPDJ de Braga realiza amanhã, dia 6, o encontro “Associativismo e Voluntariado – Boas Práticas”. Nesse encontro serão também entregues os prémios da 2.ª edição de Boas Práticas Associativas, Igualdade de Género e ainda o prémio de Voluntariado. A iniciativa tem lugar no Auditório do Serviço Desconcentrado do IPDJ - Braga, pelas 14h00 e conta com a presença do Secretário de Estado do Desporto e Juventude.
Esta é sem dúvida uma excelente forma de homenagear todos aqueles que dedicam parte da sua vida a boas causas e, para aqueles que ainda não o fazem, é um óptimo mote para ouvir testemunhos reais de quem vive o voluntariado na primeira pessoa.
Sendo a JovemCoop uma associação que vive graças ao tempo que os associados lhe dedicam, hoje, Dia Internacional do Voluntariado, nada faria mais sentido do que partilhar aqui algumas das palavras dos nossos Voluntários (sim com V grande) que, para além das tarefas normais, ainda dedicam uma parte do seu tempo à nossa causa:

Ser Voluntário

Desde há muitos anos que parte da minha vida é dedicada a causas maiores. Nunca fui uma menina que apenas ia à escola e ao ATL, sempre ocupei o meu tempo livre a fazer o bem. Inicialmente contribuía nas causas com géneros, mais tarde, passei a integrar as causas, ou seja, comecei a fazer parte das pessoas que lutam por um bem maior, e que todos os dias contribuem com o seu tempo, com os seus meios, fazendo sempre o que está ao seu alcance para ajudar. Mas, afinal, o que é ser voluntário? O que para muitos não passa de uma missão altruísta, de pessoas que dão sem esperar nada em troca, para mim é muito mais do que isso. Para quem vive o voluntariado, não importa o tempo dado, importa os momentos vividos. Para mim o mais importante em qualquer tipo de voluntariado é “vestir a camisola” e usá-la com orgulho, é viver todos os momentos e absorve-los a 100%, porque todos são especiais. Quer seja com a JovemCoop, quer seja com o Grupo Coral de Guadalupe, quer seja pela Junta de Freguesia de S. Victor, para mim, o que realmente importa são as amizades que nascem, são os sorrisos que se trocam, são as dores partilhadas, e as missões realizadas. É conhecer 40 jovens no mês de Julho e criar laços, é sorrir com eles, é conviver, é dar a conhecer as Sete Fontes e ver as pessoas maravilhadas, é fazer caminhadas pela cidade e perceber que os bracarenses se preocupam com a sua cidade. Como JovemCooperante que sou para mim o importante é chegar ao final com o sentimento de MISSÃO CUMPRIDA!!!

Margarida Pereira

----------------------

Voluntariado é, para nós JovensCooperantes, algo que está inerente à nossa Associação.
Sendo a JovemCoop uma associação sem fins lucrativos, todo o nosso trabalho, tudo aquilo que fazemos, fazemo-lo do coração e com muito “amor à camisola”.
Ao longo de todo um ano civil são inúmeras as atividades que, quer pela Jovem Coop, quer por outras associações, grupos ou entidades às quais pertenço, me dedico de alma e coração, sempre sem pedir nada em troca.
É reconfortante ver o agradecimento das pessoas nos olhos quando de uma forma ou de outra conseguimos  cumprir as missões a que nos propomos.
Atividades como “O Nosso Património” onde durante um mês temos ao nosso cuidado dezenas de jovens de toda a cidade com o apoio da Junta de Freguesia de São Victor; a “Missão Põe Azeite” e “Tricotar o Natal” com o Grupo Coral de Guadalupe e que estão as duas a decorrer neste momento, são para mim uma forma de me sentir realizado e de bem comigo mesmo.
Ver o sorriso das crianças, ou sentir o agradecimento dos participantes nas nossas atividades é tudo aquilo que preciso para, a cada ano que passa querer dar mais e mais de mim para todos. Sempre de uma forma voluntária, sempre com o objetivo de missão cumprida.
Não podia deixar de referir o Alberto Moreira, alguém que dava um sentido puro à palavra Voluntário, que todas as semanas distribuia comida por essa cidade, sempre com boa disposição e um enorme sorriso.
Ser voluntário é isso, é dar sem esperar nada em troca.
Acabamos sempre por ter boas surpresas.

Francisco Maia

_____________

Voluntariado
( art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)

É o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.
A definição do conceito é simples, sucinta e objectiva. Sem qualquer interesse pessoal, económico ou financeiro o voluntário dedica um dos seus recursos mais preciosos - o tempo - a uma causa (social, cultural, desportiva, etc.) que necessita da sua colaboração.
Quero com esta partilha louvar todos aqueles que se entregam de corpo e alma a um projecto de voluntariado sem que seja por protagonismo, por interesse próprio ou por vaidade individual.
O voluntariado está na moda, com grande destaque nos dias de hoje. Nos “curriculum vitae” enumeram-se os projectos de voluntariado do candidato a um emprego de forma a enaltecer e destacar a capacidade de iniciativa, o espírito de grupo e o trabalho em equipa. O voluntariado compõe o curriculum vitae, valoriza o percurso individual e ocupa o tempo enquanto não se abraça um projecto profissional. Mas, o que é que acontece quando esse projecto profissional surge, quando o tempo se esgota e o cansaço físico se instala…? No seguimento desta nova realidade receio que o voluntariado possa assumir, em algumas circunstâncias, fundamentos que por vezes não correspondem à versão original.
Enquanto voluntária de diversas causas (das quais já perdi a conta), vejo à minha volta voluntários que apenas o são porque pretendem ocupar o seu tempo até surgir um novo projecto pessoal ou profissional que os faça seguir outros rumos.
O voluntariado é compromisso, é entrega, é sairmos de nós próprios, da nossa zona de conforto para melhorar a condição de alguém que precisa, mesmo quando temos que inventar, à última da hora, um dia com  25 horas... Voluntariado é fazer coisas que, na maior parte das vezes, achamos que não estão ao nosso alcance; é gerir feitios e vontades individuais; é gerir cenários diferentes da nossa realidade; é cultivar terrenos íngremes e duros de forma a que esse terreno possa dar fruto. Ser voluntário é algo maior, que faz nos ultrapassar preconceitos, que nos ensina a valorizar o que verdadeiramente importa, que nos ensina a sermos felizes e realizados com o sorriso, a satisfação, a melhoria de condições que conseguimos promover a partir da nossa dedicação e empenho. Ser voluntário é trabalhar sem sentir cansaço, é sentir uma força e uma energia que vicia! Ser voluntário é sentir o prazer de cumprir metas, o prazer de respeitar horários é o prazer de combater “preguiças individuais” (o maior inimigo do voluntariado). A vida em entrega permanente ganha outro sentido.

O voluntariado é um desafio, sem dúvida e às vezes parece-nos um salto para o abismo, para o desconhecido… No entanto, aceitar este desafio não me parece difícil, porque no final de contas, o voluntário acaba por ser o maior beneficiário da sua decisão de se entregar ao próximo ou à causa na qual acredita fazer a diferença. 

Flávia Silva

Missão Põe Azeite 2014




A 6a edição da Missão Põe Azeite! JÁ COMEÇOU!!
Como já tem sido hábito, vamos recolher garrafas de azeite nos próximos Domingos do Advento. A garrafas recolhidas serão entregues à Comissão Social de S. Victor que tem necessidade de reforçar os stocks do azeite nos cabazes de Natal que são entregues às famílias mais carenciadas!


Tricotar o Natal 2014 - Grupo Coral de Guadalupe




O Grupo Coral de Guadalupe começou na semana passada a 2a Edição do Tricotar o Natal - Sarau de Natal, onde serão vendidos os cachecóis que os membros do Grupo Coral de Guadalupe, as suas famílias e amigos tricotaram de propósito para esta iniciativa solidária! Agora que os cachecóis estão quase todos prontos vamos precisar de muita ajuda para os vender e assim ajudar a Comissão Social de S. Victor bem como a Paróquia de São Victor. Contamos com vocês no dia 23/12 às 21h30 na Capela de Guadalupe - S. Victor BRAGA

Apareçam!

4 de dezembro de 2014

JovemCoop e Braga + descobrem Braga Fantástica

 


A cidade de Braga, no imenso inventário patrimonial que reuniu ao longo das eras, possui inúmeros pormenores que passam habitualmente incautos aos olhos de quem passa.

Falamos de iconografias seculares escondidas nos interstícios de uma portada, obras de arte em ferro que coroam as sineiras das igrejas, esculturas inusitadas que rompem frontarias, elementos enigmáticos ou ditos ancestralmente conservados. É esta a Braga fantástica capaz de surpreender o olhar de quem jamais nela atentou.

Por isso mesmo, estes pormenores da cidade de Braga vão dar o mote para mais um percurso pelo património promovido conjuntamente pela Braga + e pela JovemCoop.

Esta iniciativa está agendada para o próximo sábado, dia 6 de dezembro, e tem início marcado para as 10h00, na praça da República.

A cabeceira da Sé, a capela dos Coimbras ou as frontarias das igrejas do Hospital ou de Santa Cruz serão pontos de paragem obrigatória em mais uma iniciativa voltada para o património.

O percurso vai contar ainda com passagens pelo largo do Paço, Campo das Hortas e termas romanas.

A caminhada culmina no largo de Santiago.

As inscrições, e demais informações, estão disponíveis nos sites da JovemCoop e da Braga +, ou nas respetivas páginas do facebook.

21 de novembro de 2014

Braga Iluminou-se

"Em Maio de 2009, foram retirados do Campo Novo (Praça Mouzinho de Albuquerque) os candeeiros de ferro que ali embelezavam aquele Largo.

Obviamente que já apresentavam insuficiente capacidade para iluminar o Campo Novo, além de que estavam já alguns desactivados, mas é certo que pelo seu estilo antigo, caracterizavam a Praça.

No âmbito de um projecto de reforço de iluminação, a Câmara Municipal de Braga mandou substituir os candeeiros antigos por uns de modelo mais recente, afirmando, após inquirição nossa, que estes novos candeeiros só estariam ali temporariamente, dado que os antigos seriam restaurados, incluindo fazer os moldes de exemplares que foram partidos ao arranca-los do solo..." Este excerto foi retirado de um texto do nosso blog de Abril de 2012.

Esta semana, durante um passeio pela cidade, a JovemCoop foi surpreendida com a (re)colocação dos antigos candeeiros de ferro no seu local de origem. Agora quem passa pela Praça Mouzinho de Albuquerque, mais conhecida como Campo Novo, pode não só admirar a praça, como também os seus magníficos candeeiros. Estes candeeiros são uma importante marca do nosso passado, que só de observa-los nos fazem recuar nos anos e imaginar como a cidade seria diferente.

Hoje estamos mais felizes por colocarem a história no seu devido lugar.


11 de novembro de 2014

Ser Voluntário


Hoje escrevemos sobre dois assuntos que andam de mão dada na sociedade atual. É verdade que são dois conceitos existentes na vida de milhares de pessoas, mas é igualmente justo acreditar que ainda têm muito para crescer e muito para dar. Afinal, quando falamos de Associativismo e de Voluntariado acreditamos que podemos sempre fazer melhor.

Associativismo é um termo que utilizamos para designar a apologia na prática de uma associação que tem como objetivo um bem comum a duas ou mais pessoas. É uma forma de encontrarmos pessoas com os mesmos ideais e de juntos defendermos aquilo em que acreditamos. Nos dias que correm existem inúmeras associações, umas mais dinâmicas que outras, sobre os mais diversos temas. Mas existe algo que é comum a todas as associações, algo que lhes dá vida, uma grande palavra que define uma grande missão à qual chamamos voluntariado.

É do voluntariado que vive uma grande parte do associativismo. É o voluntariado que faz as causas maiores continuarem a existir, mas desengane-se quem pensa que o voluntariado é apenas sinónimo de ação social. Qualquer pessoa pode tornar-se voluntário, desde que faça aquilo a que se propõe de coração aberto e sem receber compensação financeira, com intuito de um lucro. No âmago do voluntariado está a filosofia do dar sem esperar receber, mas ao receber, que seja uma aprendizagem vocacional de auxílio às pessoas ou a obtenção de competências não formais.


Hoje em dia abundam os programas de voluntariado existentes por todas as cidades.

Temos projetos apresentados a nível internacional, no âmbito da Agência Nacional da Juventude, com o agora reformulado programa ERASMUS+; de âmbito nacional, no portal da juventude.pt, existem os programas como o “Jovem para as florestas” ou o “OTL”.

Existem também projetos locais, mais concretamente em Braga, como a JovemCoop, a ABRA, o Banco Alimentar, as Juntas de Freguesia, entre muitos outros. É, para nós, um grande motivo de felicidade saber que por todo o mundo existem pessoas que dão o seu melhor por uma causa, mas é com mais orgulho que nos vemos cercados por pessoas assim, pessoas determinadas que lutam por boas causas sem esperar nada de volta. Afinal todos nós temos essa filosofia na JovemCoop. E é por esse motivo que a JovemCoop aproveita esta crónica para agradecer publicamente a todos os seus membros. A todos aqueles que dedicaram alguns minutos da sua vida à nossa causa, o nosso grande OBRIGADO! Afinal uma ajuda extra faz sempre falta e associações como a nossa só ganham voz quando outros se dedicam à sua causa.

Aqui cabe um agradecimento a um Homem que personificava o voluntariado, por paixão às tarefas de ajudar. Alberto Moreira dava de si, generosamente, para estar no apoio dos mais necessitados. Faleceu na semana passada, numa injusta luta com a doença prolongada. Deixou-nos algo que não tem preço. Além do seu sorriso e boa disposição, deixa-nos a tarefa de nos entregarmos às causas, com energia, para que o nosso tempo seja também o tempo de ajudar os outros.

Frequentemente, comentamos que vivemos numa sociedade pouco altruísta, em que o individualismo se preza mais que o coletivo. É por esse motivo, amigo leitor, que não podemos deixar de o convidar a ganhar alguns minutos do seu tempo dedicando-os a algo maior. Associe-se a uma causa, social ou não, e contribua para a mudança. Podemos dizer-lhe, por experiência própria, que a sensação de missão cumprida é uma das melhores que podemos guardar. Não espere que os outros mudem aquilo com que discorda; não espere que o mundo, a sua cidade ou a sua rua se tornem melhores se não fizer nada por isso.

A JovemCoop, tal como muitas outras associações, estão de portas abertas a todos os Bracarenses, por isso, e com o devido respeito, deixe-se de desculpas e dedique-se a algo maior. A maior recompensa é o bem de poder ajudar. E se, no final de tudo, já dedica o seu tempo livre a uma associação e já dedica o seu tempo aos outros, ou a uma missão, então sabe que contribui para mudar o mundo. Podem ser passos pequeninos, mas o mundo gira e avança. Parabéns por ser um voluntário
!

3 de novembro de 2014

Magusto JovemCoop


No próximo dia 8 de Novembro, a partir das 15 horas, no Parque de Guadalupe, a JovemCoop irá realizar o seu tradicional magusto.

Este ano com uma vertente diferente, iremos todos juntar-nos numa ação de limpeza do Parque, seguido então das castanhas.

Apareçam, juntem-se a nós!!

27 de outubro de 2014

Percurso pela Braga Assombrada


O dia 31 de outubro, o chamado Dia das Bruxas, é uma data frequentes vezes associada a superstições e vivências paranormais. Em Braga não faltam histórias que abonam a existência de fenómenos sem explicação, boatos de estranhos ruídos associados a habitações de grandes dimensões e incomensurável valia de âmbito patrimonial.

De forma a explorar os casos paradigmáticos do património bracarense desaparecido e, tomando como mote os rumores de assombração, as associações JovemCoop e
Braga + vão organizar, na próxima sexta-feira, 31 de outubro, um percurso noturno que contempla a visita a estes locais. O ponto de encontro é às 21h30, junto ao Theatro Circo.

Não vamos, naturalmente, abordar apenas essas histórias que assombraram o imaginário bracarense e que acabaram por condicionar a posterior ocupação de alguns edifícios emblemáticos, mas procuraremos recordar o trágico destino que alguns desses lugares “assombrados” acabaram por ter.

A última década e meia acabou por revelar-se nefasta para o património bracarense, particularmente para os exemplares patrimoniais que marcaram a última metade do século XIX e primeiro quartel do século XX. A denominada arquitetura romântica bracarense, muito recorrente nesta fase, deixou muitos fantasmas para a posteridade e certamente alguns amargos de consciência naqueles que patrocinaram a sua destruição.

O percurso terá a duração de cerca de 90 minutos e conta com algumas surpresas para os participantes.


Apareçam!!

20 de outubro de 2014

O Brasão tão desejado



O Brasão de Armas da Casa de Bragança volta ao topo da Mãe de Água do Dr. Alvim de Baixo

A SURPRESA  não poderia ser melhor (e maior, até).

Este fim de semana, aquando de uma visita ao Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes, deparamo-nos com a recolocação do Brasão de D. José de Bragança no topo da mãe de Água do Dr. Alvim de Baixo.

Este brasão, em excelente estado de conservação (bem esculpido e menos erosionado que o Brasão do mesmo arcebispo que encima a Mãe de Água do Dr. Amorim - a norte do Complexo Eco Monumental) terá sofrido uma tentativa de roubo/vandalismo há quase 2 décadas, segundo relatos do Agueiro, Sr. Joaquim Peixoto.

Numa 2ª feira de manhã, este funcionário da AGERE, responsável pela manutenção das Sete Fontes, chegou ao local e deparou-se com o brasão em pedra derrubado, à porta da Mãe de Água e danificado.

As peças graníticas foram recolhidas e colocadas nos depósitos de água situados em Montariol. Ficou lá guardado, resguardado de ser contemplado e privado da sua função, até ao final da semana passada.

Com as obras de recuperação e valorização do Complexo Monumental, que estão a decorrer desde Junho do corrente ano, o Brasão voltou ao seu sítio original e não passa despercebido a quem entra no Complexo pelo extremo sul, da Rua Nuno Morais.

Por ser uma reivindicação antiga que agora foi cumprida, todos os amigos das Sete Fontes ficam agradecidos e muito agradados com esta boa notícia.

Os nossos parabéns à CMB e à AGERE por darem mais este sinal de requalificação dos monumentos, que conduzam à constituição do Parque Verde das Sete Fontes.

14 de outubro de 2014

Artigo de Opinião - Dar Braga aos Bracarenses


Dar Braga aos Bracarenses

A última semana foi, para nós, uma semana de boas notícias. Certamente já ouviu falar do Orçamento Participativo (OP) 2015 ou, pelo menos, de algum dos projetos que concorreram a esta iniciativa.
Não iremos aqui abordar a qualidade ou a importância dos projetos, pois para isso existiu uma votação online realizada pelos bracarenses. Vamos antes perceber a importância que iniciativas, como o Orçamento Participativo 2015, têm na cidade.

Mais do que um fundo financeiro disponível para apoiar a cidade, o Orçamento Participativo é, na nossa opinião, uma iniciativa exemplar onde os habitantes da cidade são os principais agentes de intervenção. Através desta iniciativa os cidadãos tiveram a possibilidade de decidir como utilizar parte do Orçamento do Município, mais precisamente quinhentos mil euros, em prol de Braga.

Todos os bracarenses puderam participar de duas formas: criando os seus próprios projetos, tendo sempre um bem comum como objetivo, e/ou votando no projeto que lhe suscitasse mais interesse. Deste modo, foi delegado aos cidadãos a possibilidade de decisão, o que se refletiu em novos direitos, mas também novas responsabilidades, pois foi pedido que todos concorressem e votassem com consciência.

Para o primeiro ano desta iniciativa, os resultados foram espantosos, pois foram selecionados para votação quase cem projetos, dos quais seis conseguiram o financiamento. Esta decisão foi tomada democraticamente através de uma votação onde se registaram cerca de cinco mil votos e que, para nosso agrado, escolheu projetos de diversas áreas de intervenção, destacando-se o património (material e imaterial).

Dada a grande mobilização dos bracarenses, no que ao Orçamento Participativo diz respeito, só se pode esperar que todos os projetos corram pelo melhor e que para o OP 2016 haja ainda mais adesão por parte de todos, n
ão só na votação, mas também na elaboração de mais e melhores candidaturas.

Outra das boas notícias da semana foi a comemoração dos 120 anos da Fábrica Saboaria e Perfumaria Confiança. Fundada a 12 de outubro de 1894, esta fábrica é o único pedaço “vivo” que nos resta sobre história da indústria bracarense. A que em tempos foi a mais importante e maior fábrica bracarense, hoje não é muito mais do que quatro paredes e muitas recordações.
Recordações essas que se fizeram ouvir no último fim de semana com as duas iniciativas da Câmara Municipal na atividade ‘À Descoberta de Braga’.

A abertura das portas da fábrica simbolizou, para nós, a “abertura dos olhos” dos bracarenses, pois a grande maioria entrou ali pela primeira vez e que tomou conhecimento de mais um edifício degradado fisicamente. Mas voltou a “humanizar-se” pela narração de histórias que os antigos funcionários tiveram a amabilidade de partilhar. Prova do sucesso da indústria dos sabonetes em Braga é a ainda existente marca ‘Confiança’ comprada e comercializada pela marca ‘Ach Brito’.

No entanto, caro leitor, na nossa opinião viver de recordações não é o destino de Braga. Para a nossa cidade esperamos sempre um futuro melhor e mais promissor do que preservar quatro paredes de história, esperando a recuperação dessas quatro paredes como merecida homenagem à história que elas contam. Assim, esperamos que, mais do que a abertura temporária das portas do edifício, a CMB, atual proprietária, o preserve.

Quem sabe se edifícios como este, que infelizmente abundam na cidade, não farão parte do próximo Orçamento Participativo? Deste modo, e em jeitos de conclusão, desafio-o a si, caro leitor, a incluir a Saboaria e Perfumaria Confiança num futuro projeto para o Orçamento Participativo 2016…

22 de setembro de 2014

II Bici-Paper - Resultados




No passado dia 20, para comemorar a Semana Europeia da Mobilidade e o Dia Mundial Sem Carros, a JovemCoop realizou a 2ª Edição do Bici-Paper.
Segundo os nossos participantes esta foi uma atividade "pedalofabolásticooptarde, nek@sbikerules, fantabulástica, supercalifragilisticexpialidocious, fantástica, fantamirabolástica, bicitástica, bici-fantástica, bicilástica, bicalm, b-day, próximo...???"!!!
Para nós esta foi mais uma forma de dar a conhecer a nossa cidade com boa disposição, imaginação, e muitos SORRISOS!!
Obrigada a todos os participantes!!

Seguem os resultados do Bici.paper, que continha 37 perguntas, e onde o tempo era apenas um factor de desempate. No entanto, não esqueçam que o importante é participar.

Até breve...
 
 
RESULTADOS:
 
1º Deixem passar! – 36 respostas corretas – 17:45
2º Os Necas – 36 respostas corretas – 18:07
3º Os Maias – 35 respostas corretas – 17:55
4º Fast&Genius – 35 respostas corretas – 18:11
5º BiciBracarus – 34 respostas corretas – 18:02
6º Silvas com Pedal – 34 respostas corretas – 18:11
7º Montanela – 33 respostas corretas – 17:25
8º Insólitos – 32 respostas corretas – 17:30
9º Artistas – 31 respostas corretas – 18:23
10º Devagar se vai ao longe! – 29 respostas corretas (-1 ponto) – 18:20
11º Portuenses – 29 repostas corretas (-1 ponto) – 18:23
12º Mário – 25 respostas corretas – 17:45
13º Pedro – desistiu.
 

17 de setembro de 2014

Opinião - Os Eventos e a História

"Correio do Minho" 16/09/2014

Os Eventos e a História

No passado sábado, dia 13, Braga viveu a terceira edição da Noite Branca. Numa festa que pintou a cidade de uma só cor, foram inúmeros os pontos de animação pulverizados por todo o centro histórico. Desde desfiles de noivas, passando por danças aéreas, até aos já habituais concertos na Praça do Município, existiu animação para todos os gostos e para todas as idades.

Para nós a terceira edição da Noite Branca brilhou, tal como as anteriores, pelo acesso mais facilitado à CULTURA. Foi um enorme gosto ver museus, como o Nogueira da Silva, terem uma grande procura, quer pela oferta cultural que apresentaram durante todo o evento, quer por despertarem a curiosidade do público que desconhece os museus da sua cidade e aproveita a oportunidade graciosa para colmatar essa carência no conhecimento.

É verdade que esta edição teve inúmeros pontos positivos, no que respeita à cultura, mas, como em todos os eventos, há sempre pontos que devem ser melhorados. Na nossa opinião, a Rua de Janes, sendo uma rua central na cidade merecia uma melhor decoração do que as “cuecas de personalidades incontornáveis da história da cidade”. Para nós esta foi uma forma infeliz e, em alguns casos, mesmo enganosa e extrema, de satirizar personalidades que, de alguma forma, marcaram a cidade. A atividade “Bragas num pedestal” foi para nós, nada mais do que uma “instalação” artística sem arte, pois misturou personalidades com personagens e os textos descritivos continham uma fundamentação paupérrima e a carecer de veracidade. Para quem estava habituado a passar na Rua do Janes e a deixar-se surpreender com as instalações artísticas sempre criativas, este ano ficou, por certo, desapontado.

Apesar desta atividade menos vitoriosa, o importante é que a Noite Branca de Braga é um chamariz cultural para quem quer conhecer a cidade e, por esse motivo, deve sempre evoluir e melhorar dentro dos possíveis. Um outro evento começa já hoje, e esperemos que deixe, também, a sua marca na cultura bracarense. Falamos a Semana Europeia da Mobilidade e também do Dia Europeu Sem Carros.

Começa hoje um ciclo de atividades que pretende sensibilizar os bracarenses para a questão mobilidade. Entre debates, caminhadas e passeios de bicicleta, destacamos a segunda edição do bici-paper organizado pela JovemCoop, com o apoio da Câmara Municipal e da GobyBike. 

O bici-paper consiste num percurso de bicicleta no qual o participante passará por alguns dos pontos principais do centro histórico, como o Museu D. Diogo de Sousa, a Avenida Central, o Jardim de Santa Bárbara, entre muitos outros. Em cada local os participantes deverão realizar uma tarefa e só depois de a concluírem é que receberão o nome do próximo local a que se devem dirigir. Esta é uma atividade para todas as idades, onde familiares e amigos podem, em conjunto, conhecer um pouco mais sobre a história de Bracara Augusta, valorizar o centro histórico e refletir sobre questões como a preservação do nosso património. 

É, ainda, um modo de chamar a atenção para a mobilidade sustentável, uma vez que a bicicleta é, cada vez mais, um meio de transporte comum por toda a Europa, que não poluí.

Esta foi a melhor forma que a JovemCoop encontrou de poder contribuir para a Semana Europeia da Mobilidade e celebrar, ainda que antecipadamente, o Dia Europeu Sem Carros, sem nunca perder de vista os nossos valores no que diz respeito à consciencialização dos bracarenses para a importância da preservação e valorização do património que Braga foi herdando ao longo dos séculos.

Para participar no bici-paper basta enviar um e-mail para info@jovemcoop.com, ATÉ DIA 17, indicando o nome completo, o número de bilhete de identidade e a data de nascimento. A participação é totalmente gratuita e poderá ser individual ou em equipas até 5 elementos.

Assim, caro leitor, convidamo-lo a que no próximo sábado dia 20, pelas 16h, deixe o carro em casa e venha ter connosco de bicicleta à Praça Municipal para que possa, por si mesmo, descobrir um pouco mais sobre esta cidade que é tão nossa. Traga um amigo também, e até sábado.

11 de setembro de 2014

II Bici-paper


É já no próximo dia 20 de Setembro que se realiza o II Bici-paper JovemCooperante Natureza|Cultura, com o apoio na organização da Go By Bike e do Município de Braga. 

Este bici-paper comemora a Semana Europeia da Mobilidade, e tem as inscrições abertas até ao dia 16 de Setembro (inclusive). 

TODAS AS INSCRIÇÕES DEVERÃO SER FEITAS ATRAVÉS DO NOSSO EMAIL:
 info@jovemcoop.com

A partida terá início na Praça do Município, pelas 16 horas!

Vem comemorar a Semana Europeia da Mobilidade connosco!

Participa!!!

2 de setembro de 2014

Fnac Fan Day - Visita às Sete Fontes



Dia 6 de Setembro, Sábado, a Junta de Freguesia de S. Victor vai ajudar a celebrar o Fnac Fan Day! Um dia para todos os Fãs, com eventos para todos os gostos.

A JovemCoop juntamente com a Junta de Freguesia de S. Victor irão proporcionar uma visita guiada ao Complexo Monumental das Sete Fontes, com ponto de encontro no dia 06, às 14h30, na Arcada (em frente ao Café Vianna).

Inscrições gratuitas e mais informações em http://fnacfanday.pt .

Juntem-se a nós!

16 de agosto de 2014

35º Aniversário da JovemCoop


O dia 16 de Agosto é um dia muito especial para a nossa associação, mas o dia 16 de Agosto de 1979 é, verdadeiramente, o dia mais importante de todos, pois foi o dia em que a JovemCoop nasceu. Poderiamos contar-vos a história da associação, poderiamos falar dos testemunhos que se cruzaram e que chegaram até nós, mas deixamos isso para quem realmente viveu todos estes 35 anos da associação. A nós compete-nos hoje falar da importância que o dia 16 de Agosto de 1979 teve, não só na vida de cada cooperante, como também na vida da cidade, na vida de Braga e de muitos dos seus recantos.

Hoje faz 35 anos a associação que foi pioneira em levar Braga para o Mundo, e em receber o Mundo em Braga. Podemos assim perceber que desde cedo nos preocupamos com a nossa cidade, que desde cedo queremos mostrar Braga a todos aqueles que a desejam conhecer.

Com o passar das gerações, tendo sempre em vista a protecção da Natureza, a conservação do Património, os benefícios do Desporto e as vantagens das Relações Internacionais, a JovemCoop foi amadurecendo as suas ideias e tornando cada vez mais claros e específicos os seus ideais. Foi desse modo que começamos a perceber que para mostrar Braga era necessário conserva-la, era preciso não esconder Bracara Augusta, não esconder a cidade Medieval, mas antes valorizar os pequenos vestígios espalhados pela cidade e deixa-los contar uma história, a nossa história. Assim começa a verdadeira marca da JovemCoop na cidade, uma associação que sempre lutou pela preservação e pelo restauro do património Bracarense.

Hoje, 35 anos depois, temos o orgulho de olhar para trás e ver X edições de “O Nosso Património”, uma conferência na Fonte do Ídolo, inúmeras participações na Braga Romana, um sem número de visitas guiadas pelos recantos da cidade, a comemoração dos 500 anos da “Porta Nova”, o Curso da História da Cidade de Braga, entre muitos outros…

Evidentemente que não poderia deixar passar nesta data todo o trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos pela salvaguarda das Sete Fontes, “monumento do nosso coração”. Este é sem dúvida alguma um dos locais pelo qual sempre lutamos, e não poderíamos ter melhor prenda do que as obras de restauro que ainda estão a ocorrer.

Completados os 35 anos, olhamos para a passagem da JovemCoop por Braga e percebemos tudo o que já fizemos de bom em prol de uma cidade melhor. Prova disso foi a atribuição do Galardão Associação Cultural e Recriativa, que foi para nós como um reconhecimento de tudo o que fizemos pela cidade durante todos estes anos e um grande incentivo para continuarmos com a nossa “luta”.

Deixamos hoje um especial OBRIGADO, a todos os coordenadores que mantiveram os espírito da associação, a todos os cooperantes que mantem viva a JovemCoop, a todos os parceiros que nos permitem chegar mais longe, a TODOS OS QUE FAZEM O CORAÇÃO DA JOVEMCOOP BATER.

Esperamos que os 35 simbolizem ainda o início de uma associação que tem tudo para dar, no entanto 35 já é uma certa idade, com todo o respeito, e por isso mesmo PARABÉNS PARA A JOVEMCOOP, PARABÉNS PARA NÓS.

7 de agosto de 2014

X edição de "O Nosso Património"

É com muito orgulho que a JovemCoop vê o Diário do Minho homenagear a X edição de "O Nosso Património". Esta atividade, que é o "ex-libris" da associação, decorre em parceria com a Junta de Freguesia de S. Victor. Dez anos depois, resta-nos agradecer a todos aqueles que já passaram por esta atividade, desde os participantes da I edição até aos últimos monitores, pois sem todos eles esta atividade não chegaria tão longe. Um especial obrigado aos que voltam para repetir a experiência, vocês são a prova viva de que o nosso trabalho é bem feito, o que é para nós o motivo de continuar. Agradecemos ainda à Junta de Freguesia de S. Victor por sempre nos acolhecer, e fazer das suas instalações nossas durante todo o mês, e à Associação Cultural de Sobreposta que graciosamente nos cedeu as instalações para que terminássemos com mais um acampamento.
Obrigado Jovens Cooperantes, por serem incansáveis e dedicarem as vossas férias em prol de uma sociedade melhor.


24 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 14

Hoje, quinta-feira, permanecemos nas instalações da Junta de S. Vitor para concluir o trabalho para a  exposicão acerca da toponímia de Braga. Nesta parte do trabalho tinhamos que expor os textos sobre cada rua que pesquisamos num cartaz de cartolina.

Guilherme Faria


O dia de hoje foi passado na Junta de Freguesia de S.Victor.

As atividades de hoje consistiram em dar continuidade aos trabalhos realizados nos dias anteriores relativos à toponímia das ruas da Freguesia de S.Victor, isto é, a importância, o significado e o porquê da atribuição dos seus nomes.

Para isto, realizamos dez cartazes (dois por grupo), em que cada um possui a explicação de algumas ruas, juntamente com as respetivas fotos, e que mais tarde serão expostos na Junta de S. Victor.

Esta atividade, a meu ver, foi muito interessante, pois não só ficamos a conhecer mais sobre a freguesia e as suas ruas, como o damos a conhecer ao resto da população.

João Imperadeiro (Ivo)

23 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 13


Hoje, dia 23, quarta-feira, estivemos num dos dias especiais das atividades da Jovem Coop pois, em vez de nós aprendermos sobre o património de Braga, fomos aprender sobre o património de Guimarães.
Quando chegamos à nova cidade, notamos logo que as ruas eram mais inclinadas o que fez com que alguns se cansassem logo. A primeira atividade que nós fizemos foi um peddy-paper pela cidade que consistia em 10 passos que ia desde o Museu Alberto Sampaio, um busto de Rei D. Afonso Henriques e a estátua do famoso Gravador Molarinho. O peddy-paper não foi muito longo, mas foi muito intenso já que todos os grupos queriam fazer o melhor tempo.
Quando fomos almoçar, estivemos quase 2 horas (exagerado!!!!!) a andar, até chegarmos ao Multiusos de Guimarães, onde a carrinha nos  foi buscar, levando-nos até ao Parque da Cidade de Guimarães, onde fizemos um piquenique. Estivemos lá até serem 16:00, altura que viemos para Braga. Enquanto lá estivemos ouve um intenso jogo de futebol onde o RFC(Russian Futebol Clube) jogou contra o 1-1-1-2(3 atacantes e dois defesas), equipas constituídas por elementos da JovemCoop, e também por outros meninos que passeavam no parque e se quiseram juntar a nós. O jogo (muito) pouco renhido e por isso acabou com uma vitória da equipa 1-1-1-2 por 24-4.
No final, este foi um dia diferente, mas com a boa disposição já habitual nesta atividade.

André Ferreira

22 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 12

Boa noite,
Hoje "O Nosso Património" fez uma visita ao Recolhimento das Convertidas. Por esse motivo, vou aqui trazer-lhe o resumo da história das Convertidas, que aprendi hoje:
As Convertidas foram construídas por iniciativa do Arcebispo de Braga D.  Rodrigo de Moura Teles, para instalar "mulheres pecadoras convertidas a Deus", tendo sido inaugurado a 25 de Abril de 1722 .

É um edifício em estilo barroco, com as paredes em alvenaria de pedra caiadas e cantaria em granito nos cunhais, cornijas, pináculos e frontões. Apresenta ainda a pedra de armas de D. Rodrigo Moura Teles e um emblema do recolhimento.

O edifício divide -se em dois pisos que se desenvolvem em torno de um pátio em forma quadrangular, com as celas e as dependências de serviço. A fachada principal, onde se situam as entradas da capela e do recolhimento, é marcada pelo torreão retangular, possivelmente um acrescento de época posterior. A capela, de planta retangular, é composta por nave única, coro com oratório, capela -mor e sacristia. As paredes da nave são revestidas por azulejos de figura avulsa, e o teto, de madeira, é pintado com anjos. Ao centro da capela -mor foi erigido o retábulo barroco de talha dourada.

Em 7 de Novembro de 2012 foi publicada no Diário da República a classificação final do Recolhimento de Santa Maria Madalena/Casa das Convertidas como Imóvel de Interesse Público, o que para nós foi muito importante, pois esta é uma forma de proteção do monumento que se encontra parcialmente abandonado e em estado de degradação.

Diogo

21 de julho de 2014

X Edição de "O Nosso Património" - Dia 11



As atividades do dia de hoje foram realizadas na Junta de Freguesia de S.Victor.

Começamos por entregar as autorizações para a visita a Guimarães que se realizará no dia 23 de Julho, quarta feira desta semana. Foram-nos apresentados dois novos monitores, o Vaz e a Tânia, e um novo cooperante, o Guilherme, que se juntou ao grupo 2, O Vale Dos 6 Caminhos.

Continuamos a realização da atividade que nos foi proposta no dia 16 de Julho que consiste em descobrirmos a importância e o significado dos nomes das ruas da Freguesia de S.Victor.  Foram atribuídas pela monitora e coordenadora geral da Jovem Coop, Margarida,  cerca de onze ruas para cada um dos cinco grupos.

Trabalhamos toda a manhã na pesquisa das ruas e no final as mesmas foram enviadas por e-mail aos monitores por cada um dos grupos.

Com o dia de hoje conseguimos adquirir um maior conhecimento sobre a toponímia das ruas da Freguesia de S.Victor.

Carla & Catarina