26 de abril de 2017

A Cooperar é que a gente se entende "Memórias do Parque"



Memórias do Parque

No próximo dia 29 de Abril, pelas 15h30 na Capela de Guadalupe, a JovemCoop dá início ao ciclo “A Cooperar é que a gente se entende”. Um ciclo de conferências que pretende, ao longo do ano, reflectir sobre as mais diversas áreas, desde o património até ao associativismo, passando ainda pelas tradições. 

A primeira conferência terá como tema “Memórias do Parque” e tem como objetivo divulgar o Parque de Guadalupe. Desse modo serão abordadas não só as memórias passadas, já vividas naquele local, mas também as memórias futuras que se pretendem criar no parque, tendo em vista possíveis projetos para aquele espaço.

Esta iniciativa conta com o apoio da Irmandade da Nossa Senhora de Guadalupe, da Junta de Freguesia de S. Victor e da Escola Profissional Profitecla entidades que regularmente trabalham na preservação e divulgação deste espaço por vezes esquecido na cidade.

A JovemCoop acredita que é através da cooperação que é possível fazer de Braga uma cidade melhor. Assim convidamos todos os bracarenses a juntarem-se a esta conferência e a virem partilhar as suas memórias acerca deste local. Contamos consigo.

19 de abril de 2017

Conhece Guadalupe?



Caros Bracarenses,

Tendo em vista a realização de uma atividade sobre o Parque de Guadalupe, vimos por este meio solicitar às pessoas que possuam memórias acerca deste local, para as partilharem connosco.

Pedimos que nos façam chegar qualquer documentação, desde o relato das vivências no parque, até fotografias que possam ilustrar uma parte do mesmo.
Solicitamos o envio das mesmas por e-mail, ou se preferir pode contactar-nos para falar pessoalmente.

O contacto deve ser feito para os seguintes e-mails:

info@jovemcoop.com
jovemcoop@gmail.com

Gratos pela partilha,
Saudações Cooperantes,
JovemCoop

4 de abril de 2017

Crónica "Conhece Guadalupe?"




Conhece Guadalupe?

A Capela da Nossa Senhora de Guadalupe, situada no monte de Santa Margarida, foi mandada construir por D. Rodrigo de Moura Teles, arcebispo de Braga entre 1704 e 1728. O início da sua construção está datado de 1725, apesar de existir, na fachada da capela, um ornamento, em latim, que faz referência ao ano de 1747. Um dos principais interesses, nesta capela singular da cidade de Braga é o seu altar-mor, desenhado pelo famoso arquitecto bracarense André Soares.
Apesar de ser considerada Imóvel de Interesse Público desde 2012, é comum este local estar fechado ao público. O culto religioso na capela ainda se mantém todos os domingos de manhã, que constitui o único momento em que é possível visitar a capela e o parque que a rodeia. Guadalupe é uma pérola escondida no centro histórico da cidade, que apesar de ser bastante procurada pelos turistas mais curiosos, é pouco valorizada pelos bracarenses.
Contudo, a Irmandade da Nossa Senhora de Guadalupe, com a cooperação da Junta de Freguesia de S. Victor, entre outras entidades, está a trabalhar de forma a divulgar este miradouro tão peculiar da nossa cidade. As entidades estão a preparar um projeto para concorrer aos fundos europeus e poder finalmente ver o Parque de Guadalupe aberto ao público. Para isso existem variadas iniciativas cujo objetivo é a divulgação deste espaço.
O projeto “S. Victor de Portas Abertas” é um excelente exemplo de divulgação do nosso património. Organizado pela Junta de Freguesia de S. Victor em parceria com a Profitecla, este projeto abre as portas do Parque de Guadalupe, durante o período de férias da Páscoa, tal como já aconteceu em diferentes períodos de vários anos letivos.
No dia 6 de Abril retoma-se no parque a antiga tradição do “Botar das Almas”, às 21h30, com a atuação do Grupo Coral de Guadalupe e das Mulheres do Minho. Já no dia 7 de Abril, também em Guadalupe e à mesma hora, atuará o Coro Académico da Universidade do Minho, em conjunto com um coro SNAPS, oriundo da Roménia.
Quanto a nós, JovemCoop, sempre que nos é possível, tentamos divulgar e proteger aquele que é um dos locais mais interessantes da cidade. No coração da cidade, cruza património com natureza de um modo ímpar e, por esse motivo, merece a nossa atenção. Várias são as limpezas de manutenção que realizamos no parque e são também muitos os percursos temáticos que passam por este local. Neste momento, estamos a preparar uma tertúlia sobre as “Memórias do Parque”, que devemos apresentar no final deste mês. Com o objetivo de que, cada vez mais bracarenses, conheçam este miradouro escondido, pretendemos realizar algumas visitas mais pormenorizadas a este local. Na nossa opinião, mais do que um espaço de oração, o Parque de Guadalupe é um local de merecida promoção turística capaz de atrair muitos curiosos.

Com esta crónica, caro leitor, esperamos ter-lhe despertado o interesse para melhor conhecer aquele que é um espaço pouco comum no quotidiano dos bracarenses. Assim, tornando este espaço mais conhecido, será também um espaço mais “nosso”, que todos iremos querer preservar e proteger. Esperamos que, deste modo, Guadalupe nunca fique esquecido na memória dos bracarenses, e que a cidade desperte para aquele que é um dos mais bonitos miradouros do centro urbano, e quem sabe, a abertura do Parque de Guadalupe deixe o papel e passe a ser um projeto real na nossa cidade.

3 de abril de 2017

Peddy Paper pelo Ambiente



No próximo Sábado, dia 8 de Abril, realiza-se em Braga um peddy paper pelo Ambiente. Esta iniciativa pretende consciencializar os bracarenses para uma cidade mais amiga do ambiente, ao mesmo tempo que se dá a conhecer o centro histórico da cidade. 

A JovemCoop associa-se a esta atividade que junta a natureza e o património existente no centro de Braga. Aceite este desafio, venha conhecer a cidade e traga família e amigos. 


Contamos consigo!!!


As equipas deverão ser constituidas de 1 a 5 elementos e a inscrição é gratuita mas obrigatória. Pode fazê-la aqui.

Mais informações: ambiente@cm-braga.pt ou 253202860.

7 de março de 2017

Crónica "A Quaresma Bracarense"



A Quaresma Bracarense

Derivado da expressão latina quadragesima dies, o nome Quaresma caracteriza os quarenta dias que antecedem a Páscoa cristã. O Tempo da Quaresma vive-se, durante os próximos dias na cidade de Braga, de um modo bastante singular.

Conhecida como a “Roma Portuguesa” a cidade vive com todo o rigor este que é um tempo de sacrifício, reflexão e tradição. Precisamente por ser um período repleto de antigas e ímpares tradições, as celebrações da Quaresma são também um foco de atração turística da cidade. Um excelente exemplo dessa união que traz o passado até ao presente é a exposição patente no Museu da Imagem. “Lausperene” é uma exposição que demonstra como uma das devoções do século XVIII chega até ao culto actual. Enraizada na cultura bracarense, a visita ao Santíssimo Sacramento, exposto por diversas igrejas e capelas da cidade, é um hábito no quotidiano da população.

Para a JovemCoop, o Lausperene Quaresmal é também uma oportunidade de todos conhecerem melhor o património da cidade de Braga. São cerca de 23 templos que deixam as suas portas abertas para quem quiser entrar. Não só os devotos, mas também muitos curiosos que passeiam pela cidade aproveitam para conhecer alguns dos templos que estão habitualmente encerrados. Por esse motivo, acreditamos ser relevante a recuperação de alguns destes templos que são de elevada qualidade. Espalhados um pouco por toda a cidade, estes templos incluem no seu interior tribunas mais ou menos ornamentadas e custódias patrimonialmente ricas. Toda esta singularidade que constitui o Lausperene Quaresmal, deve ser, na nossa opinião, considerada uma mais-valia para promover a cidade.

No entanto, para se promover, também é preciso saber acolher. Estará a cidade de Braga verdadeiramente preparada para acolher aqueles que desejam conhecer de perto as tradições típicas da cidade?

Acreditamos que ainda muito pode ser feito para divulgar o Tempo Quaresmal da cidade. Aumentando, por exemplo, os materiais de promoção e alargando-os ao público, pois apesar da forte divulgação da Semana Santa Bracarense, a Quaresma inicia-se muito antes, e está repleta de tradições e histórias por vezes pouco divulgadas. Um outro ponto facilmente aperfeiçoado é a sinalética interpretativa nos monumentos, pois falta adossar mais conteúdo e informação aos locais, de forma a despertar a curiosidade aos visitantes. Deveria, ainda, existir um maior cuidado em manter os monumentos abertos, neste tempo em que a cidade se enche de turistas que vêm conhecer a nossa cidade. Complementar o acolhimento com brochuras informativas poderá ser uma alternativa que faça despertar a quem nos visita a vontade de cá voltar para conhecer melhor as nossas tradições. Também os mapas disponíveis no Posto de Turismo podem melhorar, pois além de estarem já ultrapassados, porque não realizar um roteiro específico para aqueles que nos visitam em particular nesta época do ano?

Nesta fase é necessário reflectir sobre o que faltará divulgar, mas acima de tudo sobre o acolhimento que pode ser feito aos turistas. Pois Braga é uma cidade ímpar no que diz respeito às tradições, com especial destaque para as tradições de carácter devocional que nos projetam a nível nacional e internacional, pelo que importa que a saibamos valorizar.

A si, caro leitor, desejamos que se deixe envolver pelo espírito que salpica a cidade de roxo, e venha conhecer as tradições bracarenses.

19 de fevereiro de 2017

Apaixonados pelas Sete Fontes



No âmbito das comemorações do Dia dos Namorados, a JovemCoop e a Junta de Freguesia de S. Victor convidaram os bracarenses a conhecer o Complexo Eco Monumental das Sete Fontes, e a deixarem-se apaixonar pelo mesmo.

Com cerca de uma centena de participantes, muitos foram aqueles que vieram conhecer as Sete Fontes, monumento do qual já tinham ouvido falar, mas que nunca tiveram possibilidade de visitar. Acreditamos que todos saíram de lá apaixonados por aquele espaço, e com desejos de ver construído o Parque Verde que a cidade merece.
Agradecemos ao ao Correio do Minho e ao Diário do Minho por se juntarem a nós nesta iniciativa.

11 de fevereiro de 2017

Apaixone-se pelas Sete Fontes


Acreditando que só amamos aquilo que conhecemos, a JovemCoop, juntamente com a Junta de Freguesia de S. Victor, convida-o a conhecer o Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes. No próximo sábado, dia 18 de Fevereiro, junte-se a nós e venha conhecer um dos mais belos monumentos da cidade de Braga. A visita será realizada em dois horários distintos, um grupo iniciará a visita às 9 horas e outro às 10 horas, sendo que o ponto de encontro será para ambas as vistas junto ao Cemitério Monte D'Arcos. Por questões de organização pedimos que seja feita a inscrição no evento.

A visita ao Complexo Eco-Monumental das Sete Fontes inclui a entrada nas galerias, por esse motivo aconselhamos a utilização de lanternas e de calçado impermeável. 

Por uma questão de logística as inscrições são obrigatórias. 
Poderá realizar a sua inscrição para as 9 horas aqui
Se preferir a vista das 10 horas então deverá registar-se aqui.

Traga a sua cara metade e deixe-se Apaixonar pelas Sete Fontes.

8 de fevereiro de 2017

Percurso "Um Agostinho na cidade"


No próximo sábado, dia 11, a JovemCoop e a Braga+ organizam um percurso pela história da cidade de Braga. Desta vez o tema explorado é o legado que o Arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus deixou na sua cidade. O percurso inicia às 14h30 no Largo do Pópulo, e termina na Capela de S. Victor-o-Velho. 

Junte-se a nós e venha conhecer uma parte da história de Braga. Contamos consigo!

7 de fevereiro de 2017

Crónica "Onde está a Confiança?"


Onde está a Confiança?

Fundada em 1894, a Saboaria e Perfumaria Confiança é o único edifício da “Era da Industrialização” da cidade que chega até nós, sobrevivendo às mais diversas controvérsias que recentemente assombram a vida daquela fábrica. Hoje, com 122 anos de existência, o imponente imóvel volta a ver o seu futuro hipotecado.

Muito se tem falado acerca de uma nova venda do imóvel que foi, outrora, a famosa fábrica Confiança. Falamos numa nova venda, pois há cerca de cinco anos atrás, a compra do edifício da fábrica era um assunto na ordem do dia da Câmara Municipal de Braga. Muito se debateu sobre a aquisição deste imóvel, muitas vozes se ouviram, algumas a favor da apropriação do edifício por parte da Câmara, outras, um pouco mais desconfiadas, pois era já um imóvel muito danificado e a precisar de sérios investimentos.

Contudo, pensando na salvaguarda do único símbolo existente da indústria bracarense, a Câmara Municipal optou por realizar o investimento e adquirir a fábrica. Será então correto privatizar um imóvel que tão dificilmente chegou à esfera municipal?

Aquando a aquisição da fábrica, a Câmara de Braga lançou um concurso de ideias, desafiando todos os bracarenses a reflectirem sobre as diversas utilidades possíveis do edifício. O concurso foi um sucesso, pois chegaram ao município cerca de 80 projetos, dos quais 4 foram finalistas e apresentados à comunidade. Mas o que foi feito desses projetos? Realizou-se um concurso de ideias que nunca se colocou em prática, e que não se ambiciona realizar? Não nos parece sensato realizar um concurso de ideias que vai sendo esquecido ao longo dos anos, afinal houve não só um investimento monetário, atribuindo prémios ao concurso, mas também um investimento intelectual daqueles que ousaram projectar uma parte do futuro da cidade e que veem agora o seu trabalho desvalorizado.

Na opinião da JovemCoop, a cidade devia ambicionar mais do edifício que faz a ligação do centro histórico com a cidade académica, não só pela sua localização, mas também pelo seu espectro de larga índole. É certo que Braga tem já uma vasta iniciativa cultural, mas consolidado que está o calendário de eventos, torna-se necessário criar bases para acolher novas dimensões culturais, projetando o futuro à escala contemporânea. A Fábrica Confiança poderia assim albergar a Casa das Artes de Braga, colmatando assim uma falha da vida cultural da cidade. Afinal, as paredes da Saboaria e Perfumaria Confiança sustentam já 122 anos de história que pertencem a todos os bracarenses, principalmente àqueles que trabalharam na fábrica, quer na confecção dos sabonetes, quer nos laboratórios dos perfumes que saíam da Rua Nova de Santa Cruz directamente para o mundo.

Reconhecemos que para qualquer projeto é necessário haver disponibilidade financeira, contudo, caso estes recursos não estejam disponíveis todos de uma só vez, o desafio pode passar por alocar as verbas disponíveis no orçamento municipal e ir requalificando por alas ou por etapas. O que não aceitamos é que não haja a vontade, nem a ousadia, de pensar mais, de querer mais para o que resta da indústria bracarense.


Vamos vender uma parte da história da cidade, em pleno século XXI, num século onde se fala em preservar, restaurar e onde se condenam atitudes antigas que no fundo serão semelhantes? Está na hora de reflectir antes de tomar atitudes, está na hora de pensar no futuro da cidade e de perceber se as prioridades estão realmente estabelecidas.

10 de janeiro de 2017

Crónica "Projetar Braga"


Projetar Braga

Caro Leitor,

Esperamos que tenha fechado 2016 com chave de ouro e que tenha entrado em 2017 com novas metas e sempre esperando alcançar mais e melhor, pelo menos é assim que nós o desejamos.
Como todos sabemos, 2017 é ano eleitoral, é o ano em que tudo acontece e os projetos elaborados ganham forma. Claramente as coisas não deveriam funcionar desse modo. Vivendo numa política ideal, os projetos seriam concretizados aos poucos, ao longo dos vários anos de mandato. Mas, apesar de assim não o ser, entre o final de 2016 e o início de 2017 foram dados a conhecer à população alguns projetos que irão ganhar forma neste que é um ano importante para a cidade. Se tivéssemos que definir o ano que agora inicia numa só palavra, para nós seria o ano da Reabilitação, ou pelo menos assim se espera. Este será um tempo de ambição onde se pretende melhorar Braga dia após dia.  Mas afinal o que vai melhorar na cidade?

Voltando ao ano transacto, foi apresentado à cidade o projeto de reabilitação do Parque de Exposições de Braga. Um projeto audaz, que pretende melhorar um dos locais culturais mais ativos da cidade. Já com a entrada em 2017 chegaram também novos projetos de requalificação. Falamos do projeto para o novo Mercado Municipal e também da reorganização daquela que é uma principais artérias da cidade, a Rua Nova de Santa Cruz.

Concordamos que todos estes locais necessitavam de uma intervenção urgente, pois todos eles são centrais na vida ativa da cidade. O Parque de Exposições, porque é um dos maiores palcos da cidade, que acolhem inúmeros eventos e o Mercado Municipal, além de ser um marco na história da cidade, é um dos centros de comércio da cidade, que todos os dias se enche de mercadores que merecem trabalhar com melhores condições, até mesmo para melhor poderem servir. No que à Rua Nova de Santa Cruz diz respeito, essa é uma das principais artérias da cidade que une o centro histórico à Universidade do Minho, uma rua que, além de muitas outras alterações terá, finalmente, uma via Ciclável, para facilitar a deslocação entre estes pontos da cidade.

Devido à elevada relevância destes locais na vida ativa da cidade, antes de realizar os projetos para todas estas intervenções era necessário ouvir a população. É certo que já há uma maior abertura, por parte do executivo actual da Câmara Municipal de Braga, ao realizar as sessões de apresentação e esclarecimento dos projetos, afinal todos têm o direito de saber o que irá acontecer nestes espaços que são de todos. Contudo, parece-nos mais oportuno que, para além de apresentar os projetos aos bracarenses, se realizem sessões para ouvir o que todos têm a dizer, quais os aspectos realmente necessários a melhorar, o que faz realmente falta numa nova intervenção. Dar a voz aos moradores, comerciantes ou simples utentes destas artérias ou locais é de extrema importância, pois têm o saber prático de quem frui quotidianamente.


 A comunicação entre a CMB e os bracarenses é uma boa prática que deve continuar, mas que pode ainda ser melhorada, de forma a tornar as intervenções mais eficazes. Um conselho que esperamos que seja aproveitado para projetos futuros, como por exemplo o projeto do Parque Verde das Sete Fontes. Num ano onde reabilitar é palavra de ordem, esperemos que não se adie mais aquela que é uma das principais necessidades da cidade, um parque verde. Assim, esperamos que, antes de nos ser apresentado o projeto do Parque Verde das Sete Fontes, o município oiça os bracarenses e veja o que realmente se espera daquele espaço, que tanto nos pode dar.