11 de outubro de 2013

Climb: Projecto Etapas

"Diário do Minho" 09/10/2013

"Etapas" é o nome do mais recente projecto dos nossos amigos André Costa, Filipa Gonçalves, Sara Santos, Rui Pinheiro, Patrícia Gonçalves, Ricardo Silva, Vânia Barreto e Pedro Novais.

O “Etapas” é um projeto da equipa Climb, apresentado e aprovado no âmbito do programa europeu “Juventude em Ação” no ano de 2013.

O projeto vai ser implementado na cidade de Braga e com atividades entre os meses de Outubro de 2013 a Março de 2014, com o tema da empregabilidade jovem, o projeto “Etapas” assenta em três pilares: o empreendedorismo (pessoal, profissional e social), a empregabilidade e o combate ao abandono escolar.

O projeto será desenvolvido em 6 atividades, com o nome de “Etapas”, a realizar mensalmente no segundo sábado de cada mês, com início no mês de Outubro de 2013 e termo no mês de Março de 2014.

Todas as atividades preveem e objetivam a inclusão de cidadãos que padeçam de deficiências visuais, auditivas e motoras.

Damos os parabéns a estes nossos amigos, pela capacidade de empreender, de forma altruísta, ajudando a encontrar soluções.

 


Mosteiro de Rendufe: obras de recuperação

"Diário do Minho" 10/10/2013

O Mosteiro de Santo André de Rendufe, situado em Amares, é um Imóvel de Interesse Público desde 1943, mas que esteve ao abandono durante várias décadas.

Além do abandono, sofreu incêndios, derrocadas e, com as expropriações às ordens religiosas, grande parte do imóvel foi vendido a privados, o que dificultou as suas acções de recuperação.

Após um consenso, a Direcção Regional de Cultura do Norte conseguiu capitalizar financiamentos para promover a reabilitação deste antigo mosteiro.

As obras da primeira fase da intervenção estão atrasadas, mas sabemos que estão em andamento e que será possível, num futuro próximo, usufruir de mais um espaço ao serviço da população.

Dada a sua história e a importância que deteve, este é, sem dúvida, um excelente sinal para o património de Portugal.

Monte Picoto: Uma boa notícia

 
"Diário do Minho" 08/10/2013

O Monte Picoto tem sido alvo de uma grande requalificação, cuja obra está em fase de conclusão.

O Diário do Minho dá nota da imensa procura deste local por parte dos bracarenses, os quais se têm deslocado àquele Monte para aferir as obras, mas também para usufruir da paisagem.

Não tendo sido, dentro da nossa visão, a prioridade como Parque Verde para a cidade, a bem da verdade é que após esta requalificação, Braga passa a deter um local privilegiado de lazer.

Um boa notícia para todos os bracarenses!



9 de outubro de 2013

Visita à Casa das Convertidas

 



No próximo sábado dia 12 de Outubro, o nosso amigo Leonardo Rodrigues irá realizar uma visita às Convertidas.

A visita será às 15h e o ponto de encontro será às 14.45h na Arcada.

Quem estiver interessado em ver de perto um dos mais emblemáticos monumentos da cidade de Braga, deverá fazer a inscrição para o email leonardorodrigues16@hotmail.com, ou entrar em contacto com o próprio através do número 915279642.

Juntem-se a nós.

Casa das Convertidas: A decisão na mão dos tribunais

"Diário do Minho" 07/10/2013

A expropriação dos terrenos contíguos à Casa das Convertidas pode não ser consumada se o Tribunal entender suspender o processo.

De forma mais célere do que o habitual, o executivo que cessará funções no próximo dia 21, já depositou o montante aferido pela avaliação ao terreno. Em causa estão 3 milhões de euros que, neste momento, estão à guarda da instância judicial.

Caso o Tribunal Administrativo der seguimento à expropriação, então om novo executivo municipal herdará as facturas, juntamente com as propriedades, muito caras aos cofres municipais, sem garantia de haver fundos comunitários para dar seguimento a um projecto para os terrenos e não especificamente para o imóvel classificado.

É nosso desejo que se recupere a Casa das Convertidas, dando-lhe nova vida, mas que haja coerência nas actuações, não estando a esbanjar dinheiro na expropriação, sem primeiro garantir a reabilitação do imóvel classificado como de Interesse Público.


Dume: Uma boa notícia para o património

"Diário do Minho" 07/10/2013

A questão não é tão antiga como os vestígios arqueológicos, mas finalmente Dume obteve o financiamento necessário para realizar uma obra há muito projectada e desejada.

A criação de um corredor subterrâneo, que ligue o local onde se encontra o túmulo de S.Martinho às ruínas da basílica suévica, é o projecto a executar e que garante aos turistas aceder aos vestígios arqueológicos sem ter de esperar ou interromper as eucaristias.

A peça jornalística retoma um tema interessante relativo à gestão dos espaços musealizados. Na caixa em destaque, fala-se na criação de uma estrutura que faça a gestão, manutenção e divulgação de (todas?) as estruturas museológicas de Braga, avançado que no caso de Dume há que ter em conta a Paróquia, a Confraria de N.ª Sr.ª do Rosário, a Junta de Freguesia, a Câmara de Braga e a DRCN (ex-IPPAR).

Seria importante voltar a reflectir naquilo que podia ser um "Consórcio" entre as principais forças da cidade, criando uma estrutura capaz de dar esta resposta, não de forma isolada, mas coerente e continuada. A ideia de um Consórcio que fosse composto pela Câmara Municipal de Braga, Arquidiocese, Universidade do Minho, Museu D. Diogo de Sousa e DRCN seria uma mais valia para o conhecimento, preservação, dinamização e divulgação dos nossos núcleos museológicos e pelos cuidados a ter em intervenções em locais de sensibilidade patrimonial.

Com certeza, um assunto a ser tomado em conta pelo novo executivo da CMB.

Boas Iniciativas: Cãominhada da ABRA

"Diário do Minho" 06/10/2013

A ABRA (Associação Bracarenses dos Amigos dos Animais) levou a cabo, no passado Sábado, uma iniciativa de sensibilização para a adopção de animais.

A "Cãominhada" é uma iniciativa que junta animais e os seus donos num alegre passeio pela cidade. Mas ganha destaque, também, por levar a passear animais que foram abandonados e que agora residem no canil, esperando poder ser adoptados.

Como refere a dirigente da ABRA, Claudia Sousa, os voluntários da associação fazem a diferença dentro do canil, pelo apoio que prestam, mas as mentalidades mudam, relativamente ao tratamento dos animais, com o apoio da sociedade civil.

Uma fantástica iniciativa que animou o centro da cidade. Espera-se que numa nova gestão municipal, o canil possa sofrer obras de melhoramento e proporcionar condições mais apropriadas aos animais que lá vão parar.


Sobre a Quinta dos Peões

 
"Diário do Minho" 05/010/2013

O terreno da Quinta dos Peões desde há muitos anos que é alvo de várias polémicas, todas elas associadas a negócios em teias complexas, que favorecem a construção, seja de privados, seja para a Universidade do Minho, sem prever a hipótese de manter ali um espaço verde, fruível pela cidade.

Para ali esteve previsto o Parque Verde Nascente, após ter dali desaparecido o campo experimental de milho. A solução de Parque Verde era uma agradável surpresa à data, pois na altura em que outras cidades constituíram zonas ambientais urbanas, Braga parecia querer acompanhar essa tendência.

Infelizmente, Braga manteve-se fiel a si própria e não albergou ali um parque verde e o terreno, que era público, foi vendido a privados. E aqui é que se vê como Braga se deixou atrasar em matéria de planeamento e políticas ambientais, relativamente às cidades vizinhas. Os interesses privados que privilegiam a construção tiveram mais força do que a necessidade de reservas verdes.

Passados tantos anos, este assunto mantém-se actual, sobretudo agora que a CMB, a Universidade e a empresa proprietária do terreno chegaram a um acordo de urbanização. O modelo de urbanização, apesar de prever estruturas para a Universidade do Minho, mantém uma série de novas construções, chegando mesmo a suprimir ou secundarizar a estrada nacional que atravessa a recta da universidade.

Uma vez mais, o erro de alienar aqueles terrenos foi cometido há 15 ou 20 anos, com um planeamento avulso para aquela zona, cuja envolvente cresceu desordenada (a universidade que cresceu para cima de um bairro, os prédios amarelos que circunscrevem a zona ocidental de forma complexa, um Mac'Donalds perdido ali no meio e o Hotel Mélia numa escala que rompe a leitura do local).

Agora, o executivo municipal deveria chegar um entendimento com os proprietários para desenvolver um novo principio organizativo daqueles terrenos. As necessidades de há 15 ou 20 anos atrás já não reflectem as necessidades actuais e a cidade deve prever um conjunto de áreas e ou equipamentos que sejam necessários para a actualidade e para o futuro, acção que deve ser baseada em estudos de análise.

Para reflexão: Se a cidade está sobrelotada de imóveis vazios; Se requalificando o PEB não há necessidade de um Centro de Congressos; se a cidade precisa de espaços verdes; se a Universidade e a Associação Académica puderem encontrar outras soluções razoáveis para os equipamentos de que necessitam ( e têm capacidade de pagar), então...o actual projecto de urbanização deve ser revisto e reorientado para as necessidades da cidade.

Porque não ser ali um prolongamento do espaço verde do Bom Jesus, tal como o próprio município advogou para as obras no Monte Picoto (cuja Parque intervencionado seria prolongado com o Parque da Ponte)?

Além do mais, como alerta o Arqueólogo Francisco Sande Lemos, há necessidade de efectuar trabalhos arqueológicos prévios, tentando minimizar os impactos que tais construções possam vir a ter no subsolo. Havendo a possibilidade de encontrar vestígios da Via XVII e equipamentos adjacentes, património que foi valorizado aquando da intervenção no Liberdade Street Fashion, este seria um sinal de coerência relativamente ao património cultural.

Um desafio para o novo executivo municipal...

Relembrar aqui o Entre ASPAS sobre a Quinta dos Peões


8 de outubro de 2013

Entre Aspas - O Entalhador Bento de Lemos

"Diário do Minho" 07/10/2013

Porque a nossa História é feita por Homens, sendo que alguns caem no esquecimento, o "Entre Aspas" desta semana relembra a acção de Bento de Lemos, um escultor de Braga que rumou a terras de Castela e que por lá trabalhou.

Um apontamento fantástico de leitura obrigatória.

1 de outubro de 2013

Trilhos Bragueses (24) - Avenida da Liberdade

"Diário do Minho" 30/09/2013

Os Trilhos Bragueses, de 30 de Setembro, fazem-nos percorrer a História da Avenida da Liberdade, desde a Idade Média até 1976. Aborda, ainda, o papel de Moura Coutinho, o "arquitecto" que melhor marcou o desenho da Avenida da Liberdade.

24 de setembro de 2013

Entre Aspas - CMB vs Património Arqueológico

"Diário do Minho" 23/09/2013

O "Entre ASPAS" desta semana revisita as políticas de preservação do património, desenvolvidas pelo município de Braga, fazendo uma avaliação bastante penalizadora sobre a acção camarária.

Mas no meio de tantos casos lesivos, há bons exemplos, como a revitalização do Mosteiro de Tibães.

Para uma leitura atenta.


17 de setembro de 2013

Trilhos Bragueses (23) SCB a caminho do centenário?

"Diário do Minho" 16/09/2013

Desde há algum tempo a esta parte, que se vem aventando a possibilidade da fundação do Sporting Clube de Braga ter outra data.

Rui Ferreira e os "Trilhos Bragueses" de 16 de Setembro, mostram-nos essa possibilidade.


16 de setembro de 2013

Percurso Histórico: Pelas Torres Sineiras


No próximo sábado, 21 de Setembro, a Braga + e a JovemCoop promovem uma visita guiada às Torres Sineiras de Braga, associando-se assim às Jornadas Europeias do Património.

Juntem-se a nós, às 9.30h na Igreja de S. Victor.


https://www.facebook.com/events/222744744558036/

10 de setembro de 2013

Entre Aspas - Pacto dos Autarcas

"Diário do Minho" 09/09/2013

O "Entre Aspas" desta semana debruça-se sobre matérias importantes para o desenvolvimento de uma cidade.

Construir cidade implica tomar decisões importantes que versem opções no campo da energia, da mobilidade, do ambiente, entre outras.

A não perder este excelente artigo.


3 de setembro de 2013

Trilhos Bragueses (22) Mais velho do que a Sé de Braga

"Diário do Minho" 02/09/2013

Os "Trilhos Bragueses" relembram os 924 anos da Sé de Braga, a sua fundação, bem como as suas sucessivas fases de reconstrução/reabilitação. Muitos foram os arcebispos que deixaram a sua marca e a sua influência.

Por curiosidade, os "Trilhos Bragueses" mostram os detalhes do ditado popular "Mais Velho que a Sé de Braga".